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Facebook, Twitter, Microsoft e YouTube se juntam contra distribuição de material terrorista

Diego Melo Por

Facebook, Twitter, Microsoft e YouTube anunciaram na segunda-feira (5) que estão se unindo para limitar a distribuição de material terrorista online. As gigantes da internet criarão um banco de dados com hashes (um tipo de “impressão digital” para identificar um arquivo específico) com materiais com conteúdo de terrorismo violento e de recrutamento terrorista que tenham sido previamente removidos de suas plataformas.

De acordo com o anúncio, uma vez adicionadas ao banco de dados, “outras companhias participantes poderão utilizar esses hashes para identificar esse tipo de conteúdo em seus serviços, verificar se violam suas políticas, e remover o material correspondente conforme apropriado”. Nenhuma informação pessoal será compartilhada, e o conteúdo identificado não será excluído automaticamente, ficando a decisão de removê-los a cargo de cada companhia. Outros serviços online serão incentivados à aderir ao projeto.

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Cada companhia participante também poderá contribuir de maneira independente para determinar quais hashes de imagens e de vídeos deverão ser incluídas no banco de dados. No entanto, segundo reportou o Ars Technica, não foram informados detalhes de como essa processo ocorrerá na prática.

De acordo com o site, isso poderia causar alguma polêmica no futuro, já que, ao contrário do que ocorre com projetos semelhantes no combate ao compartilhamento de pornografia infantil na internet, definir o que realmente é um conteúdo terrorista pode resultar em censura em casos como quando o material divulgado é controverso, porém está dentro da legalidade.

Segundo o anúncio, o objetivo do projeto é aumentar os esforços das companhias no sentido de “proteger a privacidade de nossos usuários e sua capacidade de se expressar livremente e com segurança em nossas plataformas (…) com o objetivo comum de prevenir a propagação de conteúdo terrorista online, respeitando os direitos humanos”. O anúncio completo pode ser conferido neste link.

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Jânia Paula

Segundo analise realizada no meu perfil, eu não sou drogada, sou VIRGEM! Diga-me com quem dorme que digo qual é seu selo !V!

Jânia Paula
Segundo analise realizada no meu perfil, eu não sou drogada, sou VIRGEM! Diga-me com quem dorme que digo qual é seu selo !V!
Jânia Paula
Segundo analise realizada no meu perfil, eu não sou drogada, sou VIRGEM! Diga-me com quem dorme que digo qual é seu selo !V!
Ricardo - Vaz Lobo

"O Grande Irmão está observando você." Orwell

Ricardo - Vaz Lobo
"O Grande Irmão está observando você." Orwell
Ronaldo
Para de usar drogas que passa.
Jânia Paula

O problema é que essas companhias se tornaram gigantes justamente porque vendem terrorismo, censura e compram apoio político. Agora, sob o pretexto de combate ao terrorismo e com discurso humanista verborrágico, formam cartéis e pactuam com governos para aumentarem o controle, esvaziar os debates e coibir as reuniões. É a anti ordem e o anti progresso através do mal uso de ferramentas tecnológicas. É a Matrix da Matrix!

Jânia Paula
O problema é que essas companhias se tornaram gigantes justamente porque vendem terrorismo, censura e compram apoio político. Agora, sob o pretexto de combate ao terrorismo e com discurso humanista verborrágico, formam cartéis e pactuam com governos para aumentarem o controle, esvaziar os debates e coibir as reuniões. É a anti ordem e o anti progresso através do mal uso de ferramentas tecnológicas. É a Matrix da Matrix!
Marcus Araújo

Se de fato for efetivo, acho bacana. Mas bem sabemos que o que mais fazem é utilizar o discurso de que é para o nosso bem para espionar ainda mais profundamente pra vender anúncios nos quais eu não quero clicar.

Aguardo o desenrolar disso.

Marcus Araújo
Se de fato for efetivo, acho bacana. Mas bem sabemos que o que mais fazem é utilizar o discurso de que é para o nosso bem para espionar ainda mais profundamente pra vender anúncios nos quais eu não quero clicar. Aguardo o desenrolar disso.
Gabriel B.R.

Primeiro as mensagens terroristas, depois as “notícias falsas”, assim como páginas que adotam o “discurso de ódio”... Tá ficando interessante isso. Basta uma interpretação um pouco mais elástica e já teremos censura.

Gabriel B.R.
Primeiro as mensagens terroristas, depois as “notícias falsas”, assim como páginas que adotam o “discurso de ódio”... Tá ficando interessante isso. Basta uma interpretação um pouco mais elástica e já teremos censura.