A iPlace, revendedora autorizada da Apple, anunciou nesta sexta-feira (4) um consórcio para comprar produtos da maçã em até 36 parcelas. A mecânica é semelhante aos planos para aquisição de carros e imóveis: você paga as prestações em dia e, no final do período, tem direito a receber o equivalente a um iPhone ou Mac, dependendo da carta de crédito escolhida.

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As mensalidades partem de R$ 99,97 para a carta de crédito de R$ 3.199, valor suficiente para comprar um iPhone 6 com 16 GB de armazenamento. Os planos de consórcio chegam a R$ 16.999, em 36 parcelas de R$ 531,22, preço equivalente ao cobrado atualmente pelo MacBook Pro com tela Retina de 13 polegadas, 8 GB de RAM e 512 GB de memória flash.

Assim como nos outros consórcios, você recebe o produto após o período de 36 meses, mas é possível antecipar a “contemplação” ao dar um lance ou ser escolhido em sorteios mensais pela Loteria Federal. Não há juros, mas há taxa de administração, o que encarece um pouco o valor final: no caso do iPhone 6s de 64 GB, que custa R$ 4.299, as 36 parcelas de R$ 134,34 resultariam em R$ 4.836,24, ou 537 reais a mais.

Vale lembrar que a própria Apple oferece parcelamento “sem juros” na compra de gadgets, ainda que com prazos menores. Os iPhones e Macs podem ser adquiridos em até 12 prestações na loja online. Aí fica fácil para todo mundo: o MacBook Pro com tela Retina de 15 polegadas, de entrada, sai por apenas 12 vezes de R$ 1.583,25. Quem paga à vista ganha 10% de desconto.

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Com informações: IDG Now.

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Denilson Rocha
Absurdo à parte, faltou a informação crucial: qual a política de entrega de versão, já que em 36 meses, né... uns 5 ou 6 lançamentos acontecem.
Janio Sarmento
1. Aqui estamos falando de consórcio de produtos Apple. 2. Você é que está dizendo que a falta dos R invalida argumentos. Em minha opinião não invalida, só enfraquece. 3. Não tem número 3.
Alberto Prado
Sim, claro, pois a falta de um R invalida todo e qualquer argumento. E não se trata de produtos da Apple. É todo e qualquer produto em situação semelhante. Como por exemplo o Z5. Mas você não viu nenhum notícia de consórcio de Z5 por aí né?!
Janio Sarmento
Você tentou ser irônico mas não entendeu a minha ironia. Típico. Ficam com esse papo furado de que educação financeira deveria ser ensinada na escola. Mas o que é ensinado na escola as pessoas fazem questão de esquecer, é uma espécie de rebeldia pela ignorância. Daí a comentários atacando o governo (não que eu esteja defendendo, veja bem) é um passo de formiga. Quando se trata de produtos da Apple muito poucos mantêm a racionalidade (eu mesmo não mantenho). Trata-se de vaidade, de consumismo, e esse "sonho" de alguns de que exista um grande boicote para os preços da Apple baixarem jamais vai acontecer. É mais fácil de o cometa do arrebatamento levar os chatos todos pro céu de uma vez do que fanboy da Apple (não importa o quão rico ou pobre seja) deixar de sê-lo. Dá licença que vou arrumar um tempo pra desenhar, e aí subo a imagem pra cá, para ver se assim fica mais fácil de entender.
Alberto Prado
Obrigado pelo comentário extremamente pertinente a discussão e que elevou muito o nível de conhecimento de todos. ;)
Janio Sarmento
Galera está levando muito a sério esse lance de economizar. Até o R dos verbos no infinitivo estão em modo de economia extrema ultimamente. E isso, sim, é ensinado nas escolas.
Alberto Prado
Em uma primeiro momento pode parecer isso mesmo. Mas veja, depois que o governo deu aquela "ajudinha" pra todo mundo gasta, muita gente não tá conseguindo honrar seu compromissos e isso pode leva a uma quebradeira geral dos bancos e indústrias. Se o cidadão economiza, ele terá que guarda o dinheiro em alguma lugar. Se ele tiver noção financeira, não vai ser em baixo do colchão. Poderá ser em um fundo de renda fixa, letras do tesouro ou até na bolsa. O que acabaria por pôr dinheiro na economia indiretamente, mas de maneira saudável.
Jorge Bevilacqua

Só vim pra ler os comentários (2)

Renato Dantas
Só vim pra ler os comentários (2)
Castiel

é praticamente uma moto em valor, se o povo boicotasse, o valor baixaria

Dean Winchester
é praticamente uma moto em valor, se o povo boicotasse, o valor baixaria
Higo
E como em todo consórcio, as parcelas até lá vão aumentando. A cada lançamento da maçã. Só brasileiro pra cair numa FURADA dessas... parece brincadeira...
Higo
Não, as parcelas vão subindo junto para que lá na frente vc possa pegar o bem com o preço cheio. É assim q funciona o consórcio.
Tiago Celestino
It's Brazil!!!
Tiago Celestino
Muitos dos jovens caem nessa armadilha. Começam a trabalhar, fazem milhares de cartões (C&A, Renner, Riachuelo etc...) achando que tem dinheiro e depois da primeira fatura, passa a pagar o valor minimo, o que acontece? Vira uma bola de neve.
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