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A Nintendo encontrou algumas relíquias esquecidas num de seus depósitos

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1 ano e meio atrás
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Você já notou que existe atualmente uma forte onda de saudosismo sobre videogames? Eu mesmo estou nessa aí até o pescoço. E é bem fácil perceber que o comércio de cartuchos e consoles retrô em sites de compra e venda é bem aquecido, com preços que variam entre as categorias “nossa-senhora-isso-tá-de-graça” até a “Ok-vou-deixar-isso-para-o-Tony-Stark.”

Se você também gosta de games antigos, prepare seu coração: esta semana, alguém da Nintendo do Japão resolveu dar uma organizada em um de seus depósitos e qual não foi a surpresa ao descobrir que uma das salas guardava prateleiras de caixas lacradas do Famicom. A versão ocidental é conhecida no Brasil como NES. Nintedinho para os mais íntimos.

E a empresa resolveu abrir uma das caixas para divulgar aos fãs:

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Nossa, rapaz… que eu pude até sentir o cheiro de videogame novo nessas fotos.

A cereja do bolo veio quando eles acharam caixas e mais caixas do raríssimo sistema de disquetes do Famicom. Sim, jogos em uma versão proprietária dos floppy disks, em contraponto aos cartuchos de Zelda que foram lançados nos Estados Unidos e outros países ocidentais. Estes cartuchos, aliás, vinham com bateria para salvar os jogos. No Japão, era o disquete quem armazenava isso, com um DRM precário e nada funcional, aliás.

Veja algumas imagens:

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E esses cartuchos eram gravados em máquinas chamadas Famicom Disk System Disk Writer: uns trambolhos com um monitor, uma entrada para o disquete-mãe, e até nove slots para disquetes virgens.

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Depois de gravados, você precisava encaixar o Famicom no sistema de disquetes, esperar o sistema operacional iniciar, pedir o disquete, para só então inserir o jogo na unidade e jogar. Assim:

Sim, era precário, mas não deixa de ser interessante. Além disso, olhar pra trás nos mostra exatamente como já avançamos.

Sei que o sentimento de saudosismo varia demais em suas motivações de pessoa pra pessoa. Mas posso dizer que, em mim, boa parte deste fascínio com jogos retrô se dá justamente por me mostrar quão legal é viver no futuro.

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