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Os processadores Core de 7ª geração estão chegando

Intel revela cronograma do Kaby Lake e lança processador de 10 núcleos: Core i7-6950X

Paulo Higa Por
3 anos e meio atrás

Você ainda nem pensou em fazer upgrade no seu computador, mas a Intel confirmou nesta terça-feira (31) que os primeiros processadores Core de sétima geração serão lançados até o final do ano. Batizados de Kaby Lake, eles começarão a ser produzidos nos próximos meses.

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Ainda não há detalhes do Kaby Lake, mas sabemos que os chips serão fabricados em processo de 14 nanômetros, marcando o fim da estratégia tick-tock da Intel. Pelo cronograma, os novos processadores deveriam ser fabricados em 10 nanômetros, mas serão apenas uma otimização do atual Skylake. A próxima miniaturização deverá acontecer no segundo semestre de 2017, quando a Intel lançará os chips Cannonlake.

Os Kaby Lake serão lançados junto com os Apollo Lake, que são uma espécie de versão mais barata dos processadores Core de sexta geração. Esses chips permitirão que os usuários assistam a vídeos em 4K e utilizem conexões USB-C em dispositivos que não custem os olhos da cara.

Core i7–6950X: o primeiro deca-core da Intel para desktops

Além de confirmar a chegada da sétima geração, a Intel lançou oficialmente quatro chips Broadwell-E. O principal é o Core i7–6950X, que traz nada menos que 10 núcleos rodando a 3,0 GHz, com Turbo Boost para 3,5 GHz. Ele também suporta Hyper Threading, o que significa que o Gerenciador de Tarefas do Windows deve ficar sensacional com 20 gráficos de CPU.

A ficha dos processadores Core i7–6800K, 6850K, 6900K e 6950X é cheia de números gigantes: eles trazem 6, 8 ou 10 núcleos, possuem cache L3 de até 25 MB e suportam memórias DDR4 de 2.400 MHz em quad-channel. Para alegria dos overclockers, todos os chips são desbloqueados.

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Os primeiros testes do monstrinho de 10 núcleos da Intel já saíram, revelando um aumento de 25% no desempenho em relação ao antigo Core i7–5960X. O problema, obviamente, é o preço: por US$ 1.723, ele é extremamente caro, mesmo para quem estava acostumado com os chips Extreme Edition da Intel, que ficavam na casa dos mil dólares.