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Mais um prego no caixão do Flash: Google só aceitará anúncios em HTML5

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2 anos atrás
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O Flash está morrendo lenta e dolorosamente há alguns anos. Nesta terça-feira (9), o Google colocou mais um prego no caixão do plugin de navegador que amamos odiar: a partir de 30 de junho, os anunciantes não poderão mais cadastrar banners em Flash nas plataformas AdWords e DoubleClick.

O próprio Google já oferece ferramentas que convertem banners em Flash para peças em HTML5, ainda que com algumas limitações. O objetivo é simples: permitir que as propagandas apareçam no maior número de dispositivos possível, incluindo smartphones e tablets, que não costumam suportar arquivos em Flash.

Adobe Flash

A partir de 2 de janeiro de 2017, o Google vai parar de exibir propagandas em Flash, com exceção dos anúncios em vídeo. A empresa recomenda que os anunciantes atualizem suas peças para HTML5 antes que as mudanças entrem em vigor — para ajudar na migração, é possível utilizar o AdWords Ad gallery, que permite criar banners dinâmicos livres de plugins de terceiros.

Esta é apenas mais uma das iniciativas do Google para ajudar a matar o plugin: em junho de 2015, uma atualização fez o Chrome parar de exibir a maioria dos conteúdos em Flash por padrão, principalmente os não essenciais, como banners e animações espalhadas pela página. A ideia era melhorar a eficiência energética do navegador, que usa mais processamento que os concorrentes.

Até a Adobe está querendo se livrar da imagem ruim da tecnologia: o Flash Professional, usado para criar animações no formato moribundo, foi renomeado para Adobe Animate CC, com foco em padrões abertos, como WebGL e HTML5. A web agradece.

Mais sobre: ,
  • estao pregando muito devagar

    • Homero Gamer

      A internet não tem culpa de que programadores viraram um bando de PNC preguiçoso que mal consegue sair da cadeira quanto mais acompanhar a evolução.

  • Henrique Bonfim

    Já tem uns 10 anos que escuto isso de que o flash está morrendo. Já tá na hora de, ao menos o Google, acabar com toda e qualquer compatibilidade em seus navegadores.
    Mas, admito que a coisa está muito melhor. Que o digam os sites mobile. Alguns eram impraticaveis.

    • Ed

      Quanto mais os smartphones se popularizaram, melhor as coisas ficaram. Os sites precisam se adaptar ao que a clientela usa para acessá-los.

  • William Lima Crisostomo

    A maioria acha legal e tals essa morte ao flash, mas dizem que para aplicações de audio ele é muito superior às outras opções, vi algo relacionado a latência da transmissão e algo do tipo.
    Certamente o flash tem algo que é muito bom nele e essa parte certamente deveria ser aproveitada.

    • Gabriel Rezende

      Pois é, infelizmente para algumas coisas multimídia ele é a única opção, principalmente streaming. Está na hora de darem uma padronizada nisso também.

  • Diego Vieira

    O flash está morrendo para web, mas em agências de propaganda ele ainda viverá por muito tempo.

    • Ed

      Estando longe dos computadores de usuários finais, tudo bem.

    • Diogo Mendes

      Por causa disso que o adblock manda um beijo para essas propagandas.

  • Lucas

    Central City nunca mais será a mesma…

    • Willian Matheus Marchiori

      kkkkk

  • Wilson Neto

    aqueles Banners que aparece em frente as noticias e deixa o restante da pagina escura é em HTML5??? JESUS odeio aquilo, pior eh nao conseguir FECHAR de forma alguma

    • SiouxBR

      Na realidade aquela porcaria é feita com CSS+javascript e é compatível com praticamente qualquer versão de navegador. Ou seja, nem precisa usar HTML 5 para isso…

  • Tiago Celestino

    O Flash era uma tecnologia promissora, na verdade, foi promissora para sua época. O grande problema é que a Adobe não investiu pesado no time para manter o software a frente. Bugs graves, performance etc… ñ tem como manter uma tecnologia sem mante-la na frente. Sem contar na questão do custo para licençar o uso da tecnologia.

    Vejo muita gente batendo no Flash, mas esquecem que sem a tecnologia, não existiria muitos dos serviços que usamos hoje.