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10 celulares mais marcantes dos últimos 10 anos

O mercado de celulares mudou drasticamente na última década, mas estes aparelhos ficaram na história

Por
1 ano atrás
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Todos os dias, em algum lugar do mundo, uma empresa coloca um celular novo no mercado. Só que alguns aparelhos ficam marcados na história, seja pela quantidade impressionante de vendas, seja pela capacidade de influenciar todos os produtos que vieram depois dele.

Nos últimos 10 anos, vimos o mercado de celulares mudar radicalmente com a popularização dos smartphones, um eletrônico que era restrito a um pequeno nicho de pessoas, mas que atualmente é essencial para muitos de nós. Algumas fabricantes surgiram, outras morreram, outras passaram por fases ruins e conseguiram se recuperar.

Em comemoração aos 10 anos de vida do Tecnoblog, confira os 10 celulares mais marcantes dos últimos 10 anos:

1. Motorola Moto G (2013)

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A primeira geração do Moto G não surpreendeu pelo hardware potente, pela câmera impressionante ou pelo acabamento premium. Ele não tinha nada disso. Mas foi o primeiro smartphone a oferecer uma experiência de uso decente no Android sem cobrar muito. Antes do lançamento da Motorola, quem não tinha mais que 1.000 reais para comprar um smartphone precisava conviver com aparelhos lentos, cheios de aplicativos inúteis pré-instalados e telas de péssima qualidade.

O Moto G mudou isso ao oferecer uma excelente tela de 4,5 polegadas com resolução de 1280×720 pixels, processador quad-core, 1 GB de RAM e 8 GB de armazenamento interno por 649 reais. Tudo isso na época em que, pelo mesmo preço, as concorrentes colocavam displays terríveis de 480×320 pixels, 512 MB de memória (insuficiente para dar conta do Android) e pouquíssimo espaço para guardar arquivos. Comprar um microSD era praticamente obrigatório.

Ele não é mais o rei do custo-benefício: o Moto G de terceira geração está caro em relação aos seus pares, em partes por causa da crise econômica e pelo fato de que a Motorola ainda está tentando se tornar lucrativa. Mesmo assim, o surgimento do primeiro Moto G foi fundamental para que, atualmente, seja possível ter um bom smartphone mesmo com pouco dinheiro no bolso.

2. Apple iPhone (2007)

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Quando Steve Jobs apresentou o iPhone, em janeiro de 2007, muitos duvidaram que a Apple teria sucesso no mercado de smartphones. Ele não tinha sequer um teclado físico, a câmera de 2 megapixels ficava atrás de aparelhos bem mais acessíveis e o sistema operacional era tão limitado que não permitia nem copiar e colar texto. Quem pagaria 500 dólares para digitar tocando na tela e não poder nem ouvir rádio FM?

Seria impossível o celular de brinquedo da Apple desbancar a poderosa BlackBerry e os elegantes celulares finlandeses com Symbian. Steve Ballmer que o diga. O iPhone era totalmente fechado, não tinha nenhum slot de expansão. Seria muito mais inteligente investir toda essa dinheirama num Pocket PC.

O tempo mostrou que o iPhone não apenas foi um sucesso comercial, como também influenciou toda uma geração de smartphones que viria pela frente. Se o iPhone não tivesse surgido, o desenvolvimento do Android provavelmente continuaria sendo influenciado pelo BlackBerry. E você estaria lendo este artigo na sua tela de 3 polegadas para depois escrever um comentário com seu confortável teclado QWERTY deslizante. Ou sua canetinha stylus.

3. Samsung Galaxy Note (2011)

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Em 2011, muitos acharam absurdo (e até bizarro) o smartphone desengonçado de 5,3 polegadas da Samsung, incluindo este que vos escreve. O Galaxy Note surgiu na época em que os smartphones possuíam telas de 4 polegadas ou menos e algumas fabricantes até apostavam em celulares mais compactos, quando a miniaturização estava a todo vapor. Quem lembra do Sony Ericsson Xperia X10 mini com tela de 2,5 polegadas?

O fato é que o Galaxy Note inaugurou uma nova categoria de smartphones, que hoje não é uma “nova” categoria, é a categoria padrão. Com poucas exceções, como os iPhones e a linha Compact da Sony, não existem mais topos de linha com telas menores que 5 polegadas. Vide Galaxy S6 (5,1 polegadas), G4 (5,5 polegadas) e Moto X Style (5,7 polegadas). Até mesmo a Apple, que tinha o costume de ditar tendências, se rendeu à demanda do mercado, lançando iPhones de 5,5 polegadas.

E olha que, nos idos de 2011, a tela do Galaxy S II parecia bastante exagerada. Ele tinha um display de 4,3 polegadas. Como o mundo muda, não?

4. Nokia 808 PureView (2012)

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Um sensor de câmera tão grande que criou um calombo na traseira do celular. Esse era o Nokia 808 PureView, um Symbian que elevou o nível das câmeras, capturando imagens detalhadíssimas com o sensor de 41 megapixels. Até hoje, essa é a maior resolução que um celular já atingiu, juntamente com o Lumia 1020, com Windows Phone, que possui a mesma resolução, mas traz um sensor ligeiramente menor.

Com flash de xenon e lentes Carl Zeiss de abertura f/2,4, o Nokia 808 PureView era um desastre como smartphone, mas foi um dos primeiros celulares a capturar fotos decentes em situações noturnas. Ele também permitia enxergar com clareza objetos muito distantes do fotógrafo. No modo PureView, que reduzia as fotos para 8 megapixels, praticamente não havia ruído e era possível dar zoom digital sem perda de qualidade, já que a imagem era recortada, não esticada.

O Nokia 808 PureView foi um marco não apenas por ter uma câmera muito acima da média, mas também por ter sido o último celular da história com sistema operacional Symbian. Descanse em paz.

5. BlackBerry Pearl 8100 (2006)

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O BlackBerry Pearl 8100 foi um dos primeiros smartphones da BlackBerry atraentes para o consumidor final. Ele surgiu em 2006, na época em que a empresa estava em franco crescimento e ter um BlackBerry era algo descolado — e sinônimo de prestígio, já que a marca era constantemente atribuída ao público corporativo, especialmente executivos atarefados que podiam ler seus emails em qualquer lugar.

O design icônico da BlackBerry, com duas letras por tecla, nasceu no BlackBerry Pearl 8100. No centro, um vistoso círculo, chamado Trackball, era o método de entrada usado para navegar na interface do BlackBerry OS, que rodava com um processador Intel de 312 MHz e tela de 2,2 polegadas. Foi o primeiro celular da BlackBerry com câmera: ele era capaz de tirar fotos de nada empolgantes 1,3 megapixels.

Como qualquer linha de celulares na década passada, o BlackBerry Pearl ganhou uma série de variantes, como 8110, 8120 e 8130, que eram compatíveis com diferentes tecnologias de rede, na época em que o mundo estava dividido entre GSM e CDMA. O Pearl abriu caminho para o Curve, uma linha que ficou extremamente popular, inclusive no Brasil, devido ao preço acessível em relação aos outros aparelhos da marca.

6. Motorola Rokr E1 (2005)

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Lançado em setembro de 2005, o Rokr E1 foi a primeira tentativa da Apple no mercado de celulares e pode ser considerado o pai do iPhone. Ele tinha como diferencial a integração com a iTunes Music Store. Como a Motorola era uma referência em inovação no mercado de celulares (quem não queria um V3?) e a Apple estava fazendo um sucesso estrondoso com os iPods, fazia todo sentido unir as duas coisas.

Obviamente, o Rokr E1 não deu certo, por uma série de fatores. Uma das limitações é que o celular carregava apenas 100 músicas por vez, e a transferência de arquivos era muito lenta, já que o aparelho não tinha suporte ao USB de alta velocidade. Foi com o Rokr E1 que a Apple percebeu que deveria produzir seu próprio celular, já que outras fabricantes não trabalhariam do jeito que ela queria.

O Rokr E1, na verdade, não era muito mais do que um E398 reestilizado. O E398, diferentemente do celular feito em parceria com a Apple, fez bastante sucesso no Brasil devido às características atraentes, como a tela colorida, uma câmera traseira com flash LED e toques em MP3. Porque ringtone monofônico e polifônico é coisa do passado.

7. Motorola Milestone (2009)

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O Google deve muito à Motorola pelo sucesso do Android. O Milestone chegou em novembro de 2009 e foi um marco para a plataforma: ele foi considerado por muitos o melhor smartphone Android já lançado até aquele momento. O resultado? Um sucesso total: as estimativas apontaram 1,05 milhão de unidades vendidas em 74 dias, mais do que a primeira geração do iPhone.

O Milestone chamava a atenção pelo design sóbrio, boa qualidade de construção e teclado QWERTY deslizante. O hardware, impecável para a época, era formado por um processador de 600 MHz, 256 MB de RAM, 133 MB de armazenamento interno (mas um microSD de 8 GB era incluído na caixa), tela de 3,7 polegadas (480×854 pixels) e câmera traseira de 5 megapixels.

Apesar de ter sido um sucesso de vendas, o Milestone foi um dos primeiros smartphones a marcar negativamente a imagem da Motorola devido ao rápido abandono de software: lançado com Android 2.0 Eclair, ele só recebeu atualizações até o Android 2.2.2 Froyo, em março de 2011. Essa característica da Motorola se estendeu a vários outros smartphones da empresa, que precisou mudar sua estratégia três anos depois, com a linha Moto.

8. Samsung Galaxy S (2010)

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O Galaxy S foi o primeiro flagship Android da Samsung, a maior parceira do Android atualmente. Com mais de 25 milhões de unidades vendidas, ele foi um dos pivôs na interminável briga de patentes entre Apple e Samsung, por ter um design muito semelhante ao dos iPhones, com uma carcaça retangular com cantos arredondados e botão de início no centro (pois é).

O smartphone da Samsung era bastante poderoso, com processador de 1 GHz, 512 MB de RAM e até 16 GB de armazenamento interno. O componente que mais chamava a atenção era a tela de 3,7 polegadas com painel Super AMOLED, capaz de apresentar um nível de preto real e cores muito mais vibrantes em relação aos LCDs usados pelas concorrentes.

O modelo brasileiro era capaz de reproduzir TV digital e custava 2.399 reais, um preço altíssimo para a época. Mesmo assim, ele a primeira alternativa para o iPhone de muita gente.

9. Nokia Lumia 800 (2011)

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A Nokia, que foi a maior fabricante de celulares do mundo na década passada, não estava em seus melhores momentos em 2011. Os finlandeses sofriam com a concorrência do iPhone e dos recém-chegados Androids, que competiam em todas as faixas de preço e roubaram o mercado do Symbian. Foi naquele ano que a Nokia fechou um acordo de exclusividade com a Microsoft para usar Windows Phone em todos os smartphones futuros.

O primeiro filho desse casamento foi o Lumia 800, que parecia ter sido feito às pressas: o design do aparelho era basicamente um N9 com os botões capacitivos do Windows Phone implantados de qualquer jeito na parte inferior do smartphone. Com desempenho fluido, câmera boa e tela que agradava na época, ele não era ruim, pelo menos no hardware. Mas a loja de aplicativos deficiente e o sistema operacional imaturo tornaram o Lumia 800 uma promessa do futuro — que nunca chegou, até porque nenhum Windows Phone 7 foi atualizado para o Windows Phone 8.

O resto da história você conhece: com a exclusividade do Windows Phone, a Nokia cancelou outros projetos (como o MeeGo) e nunca mais conseguiu recuperar sua posição de liderança no mercado.

10. Nokia N95 (2006)

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Mas é claro que a Nokia teve seus bons momentos nos últimos 10 anos (ótimos momentos, inclusive). O celular mais impressionante na era pré-iPhone era o Nokia N95, que era basicamente um canivete suíço, de tanta funcionalidade embutida. O próprio design era diferenciado, por deslizar dos dois lados. Bastava subir a tela para revelar o teclado numérico, ou descê-la para abrir as quatro teclas multimídia.

Robusto, assim como a maioria dos celulares da Nokia, o N95 era tão espesso quanto três iPhones empilhados. A parte traseira lembrava uma câmera compacta — aliás, a câmera de 5 megapixels do poderoso da Nokia ainda é decente mesmo para os padrões atuais. Muitos projetos chineses tentaram imitar o visual chamativo do N95, tamanho o sucesso do formato, que serviu de inspiração para os sucessores N96 e N97.

O Nokia N95 fez tanto sucesso, mas tanto sucesso, que só foi descontinuado pela Nokia em 2010, quatro anos depois. Não se fazem mais celulares como antigamente.

Este post faz parte das comemorações do aniversário de 10 anos do Tecnoblog.

Mais sobre:
  • matheusferreira

    Usa-se a.C. e d.C. para antes e depois de Cristo. Podemos então usar a.I. e d.I para o caso de antes e depois do iPhone? rsrs

  • David Diniz

    Cade o mito, o ÚNICO Nokia 3310 tecnoblog? Não pode se falar de celular sem mencionar esse celular que além de fazer o básico servia de arma branca também?

    • Samuel Cesar

      Meu primeiro celular ganhei em 2003, tendo dois modelos um tecla colada a outra e o outro sem as teclas coladas. Se não me engano primeiro telefone com tecnologia GSM no Brasil.

    • Trovalds

      Nokia 3310 é de 2000. Releia o título da matéria.

    • Azazel

      A matéria fala dos últimos DEZ anos, ou seja, de 2005 pra cá. O 3310, como já disseram, é do ano 2000.

  • Islan Oliveira

    Desses só tive mesmo o Moto G, mas o legado dele na Motorola pós-Lenovo está perdido. Muitos desses celulares na lista tiveram o legado perdido, por um motivo ou outro.

    • João Calandreli Filh

      tb só tive o Moto G, mas confesso que o N95 foi um sonho de consumo… todos os outros da lista eram muito caros pro meu bolso. Xperia Play já foi sonho de consumo tb, assim como o Xperia Arc. Antes disso tudo, fiquei tarado uma época pelo Motorola ZN5, camera 5 megapixels da kodak e wi-fi, isso em 2008, também lembro que no início do android meu irmão teve um Motorola Backflip, outro q eu morria de vontade de ter…

  • Vanderlei Gomes Fotografia

    Me arrependo de ter vendido o meu N95 , era incrível para a época fiz fotos lindas com ele.

    • Anthony Fernando

      Realmente possui um e me arrependi de ter trocado em um Nokia 5800 XpressMusic que por sinal era bom, mas n quanto o N95!

  • Trovalds

    “O tempo mostrou que o iPhone não apenas foi um sucesso comercial, como também influenciou toda uma geração de smartphones que viria pela frente. Se o iPhone não tivesse surgido, o desenvolvimento do Android provavelmente continuaria sendo influenciado pelo BlackBerry. E você estaria lendo este artigo na sua tela de 3 polegadas para depois escrever um comentário com seu confortável teclado QWERTY deslizante. Ou sua canetinha stylus.”

    Agora pode jogar a pá de cal.

  • o celular que tive a melhor experiência da minha vida foi o Rokr E1. Era muito luxo pra época.

    • Willian Nobuo

      concordo…tenho o meu até hj.

  • doorspaulo

    Um celular que achei bem marcante nesse meio tempo, além dos citados, foi o Xperia Play.
    Logo quando lançou, se tornou um sono de consumo!

    • Alberto Prado

      Idem. Eu ainda mantenho o meu e uso outro android mais moderno.

      • doorspaulo

        Sim, também tenho o meu guardado, com emuladores de Snes,GBA e psx xD

    • Pena que ele era “quase bom”, mas era um Android single core com 512mb de RAM… Se tivessem lançado um segundo modelo arrumando isso acho q estaria usando o meu até hoje. 🙁

  • Petró

    Saudades do meu Nokia Lumia 800, uma pena que morreu no Windows Phone 7.8.

  • Luis Cesar

    Justo.

  • Bruno Soares

    Ótima lista! Única ausência ao meu ver seria do HTC One, que parece ter inspirado as fabricantes a investirem mais nos materiais…

  • Rafael Cunha

    Saudades do n95. Tive 2 n95, qualidade de áudio e câmera sensacional

  • alxbr

    Faltou falar da HTC.
    O Android não seria o que é sem ela, ainda que a empresa hoje esteja quase fechando as portas.
    Mais informações:

    http://www.digitaltrends.com/mobile/the-decline-and-fall-of-htc/

  • Denilson Rocha

    Nokia 5310 Xpress Music (2007). Ok, ele nem sonhava em ter Wi-fi ou 3G, mas era incrivelmente fino e bonito para os padrões da época, inclusive para os padrões da Nokia. Tive 3 entre 2007 e 2010, um me roubaram, o outro vendí e me arrependí, comprando o terceiro logo em seguida.

  • Maicon D’Lima

    O Sony w580 não está na lista. Sério? Só eu acho ele marcante?

    • Homero Gamer

      Sim

    • Anthony Fernando

      Minha mãe ainda tem um, hehe!

  • Robson Queiroz

    Muito bom a matéria sobre celular parabéns pela matéria!!!!

  • Anayran Pinheiro

    Sacada fenomenal de colocar o Moto G em primeiro lugar. Definitivamente se hoje temos celulares mid-ends a menos de 900 reais que quebram um belo galho, temos que agradecer a ele.

    P.S.: sdds N95. Quero um até hoje para usar como celular secundário, hahahaha!

    • Motorola chutou vários traseiros mostrando como fazer um celular bom e barato.

      Graças a isso foi que a Samsung e as outras tiveram que caprichar nos seus low ends.

      • Sergio Moreira

        Mas agora ficou caro

    • Matheus Saar

      verdade! queria um n95 pra usar de secundário!

  • leoleonardo85

    Eu acho o Milestone lindo até hoje, devia ter mais dele.

    O N95 tinha recursos demais, é uma das lacunas tecnológicas da minha vida que nunca vou preencher, pois nunca tive um.

  • abraaocaldas

    eu tive o milestone! foi um bom celular, também tive um samsung omnia 7 que foi um dos primeiros com windows phone, bateria boa e corpo de metal com tela de super amoled em 2010, uma pena que foi abandonado….

    • Antony

      Omnia W*
      Tive um tb, que funciona até hj com minha mãe.

    • Sua Mãe Aquela Honesta Senhora

      Também tive um omnia w. Era ótimo

  • Sergio Moreira

    Terrível foi o galaxy câmara verdadeiro horror

  • Tentei entender a lógica de ordenamento dos aparelhos, mas não tem lógica nenhuma.

  • Senti falta do Nokia E70, aquele com teclado lateral.

  • jairo

    Excelente copilação dos melhores smartphones , da lista tive o Milestone e o meu xodó na época o N95 , colocaria o N8 na lista pois foi além de um excelente “cameraphone ” um celular com excelentes recursos nativos ( saudades do symbian^3).

    • FFS

      Também acho que o N8 deveria estar nesta lista. Meu último Nokia e meu último Symbian.

    • joaofla123

      Morro de saudades da camera do meu N8, não sei avaliar muito bem questões técnicas mas eu achava as fotos ótimas, mesmo já tendo usado cameras do moto x play e galaxy s4 e s6 ainda ficaria com a camera do N8.

    • Anthony Fernando

      O N8 colocava qualquer smartphone no chinelo na época, no quesito câmera

  • Cleverson Izzo

    Dez anos atrás, 2005, e não citar nenhum HTC Windows Mobile foi estranho…

  • Mario Junior

    Me lembro que no começo de 2011 eu estava com uma dúvida danada, entre o iPhone 4 e o Galaxy S.

    Melhor escolha que fiz foi ter pego o iPhone 4.

    • Jimok

      Hããããã? O que isso tem a ver com a matéria?

      • Mario Junior

        Humm, deixa eu ver…

        O Galaxy S citado na matéria?

    • Alex Oliveira

      Eu peguei essa arma do Galaxy S, fiquei 6 meses com ele e abandonei.

  • Henrique Ferreira Lima

    AHHHH N95! Tenho até hoje a sua versão barra, o N82. Quase o mesmo design, a mesma câmera mas com o benéfico do flash xenon. As vezes eu ainda o uso pra fotos no escuro. Melhor que muito celular de hoje

    • Leonardo Souza

      Tive um Sony Ericsson k790i… concorrente do N82… tirava ótimas fotos com a câmera de 3.2mp rs

  • Sobre as atualizações do Milestone: Razr D1/3 e Moto E discordam sobre a Motorola ter melhorado. xP

    Dúvida: o Galaxy S tinha uma tela de 4 polegadas, não? Todo review dele diz 4 polegadas.

  • Roberto

    O que dizer do Moto G, que conheço muito bem e considero pakas? Meu primeiro smartphone, dois anos de uso e sem problemas, obrigado Motorola 😉

  • Afonso Alban

    a lista está em ordem de “importância”? se sim, o iPhone deveria ser o #1, já que ele realmente revolucionou o mercado (a própria descrição deixa isso claro). junto a isso, o N95 merecia uma posição melhor kkkk

  • Até hoje desejo um N95.

  • LeeEdwards2

    Moto G na frente do iPhone? Então concluo que essa numeração é aleatória, e não por ordem de importância. Se for assim até aceito.

  • Jonatas Barbosa

    Bons tempos de NSeries ^^ Parabéns pelo post!

  • Rafael

    Realmente, saudade da Nokia.

  • Jonatan

    quem nunca teve um N95 não sabe o que é um celular foda, faça uma ressalva breve para um dos celulares que eu mais gostei que foi o Nokia 3250 que girava na parte de baixo, ele era mt foda

  • Eliezer

    Nokia N95 vai fazer 10 anos…

  • O Nokia 808 é tão ruim que continuo usando até hoje. Melhor smartphone da Nokia!

  • Cade o V3?

  • Sobre o Milestone, eu tive a versão 2, era bonzinho, mas o mais marcante mesmo foi o “The King”. A câmera do N95 era realmente muito boa, tenho saudades desse aparelho…

  • Raphael Giannotti

    Meu primeiro smartphone foi uma Lumia 800. E devo dizer que não se faz mais aparelhos com a qualidade de construção que ele tinha, independente de ter sido uma cópia do N9 ou não. A tela dele era excelente, o Amoled fazia toda a diferença, não era minúscula, mas não era gigante, 3.7″ era bom pra época. De fato o sistema no início deixava muito a desejar, ainda hoje está melhorando muita coisa, mas eu achava muito mais da hora do que o layout do Android. Ainda uso WP num Lumia 720, e hoje está muito melhor.

  • Igor Lima Kock

    faltou o nokia tijolão