Robotic Falconry

Os drones são uma das invenções mais interessantes dos últimos tempos, mas nem sempre é conveniente que eles voem por aí. Dependendo das circunstâncias, pode ser necessário até derrubá-los. Essa é a missão do Robotic Falconry, como vem sendo chamado: trata-se de um drone que foi desenvolvido para “caçar” outros drones.

Apesar do nome, o Robotic Falconry não lembra uma ave. Na verdade, a aeronave pouco difere de um drone convencional. O que o torna distinto é a presença de uma rede que é lançada na direção do inimigo.

Você já deve ter sacado a ideia: o Robotic Falconry persegue o alvo e, quando se aproxima o suficiente, dispara a rede. Esta envolve todo o drone e, consequentemente, o faz parar de voar. A melhor parte é a rede continua ligada ao Robotic Falconry por uma fina corda, logo, a “caça” pode ser transportada para averiguação ou simplesmente recolhida.

O projeto está sendo desenvolvido na Universidade Tecnológica de Michigan. O engenheiro mecânico Mo Rastgaar, principal nome por trás do projeto, explica que teve a ideia de criar o Robotic Falconry ao descobrir que autoridades cogitavam utilizar atiradores profissionais em eventos como a Copa do Mundo de Futebol para interceptar drones xeretas.

A invenção se mostra como uma solução para esses casos porque, como o drone bisbilhoteiro é capturado com uma rede, não há o risco de a aeronave cair sobre pessoas que estão na arquibancada de um estádio, por exemplo.

Outra vantagem: o Robotic Falcon é operado via controle remoto, mas pode ser programado para atuar de modo autônomo ou misto. Neste último caso, o drone pode, por exemplo, perseguir um alvo, mas o disparo da rede fica por conta do operador.

Se por alguma razão as autoridades acharem que o Robotic Falconry não é suficiente, tecnologias alternativas não faltam. Há de rifles que disparam ondas de rádio para derrubar a aeronave a sistemas antidrone de longo alcance.

Com informações: Mashable, Michigan Tech News

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Marcos Guilherme

kkkkkk, lembrei a mesma coisa.

Cumpadi Úochinguinton

Os tempos mudaram né...antigamente agente pedia alguns centavos pro papai ou pra mamãe para comprar a pipa e a linha. Hoje em dia os filhos pedem um drone de presente!
- Papai me dá um Drone!
- Dá o que menino? Oxi!

Bruno Borges
Os tempos mudaram né...antigamente agente pedia alguns centavos pro papai ou pra mamãe para comprar a pipa e a linha. Hoje em dia os filhos pedem um drone de presente! - Papai me dá um Drone! - Dá o que menino? Oxi!
Ricardo - Vaz Lobo
Estão aposentados o cerol e a linha chilena: vamos dar um "cabrestão" no drone do moleque da rua de baixo.