youtube-red

O Google anunciou nesta quarta-feira (21) o YouTube Red, um plano pago de streaming que permitirá aos usuários assistirem aos vídeos do YouTube sem visualizar anúncios. Disponível inicialmente nos Estados Unidos, a assinatura custará US$ 9,99 por mês e oferecerá outros benefícios, como a possibilidade de salvar os vídeos para assisti-los mesmo quando você estiver sem conexão.

O YouTube Red funcionará em conjunto com o Google Play Música, portanto, basta assinar um dos serviços para ter acesso automaticamente a outro, pagando uma única mensalidade. Além disso, ao se tornar assinante, será possível assistir aos vídeos em plano de fundo, então você poderá tocar aquele videoclipe no YouTube enquanto faz outra coisa no smartphone ou tablet.

Mas as novidades não se restringirão ao (enorme) catálogo atual do YouTube: o Google também investirá em vídeos originais, produzidos pelos principais criadores de conteúdo do YouTube. Esses vídeos, que chegarão a partir do início de 2016, estarão disponíveis apenas para assinantes do YouTube Red.

Nos Estados Unidos, o YouTube Red poderá ser assinado a partir da próxima quarta-feira (28), com um período de degustação de 30 dias. O Google ainda não divulgou quando lançará o serviço no Brasil.

Comentários

Envie uma pergunta

Os mais notáveis

Comentários com a maior pontuação

Blogdobatista
Prefiro ver as propaganda do que pagar para ver vídeos do YouTube.
Diego Alcantara de Almeida
Suas dúvidas sai muito mais que pertinentes. Serão esses questionamentos que o pessoal criativo do Google teram para solucionar. De certo modo os YouTubers já são mimetizados com fração das propagandas que são exibidas no vídeo. E ainda tem o serviço de patrocínio que estão a rolê nesse meio. Dessa forma eu que sou fã de um certo YouTuber teria de pagar duas vezes para ter acesso ao seu conteúdo? Os mesmos YouTubers abririam mão da renda vinda dos patronos para receber do Google? E essa dinâmica nova em relação à eles trazerao mais adeptos oi revoltos? Isso tudo tem de se pensar...
Diego Alcantara de Almeida
Gente não se sabe ainda a viabilidade desse serviço para cá. Essa condição de ser duas assinaturas em uma é la no EUA aqui em terra tupiniquim será um valor que possa cobrir os custos de servidores, tecnologia e produção de conteúdo que certamente são diferentes dos EUA. Até mesmo por que tem um detalhe o YouTube de lá que acabou tendo prejuízo em suas contas. Não se sabe se a sua filial aqui do Brasil também teve o mesmo problema. É uma linha de raciocínio a se pensar. Todos esses fatores influenciam no valor final do serviço. Por isso é melhor esperar o lançamento oficial por aqui.
Diego Alcantara de Almeida
Pode até ser que essa ideia vigore lá no EUA, por que aqui no Brasil as leis atuais não dá acesso a distribuição de canais pagos por outro sistema que não seja o em vigor atualmente (por antenas, por cabo) além desse meio de distribuição há uma tecnologia chamada IPTV que funciona semelhante ao VoIP eu quando conheci achei muito promissor. Mas vejamos que as operadoras já estão planejando o controle de banda e redução de velocidade para a internet fixa o que esperar disso? Só com o netflix já gasto gigas e gigas de dados imagina com o IPTV... Aqui se YouTube red vir além de enfrentar a resistência dos canais de tv produtoras de conteúdo terá a resistência das distribuidoras que por serem interligadas e em geral as mesmas que oferecem a internet, faram uma série de limitações de infraestrutura para que fiquemos estagnados no tempo.
Tiago
Bom demais, ja estou usando!!!
Comentário Mil Grau℗

Sinto saudades do YouTube de 2009, vídeos não travavam, as layouts dos canais eram mais personalizadas, não existia esse SPAM de canais de Minecraft (nada contra quem gosta desse jogo). Enfim, está cada dia mais difícil achar algo novo no YouTube fora os bugs, tem aquele serviço

Vessel, porém ainda não vingou...

Dalborga?
Sinto saudades do YouTube de 2009, vídeos não travavam, as layouts dos canais eram mais personalizadas, não existia esse SPAM de canais de Minecraft (nada contra quem gosta desse jogo). Enfim, está cada dia mais difícil achar algo novo no YouTube fora os bugs, tem aquele serviço Vessel, porém ainda não vingou...
Mike Cross

Eles serão vinculados, com um único preço.

Maycon Cruz
Eles serão vinculados, com um único preço.
Mike Cross

Aquelas plataformas de vídeo que tem um buffering de stream capenga, sem uma forma de monetização eficiente (mais que o do próprio YouTube) e que exigem planos pagos para se publicar conteúdo? Que concorrência temos mesmo?

Maycon Cruz
Aquelas plataformas de vídeo que tem um buffering de stream capenga, sem uma forma de monetização eficiente (mais que o do próprio YouTube) e que exigem planos pagos para se publicar conteúdo? Que concorrência temos mesmo?
Mike Cross

Em tempos em que o público quer ferramentas para justamente centralizar seu consumo de informações (feeds, streaming de vídeo e música, etc.), creio que dificilmente isso volte.

Maycon Cruz
Em tempos em que o público quer ferramentas para justamente centralizar seu consumo de informações (feeds, streaming de vídeo e música, etc.), creio que dificilmente isso volte.
Josiel Hen
eu entendi seu pensamento, eu apenas inverti para falar que os nossos são +/- iguais, a "sua ideia" de propaganda com a pessoa sem contato com o celular e "a minha" com contato. Mas eu sei que se a pessoa não tem contato com o celular, ele na maioria das vezes estará em standup, nessa hora inevitavelmente a notificação seria a melhor escolha. ;)
antônio

Claro, isso também entra em conta... Acho que exagerei. Mas as gravadoras - que recebem muito mais pelo streaming tradicional e a venda de álbuns e singles - não iriam aprovar - e esse fator é bem decisivo.

Exibir mais comentários