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Galaxy S7 e S7 Edge: os smartphones quase perfeitos

Samsung corrigiu os poucos defeitos da geração anterior e melhorou o que era bom

Paulo Higa Por
Nota Final 9.3

Eu costumo dizer que o Galaxy S6 foi uma virada de página na Samsung. Os coreanos finalmente investiram em design, melhoraram a interface pouco amada e elevaram o nível das câmeras de smartphones. O hardware, que já era um ponto forte da empresa, se tornou mais poderoso, com direito a um processador bastante otimizado e uma tela de encher os olhos.

Por isso, não é de se espantar que o Galaxy S7 não tenha nenhuma grande novidade. Olhando friamente, ele é apenas um refinamento do modelo anterior: a Samsung melhorou alguns componentes, adicionou uma entrada de cartão de memória para agradar aos usuários avançados, mudou alguma coisinha no design e… é isso.

Será que essa geração de refinamentos fez bem ao flagship da Samsung? Eu utilizei o Galaxy S7 Edge como smartphone principal na última semana e conto minhas impressões nos próximos minutos.

Review em vídeo

Design e tela

O Galaxy S7 melhora o design do Galaxy S6. A Samsung continuou apostando na mistura de alumínio e vidro, mas aparou as arestas (literalmente). A traseira, que era plana, ganhou curvaturas nas laterais que encaixam bem na palma da mão. O vidro que recobre o painel tem bordas suaves que contribuem com o visual e agradam os dedos, principalmente ao fazer gestos a partir das laterais da tela.

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A Samsung produz boas telas AMOLED para smartphones desde, pelo menos, o Galaxy S4 — e os novos Galaxy S7 e Galaxy S7 Edge continuam trazendo um display com altíssimo brilho, contraste forte, graças ao preto real e branco equilibrado, e cores mais saturadas, mas sem gritar nos olhos como nos AMOLEDs antigos. A principal característica do AMOLED, de acender apenas os pixels necessários, é aproveitada pelo recurso Always On Display, que comentarei adiante.

Mas o que me chamou a atenção foi que a Samsung aumentou a espessura em relação à geração anterior, indo na contramão do mercado (e talvez do pessoal do marketing). As medidas não ficam mais tão impressionantes na ficha de especificações, mas na prática a mudança foi ótima: o espaço adicional permitiu aumentar a bateria (o Edge foi o mais beneficiado, com capacidade 38% mais alta), adicionar a proteção IP68 para resistência contra água e, de quebra, diminuir o calombo da câmera traseira.

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Eu sempre questionei a corrida desenfreada das fabricantes para ver quem conseguia produzir o smartphone mais fino do mercado, o que prejudicava a capacidade da bateria, a ergonomia ou até o visual do aparelho. Uma das limitações ao reduzir as dimensões dos celulares é o módulo da câmera, que não acompanha a evolução e acaba deixando lentes para fora da carcaça, criando calombos bizarros. É bom saber que alguém notou que não precisamos de aparelhos da espessura de uma folha de papel (olá, Apple).

Claro que nem tudo é perfeito. Por algum motivo, a Samsung removeu o blaster infravermelho, presente desde o Galaxy S4, que permitia controlar qualquer dispositivo, como seu ar-condicionado ou televisão. E o conector ainda é o velho Micro USB, que não suporta as novidades do USB-C, como os múltiplos tipos de sinais (inclusive vídeo), as taxas de transferência mais rápidas e a potência maior para carregamento. A Samsung é uma das poucas empresas no mundo que seriam capazes de puxar a adoção do USB-C para cima, mas infelizmente decidiu deixar para uma próxima.

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De qualquer forma, o resultado final é um aparelho bem acabado, elegante e ergonômico, pelo menos até certo ponto, afinal, não dá para fazer milagres com telas tão grandes. O Galaxy S7 Edge, que tem display de 5,5 polegadas, compensa o tamanho maior pelas laterais curvadas e acaba tendo quase a mesma largura do irmão menor, logo, praticamente não há diferença na pegada.

Software e multimídia

O software da Samsung sempre foi alvo de controvérsias. Pelo menos para mim, ele tem melhorado a cada geração: o design agora está harmônico com os aplicativos do Android e não há uma sensação de trabalho mal acabado ou excesso de inutilidades da TouchWiz de três ou quatro anos atrás. Não é melhor nem pior que o Android puro, é apenas uma interface diferente.

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Com a atualização para o Marshmallow, a Samsung aproveitou para dar um tapa na interface, adotando mais branco e jogando para escanteio o verde característico das versões anteriores. Praticamente todas as boas novidades do Android 6.0 estão presentes no Galaxy S7, com a triste exceção da função que permite utilizar um microSD como extensão do armazenamento interno — até dá para fazer isso, mas apenas com gambiarras pouco práticas.

Outro ponto que ainda precisa de refinamento é o problema da duplicação de aplicativos. Por que colocar um cliente de email próprio se o Gmail já oferece suporte a qualquer servidor? Para que serve o navegador da Samsung se o Chrome já vem pré-instalado no smartphone? E qual a vantagem em utilizar o Galaxy Apps no lugar do Google Play? São tentativas (falhas) de tentar prender o usuário ao ecossistema (inexistente) dos coreanos.

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O Always On Display, que mantém a tela sempre ativada, mostrando um relógio, um calendário ou uma imagem aleatória, junto com o número de chamadas perdidas e mensagens não lidas, é uma boa novidade de software, mas ainda exige melhorias. Seria legal uma abordagem como a da Motorola, que permite visualizar prévias de notificações de aplicativos de terceiros, para que você realmente não precise ligar a tela. No Galaxy S7, o recurso não é muito mais do que um relógio bonito.

No caso do Galaxy S7 Edge, há uma função para aproveitar a curvatura da tela: deslizando o dedo a partir da lateral direita da tela (é possível trocar o lado se você for canhoto, como eu), você tem acesso a painéis com atalhos para contatos favoritos, aplicativos, tarefas (“tirar uma selfie” ou “ligar alarme”, por exemplo), índices financeiros e notícias do Yahoo. Esses três últimos são novidades da Edge UX.

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Outra novidade do software do Galaxy S7 é o Game Launcher, que centraliza os atalhos para os games e adiciona truques novos, como a possibilidade de gravar um vídeo de gameplay ou desabilitar todas as notificações enquanto estiver na jogatina. Por enquanto, acaba sendo mais uma função para promover o aparelho (hey, temos uma GPU boa!) do que algo realmente útil.

Câmera

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Um componente que a Samsung acertou em cheio no Galaxy S6 foi a câmera. No Galaxy S7, a empresa fez uma mudança que, assim como o aumento da espessura, não deve ter sido bem recebido pelo pessoal do marketing: diminuiu a resolução do sensor traseiro, de 16 megapixels para 12 megapixels. O que isso significa? Primeiro, que o consumidor leigo vai achar estranho e talvez torça o nariz. Segundo, que o sensor está com pixels maiores (o tamanho físico do componente também aumentou, para 1/2,5 polegada) e pode se dar melhor em condições mais desafiadoras de iluminação.

E a câmera realmente cumpre o que promete. As fotos do Galaxy S7 são simplesmente sensacionais. Em boas condições de iluminação, não há tanto destaque: as fotos ficam bonitas, com exposição equilibrada, boa definição e pouquíssimo ruído, como em praticamente todo smartphone acima dos 2.000 reais. É nas fotos noturnas e em ambientes escuros que o aparelho mostra seu potencial: as imagens saem com nitidez acima da média, ótimas cores e pouquíssimo ruído.

Eis as fotos de exemplo (o modelo que testei possui sensor Sony IMX260; alguns modelos trazem um componente da própria Samsung):

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Ou seja, a lente com abertura maior, de f/1,7, realmente faz diferença. Em comparação com a lente f/1,9, 25% mais luz penetra no sensor, e os resultados são notáveis: nenhuma das fotos que tirei durante a semana de testes (foram cerca de 150, em condições variadas de iluminação) saiu tremida ou com ruído alto. Além disso, a câmera é rápida para focar e não demora para começar a trabalhar: basta dar um duplo-clique no botão de início e o aplicativo da câmera abre quase instantaneamente.

A câmera frontal, com resolução de 5 megapixels, também possui abertura de f/1,7. Os resultados são bons, inclusive em ambientes internos:

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O Galaxy S7 tem a melhor câmera de smartphone que eu já utilizei.

Hardware e bateria

O modelo que será vendido no Brasil tem processador Exynos 8890, da própria Samsung, enquanto alguns poucos mercados receberão uma versão com Snadpragon 820. O chip da Samsung tem características interessantes, como uma espécie de “turbo”, bem parecido com o dos processadores da Intel, para dar um gás momentâneo em situações específicas.

O chip octa-core da Samsung tem dois grupos de núcleos, como de costume. Há quatro Cortex-A53 de 1,6 GHz que gastam menos energia e serão ativados em tarefas mais simples. E há outros quatro Exynos M1, desenvolvidos pelos coreanos, que teoricamente possuem frequência de 2,3 GHz — no entanto, para rodar melhor os aplicativos mal otimizados para multicore, eles conseguem atingir 2,6 GHz quando até dois dos quatro núcleos estão operando.

O que essa salada de números significa? Que o Galaxy S7 roda muito bem qualquer coisa. Os aplicativos abrem instantaneamente, qualquer página da web é processada rapidamente e os jogos são ajudados pela Mali-T880MP12, a melhor GPU da ARM produzida até o momento. Títulos pesados, como Dead Trigger 2Asphalt 8 e Real Racing 3 apresentaram bons gráficos e taxa de frames constante.

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Durante as sessões mais intensas, eu fiquei bastante incomodando com a alta temperatura do Galaxy S7 Edge: pela minha experiência, ele esquenta até mais que os concorrentes da mesma categoria. A Samsung investiu num sistema de refrigeração baseado em vapor, o que provavelmente contribuiu para que eu não sentisse perdas graves de desempenho enquanto o aparelho estava quente, algo comum nos esquentadinhos smartphones com Snapdragon 810 devido ao estrangulamento térmico.

Uma coisa bacana é que o gerenciamento de memória ficou melhor, pelo menos em relação à experiência que tive com o Galaxy Note 5. Nos smartphones da Samsung com 3 GB ou 4 GB de RAM que testei no passado, os aplicativos eram misteriosamente suspensos para economizar memória mesmo quando havia bastante RAM disponível. O resultado era um smartphone que demorava mais que o normal para abrir e alternar entre aplicativos. O Galaxy S7 ainda tem um gerenciamento “conservador”, mas não chega a afetar o uso diário.

Eu não consegui fazer testes confiáveis de autonomia com o Galaxy S7 normal, mas a bateria de 3.600 mAh do Galaxy S7 Edge dá conta do recado, para qualquer tipo de usuário. Durante a semana de testes, sempre consegui chegar em casa com algo entre 40% e 60% de bateria restante, depois de um dia inteiro (das 8h às 23h30) com 2h30min de streaming no Spotify pelo 4G, 1h30min de navegação pelo 4G e brilho no automático. Com o meu perfil de uso, o smartphone da Samsung é capaz de durar dois dias — e aguenta um dia inteiro de trabalho mais pesado com um pé nas costas.

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Mesmo com a volta do microSD, fica registrada a decepção com o armazenamento de somente 32 GB (dos quais apenas 24 GB estão disponíveis para o usuário). É verdade que o principal concorrente do Galaxy S7 (o iPhone 6s) ainda insiste nos 16 GB na versão de entrada, mas outras empresas já deram um passo adiante, inclusive cobrando menos: os últimos topos de linha da Motorola, como Moto Maxx e Moto X Force, já apostaram nos 64 GB.

Conclusão

O Galaxy S7 é, provavelmente, o melhor smartphone que o dinheiro pode comprar no momento. Embora não seja livre de defeitos, a Samsung continuou o ótimo trabalho que fez no Galaxy S6, ouviu os consumidores e melhorou o que já era muito bom. Ele tem a melhor tela, a melhor câmera e o melhor acabamento que já vi num smartphone, sem deixar a bateria de lado.

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Dadas as circunstâncias, é mais fácil dizer para quem o Galaxy S7 não é. O primeiro fator que pesa contra o aparelho da Samsung é, claro, o preço alto. Assim como qualquer smartphone topo de linha, ele é caro demais e inacessível para quase todos os brasileiros, ainda mais considerando o valor de lançamento.

O segundo fator é que, no nosso grupinho restrito de pessoas que acompanham notícias de tecnologia, há uma ansiedade por receber atualizações de sistema rapidamente, o que em muitos casos significa ter “Android puro”. Além disso, o fato do Galaxy S7 nacional trazer um processador Exynos 8890 (e não um Snapdragon 820) significa que a oferta de ROMs personalizadas reduz drasticamente, o que é um ponto negativo para os fuçadores de celulares.

No entanto, esses dois pontos podem ser relevados se considerarmos que o Galaxy S7, de fato, entrega o que promete — e quem procura um smartphone topo de linha, por motivos óbvios, não está esperando um preço baixo. Sem contar que várias funções do aparelho, especialmente relacionados à câmera e ao Samsung Pay, que chega ao Brasil nos próximos meses, não poderiam ser entregues com um sistema puro. A TouchWiz deixou de ser um problema há bastante tempo, e nós aprendemos que interface pura não é garantia de atualizações rápidas (os usuários do Moto Maxx que o digam).

Vale a pena? Do ponto de vista do custo-benefício, é provável que você encontre aparelhos que entregam uma experiência um pouco inferior a do Galaxy S7 e custem muito menos (como é o caso do próprio Galaxy S6, com as promoções do varejo). Mas, se dinheiro não é problema, é difícil que alguém fique decepcionado com o lançamento da Samsung. Os coreanos quase não deixaram espaço para críticas.

Galaxy S7 e S7 Edge

Prós

  • Bateria de alta capacidade, especialmente no Galaxy S7 Edge
  • Design sofisticado e resistente à água
  • Tela de altíssima definição e painel AMOLED de ótima qualidade
  • Qualidade de câmera elevada a um novo patamar

Contras

  • Aplicativos com funções duplicadas ocupando espaço
  • Recursos de software precisam de refinamentos, como o Always On Display
  • Remoção do blaster infravermelho e ausência de conector USB-C
Nota Final 9.3
Design
10
Tela
10
Câmera
10
Desempenho
9
Software
8
Bateria
9
Conectividade
9

Especificações técnicas

  • Bateria: 3.000 mAh (S7) ou 3.600 mAh (S7 Edge);
  • Câmera: 12 megapixels (traseira) e 5 megapixels (frontal);
  • Conectividade: 3G, 4G, Wi-Fi 802.11ac, GPS, Bluetooth 4.2 LE, USB 2.0, NFC, MST;
  • Dimensões: 142,4 x 69,6 x 7,9 mm (S7) ou 150,9 x 72,6 x 7,7 mm (S7 Edge);
  • GPU: Mali-T880MP12;
  • Memória externa: suporte a cartão microSD de até 200 GB;
  • Memória interna: 32 GB;
  • Memória RAM: 4 GB;
  • Peso: 152 gramas (S7) ou 157 gramas (S7 Edge);
  • Plataforma: Android 6.0.1 (Marshmallow);
  • Processador: octa-core Exynos 8890 de 2,6 GHz;
  • Sensores: acelerômetro, proximidade, bússola, giroscópio, barômetro, batimento cardíaco;
  • Tela: Super AMOLED de 5,1 polegadas (S7) ou 5,5 polegadas (S7 Edge) com resolução de 2560×1440 pixels e proteção Gorilla Glass 4.

Comentários

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Comentários com a maior pontuação

Lennon Roberto

Paulo Higa é meu reviewer brasileiro preferido. Seu trabalho é muito bom. Continue progredindo!

Igor Ferraz

E não é que eu fiz o mesmo?
Peguei o de 128gb por 1500, mas é usado.

Thiago Leite

Eu tô esperando o S9 ter alguns meses de mercado pra pegar o S8 huahua

Rodrigo Miranda
Aonde achou nesse preço?
Reginaldo Santos
kkkk. acabei de fazer a mesma coisa. mas peguei o de 128GB por 2.100
mrcmartini
2 anos depois, e cá estou eu para responder que foi o que eu acabei de fazer. Saiu o S8, tacou-lhe o valor do S7 Edge em 1.600 contos e peguei um.
Carol
Eu tô em dúvida entre o S7edge e o Zenfone 3 Zoom, principais objetivos: câmera, bateria e jogo muito pokemon go, qual o melhor?
williams

OBTENHA UM CARTÃO ATM ATM EM BRANCO HOJE de [email protected] e torne-se super rico.
Quero compartilhar meu testemunho sobre como recebi meu cartão BLANK ATM que mudou minha vida hoje. Eu já morava na rua onde as coisas eram tão difíceis para mim, mesmo para pagar minhas contas era muito difícil para mim, eu tenho que estacionar meu apartamento e começar a dormir na rua de Las Vegas. Eu tentei tudo que eu poderia fazer para garantir um emprego, mas tudo foi em vão. Então eu decidi navegar no meu telefone para obter emprego on-line onde recebi um anúncio em hackers anunciando um cartão de ATM em branco que pode ser usado para cortar qualquer ATM Machine em todo o mundo, nunca pensei que isso poderia ser real porque a maioria do anúncio no A internet baseia-se na fraude, então eu decidi fazer uma tentativa e olhar para onde isso me levará se ela puder mudar minha vida para sempre. Eu entrei em contato com esses hackers e eles me contaram tudo o que eu precisava para obter este cartão, isso é real e não é um golpe que me ajudou. Para cortar a história curta, esses hackers são especialistas em reparos, programação e execução de ATM, que me ensinaram várias dicas e truques sobre a invasão de um ATM Machine com um cartão de ATM em branco. Solicitei o cartão de caixa eletrônico em branco e foi entregue pra mim dentro de 3 dias e eu fiz como me disseram e hoje minha vida mudou de um caminante de rua para minha casa, não há MÁQUINAS de ATM, este CARTÃO ATM ATM BLANK pode penetrar em Porque ele foi programado com várias ferramentas e software antes de ser enviado para você. Minha vida realmente mudou e eu quero compartilhar isso com o mundo, eu sei que isso é ilegal, mas também uma maneira inteligente de viver, porque o governo não pode nos ajudar, então nós temos que nos ajudar. Se você também quiser este CARTÃO BLANK ATM, eu quero que você entre em contato com o Sr. Wandy através do seu e-mail [email protected]

Zé Ortiz
Melhor review em português que já li, antigamente eu corria muito pro Gsm Arena pra ficar por dentro das especificações dos aparelho.
Walter
A saída de som do S7 Edge é stéreo???
Yago Fernando Sgamatti
gentee, fui na loja da Samsung esse fds pra comparar meu S7 edge com os deles, e notei que há uma diferença entre as cores dos S7 edge do mostruário e o meu. Tipo, parece que brilham mais e talz. Coloquei ambas no mesmo modo de exibição e brilho máximo, e mesmo assim deu diferença de um celular pro outro. Alguém pode me explicar? vallllew
Fernanda Garcia
Boa noite, alguém sabe me dizer qual celular está melhor, se é o Moto Z play ou o Samsung s7 Edge?
Pedro Maverick
O meu não funciona 4G pela Claro de jeito nenhum! E o chip é aquele 4GMaxx...
André Alamino
NÃO COMPREM GALAXY, NÃO COMPREM SAMSUNG! Apenas 5 dias após pagar R$ 3.300,00 em um Galaxy S7 percebi a bosta que eu fiz. O aparelho começou a apresentar problema para carregar após eu fazer um teste de molhá-lo na pia do banheiro. Como comprei em loja presencial, a garantia da loja era apenas de 48h, e fui orientado a entrar em contato com o fabricante. Ao ligar em um serviço chamado CONCIERGE da Samsung fui informado que precisaria enviar para assitência técnica. Um problema notório de fabricação/projeto e o cliente ganha um equipamento recondicionado em 5 dias de uso???? Não para por ai, para ter o equipamento recondicionado precisaria ainda enviar para uma assistência técnica via correios, porque em Sorocaba não existe assistência SAMSUNG. Ou seja, fora o prazo dos correios, mais 7 a 15 dias sem celular!! Hahaha.. várias vantagens. Hoje em dia é bem fácil viver sem celular não? Quem compra um celular de mais de 3k quase não deve usá-lo né? Já tive IPhone com problema em período de garantia, sabe o que eles fizeram por não ter assistência? Trocaram por um novo na hora! Quase igual o tratamento. Protocolo do atendimento concierge 2160080542 - Atendente Kelly NÃO COMPREM SAMSUNG.. NÃO COMPREM SAMSUNG..NÃO COMPREM SAMSUNG..NÃO COMPREM SAMSUNG..NÃO COMPREM SAMSUNG..
Daniela Gomes Santos
Comprei um S7 no dia 28 de fevereiro, primeira queda, caiu de um mesa, mesmo estando com capa e tela protetora, já era, quebrou a parte traseira e a tela, nem a imagem aparece. Decepção total, tinha um s4, muito resistente, gostava bastante, por isso optei pelo s7 ao invés doa Iphone 7. Fiz uma pessima opção.
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