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Nubank está salvo: Banco Central não muda prazo de repasse dos cartões de crédito

Mudança poderia significar o fim da operação do Nubank e outros pequenos emissores de cartão de crédito no Brasil

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35 semanas atrás
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O Banco Central anunciou nesta terça-feira (20) medidas para melhorar a eficiência do sistema financeiro e tornar o crédito mais barato. Entre as mudanças, não está presente a redução no prazo de repasse do dinheiro de compras feitas no cartão de crédito para lojistas, que atualmente é de até 30 dias. A notícia foi comemorada pelo Nubank, que corria o risco de encerrar as operações se a medida fosse aprovada.

Em vez de reduzir drasticamente o prazo de repasse para até dois dias, como já acontece nos Estados Unidos, o Banco Central vai trabalhar em conjunto com as instituições financeiras para definir como implantar as medidas de forma sustentável, de maneira a não prejudicar a competição no setor.

Se a regra fosse aplicada imediatamente, pequenos emissores de cartão de crédito e empresas de maquininhas de cartão poderiam quebrar, já que não teriam dinheiro em caixa para arcar com suas operações. Por outro lado, a medida poderia beneficiar os lojistas, que atualmente demoram para receber o dinheiro de vendas feitas no cartão de crédito, gerando um descompasso entre receitas e despesas.

“Apesar de entendermos a situação dos lojistas, especialmente no cenário recessivo do país, seria ingênuo imaginar que o custo desse capital não seria facilmente repassado para os próprios lojistas e consumidores através do aumento de outras tarifas e juros”, diz o Nubank em comunicado. Segundo a empresa, “mais competidores no mercado trazem mais alternativas de melhor qualidade e menor custo para consumidores e lojistas”.

Outras medidas que impactam diretamente a utilização do cartão de crédito foram anunciadas pelo Banco Central. Uma delas, que deve entrar em vigor até março de 2017, é a proibição da exclusividade de bandeiras de cartões de crédito. Com a mudança, todas as maquininhas deverão ser compatíveis com todas as bandeiras, o que “aumenta a competição no mercado de cartões e beneficia o consumidor”.

Além disso, o Banco Central regularizou a diferenciação de preço, permitindo que os comerciantes possam cobrar diferentes valores dependendo do meio de pagamento. Na prática, a medida pode tornar as compras em dinheiro mais baratas e as compras no cartão de crédito mais caras. A autorização será dada por meio de medida provisória, que será publicada e deverá entrar em vigor nos próximos 12 a 24 meses.

  • Imagina o quanto eles não economizaram em propaganda com aquele chorôrô de ontem, né?

    • Chicão ✓ᵛᵉʳᶦᶠᶦᵉᵈ

      Melhor chorar antes que depois.

      • Julio da Gaita

        bem isso mesmo amigo @chicojose93:disqus , melhor chorar e não levar, do que tomar no toba e sair dando risada…

    • Barbosa

      Aí que você se engana.Foi justamente essa pressão que fez a equipe do BC amarelar.Lembre-se do ditado,”QUEM NÃO CHORA,NÃO MAMA”.

      • gicapp

        Olha, penso que o impacto na propaganda free seja muito superior à novela.

        • Barbosa

          Olha,o Nubank cresceu enormemente graças a propaganda boca a boca.Quem tem sabe a maravilha que é poder controlar tudo pelo app.Cartões com anuidade grátis tem aos montes,mas com um app igual ao do Nubank ainda não ví.

          • Vicenzo Terçariol

            banco original.

          • Barbosa

            Vicenzo,você tem os dois? Repito,igual o do Nubank ainda não ví.Controle total do cartão aliado a um ótimo atendimento pelo app também.Não digo que seja ruim o app do Original.

          • O Original cobra anuidade.

          • Exato!

          • Matheus

            O app do Original é ruim perto do Nubank, mesmo sabendo quem fez o do Original :p

      • Ah com certeza foram os comentaristas de blogs chorando que mudaram uma decisão do BC.

        • Barbosa

          Não exatamente,foi a choradeira das pequenas como Nubank e outras.Entendeu? Não foi a choradeira de comentaristas de blogs,foi a choradeira das empresas.

          • Luiz Henrique

            Só vi choradeira vinda do floquinho Nubank mesmo, não lembro de ter visto Digio/Neon e afins fazendo textão por causa disso

      • Fabrício Roque

        Na apresentação das medidas na semana passada, já se foi falado que as medidas seriam graduais e em prazo de anos. O artigo não traz nada de novo. A choradeira da Nubank só serviu pras pessoas perderem a confiança e abrir conta no Digio.

    • Marsupial radical

      Se falas do Nubank, o marketing deles já era ótimo antes disso. Chororô? Da noite pro dia eles poderiam fechar, e acabar com a festa de sei lá, meio milhão de clientes? Não estou por dentro.

      • Lucas Mota

        Fala assim porque não era o dele que estava na reta.

  • tuneman

    a diferenciação de preço já ocorre de forma informal.
    todos os produtos já possuem as taxas de cartão embutidas. depende do lojista se aceita a proposta de dar desconto no pagamento em dinheiro.

    • Ia comentar exatamente isso.

    • alsssg

      Exato. A venda do produto ou serviço é o que paga todos os custos da empresa. Se a empresa tem custos adicionais por aceitar pagamento por cartão de crédito, esses custos são diluídos nos preços de venda dos produtos. Só lojista que não sabe calcular preço de venda chora por “custo do cartão”…

      • Barbosa

        Gostaria de discordar apenas em um ponto.Receber todo pagamento em dinheiro também gera um custo adicional com segurança.

        • Lucas Mota

          Bem lembrado, um ponto muito importante para nosso pais que nem tem noticia de assalto

      • “Eu” como pequeno comerciante quero que meu cliente paguem o mínimo possível, até porque, estão todos (pelo menos na minha cidade) fugindo para onde tem os menores preços ignorando o peso qualidade.
        Se eu adicionar cartão de crédito como forma de pagamento, terei que aumentar o valor dos meus produtos, o que vai diminuir ainda mais a quantidade de clientes. Se eu manter o valor, saio no prejuízo (que já estamos tendo pelos valores cobrados).
        Essa medida é ótima principalmente para pequenos estabelecimentos.

    • Agora alguns lojistas vai subir ainda mais os preços para cartão e depois ficar reclamando que não vende porque tem crise.

      • tuneman

        Oras. Até isso já fazem. Hehehe

  • Chicão ✓ᵛᵉʳᶦᶠᶦᵉᵈ

    Cade os analistas de plantão?

    • gicapp

      Analisar o que? A respeito do Nubank fica tudo como sempre esteve 🙂

      • Chicão ✓ᵛᵉʳᶦᶠᶦᵉᵈ

        As matérias sobre o nubank estavam só analista financeiro dizendo suas verdades sobre como era e como deveria ser.

    • Diogo Nóbrega

      Os analistas de plantão? Estão todos no Gizmodo.
      Aliás, senti sua falta ontem por lá: http://gizmodo.uol.com.br/nubank-fechar-as-portas/
      Seus amigos analistas fizeram a festa nos comentários 😛

      • Julio da Gaita

        opa, @chicojose93:disqus sabe que você sai do G1z mas o G1z não sai de você, volta pra lá carai…rs

      • Chicão ✓ᵛᵉʳᶦᶠᶦᵉᵈ

        Eu comentei lá hahaha

  • Elo adorou isso, pois agora todas as maquininhas deverão aceitá-la.

    • gicapp

      No fim era tudo trama da Elo :p

    • Felipe Sikansi

      Cara, todo mundo quer aceitar ELO. O problema é que a Bandeira é do Bradesco e BB, grupo que controla a Cielo.

      • Renan Pocahy

        A rede já aceita o cartão Elo, apenas depende do comerciante pedir a filiação da bandeira em sua máquina.

        • Gedson Junior

          Assim como Getnet e Pagseguro.

    • Gedson Junior

      Mas as mais utilizadas já aceitam.

    • tuneman

      E a porra do Banrisul

  • Bruno Stecanella

    Hoje em dia já existe isso de cobrar “valores diferentes” de acordo com o meio de pagamento, é o famoso 10% de desconto no pagamento à vista, que dependendo da loja o desconto pode ser maior ainda.

    • Pela lei, não é permitido NEM dar desconto pra quem paga a vista. As empresas e o comércio faziam, mas era contra lei.
      Agora é permitido. Finalmente.

  • Alberto Prado

    Isso pode ser implantado gradualmente a fim de dar tempo das empresas fazerem caixa. Tipo, adianta 2 dias a cada ano até chegar a 14/15 dias. A partir daí, deixa flexível para receber adiantado ou não conforme a política de cada emissora de cartão.

    • Marcelo Rodrigues

      Esse era o ponto. A questão não é nem o prazo em si, e sim, a forma como isso se daria em tão pouco tempo. Quebraria empresas de cartão como o NuBank, varejistas também tomariam no ** (ao contrário dos que acham que seria ótimo para eles a curto prazo), o mercado ficaria sem concorrência e a inovação iria pro saco. Enfim, só sendo muito mal intencionado para não entender que isso só geraria insegurança se não for feito de forma gradual…

    • Krosna Terrestre

      Sim gradual seria a melhor solução. Já que não reduziram hoje para 2, podia ter reduzido para 29, mes que vem para 28 e assim por diante. As empresas teriam um pouco mais de dois anos para se adaptar.

    • Alberto Prado

      Aliás, poderia até criar um novo produto. Quando desse os 15 dias, a emissora do cartão poderia oferecer para o varejista que ele deixe o dinheiro por mais 15 dias em troca de render uma quantidade X de juros. Mas o dinheiro ficaria disponível nesses 15 dias. Mas se ele fizesse a retirada antes do prazo ele perderia qualquer juros proporcional que ele pudesse receber. Seria como manter um capital de giro rendendo algo e emissora trabalhando com esse dinheiro no mercado financeiro ou emprestando a outro cliente que queira fazer adiantamento.

    • Lucas Kilmer

      Mesmo que de forma gradual esta medida seria péssima. Atualmente o lojista já pode receber adiantado mediante pagamento dos juros. O que ocorreria caso este prazo fosse diminuído via decreto é que agora todos os lojistas iriam pagar obrigatoriamente para receber adiantado, sendo que provavelmente repassariam este custo para o consumidor (que provavelmente iriai diminuir os gastos no cartão de crédito). Aconselho ver http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=2591 para verificar porque os juros no Brasil são tão altos e porque regulações e controles de preços são tão nocivos.

  • Saulo Benigno

    “(…) a medida pode tornar as compras em dinheiro mais baratas e as compras no cartão de crédito mais caras”

    Hahahahaahahaha nunca.

    O que vai acontecer é o cartão ficar mais caro e em dinheiro o preço continuar o mesmo.

    • abraaocaldas

      Vai ser bem isso mesmo.

  • Elton Silva

    Governo mais queimado que tudo. Se tomasse mais esta decisão impopular, estaria afundando ainda mais a cova. Se não tiver dedo de banqueiro por trás disso…

  • Antonio Araújo

    Esse governo adora uma marcha ré.
    Tem que obrigar as lojas oferecerem desconto a vista!!

    • 868686

      ?

      Kkkkkkkkkkkkkkkkkk…..

      Olha a mentalidade dos caras!

      • Antonio Araújo

        você deve ser daqueles que acreditam na chamada 10x sem juros kkkkk RIARIARIA

    • kadug

      Obrigar? Tá louco cara?

      • Antonio Araújo

        Veja por este angulo: Quem paga a vista, financia quem paga a juros no cartão de credito

        • kadug

          Se o governo OBRIGA as lojas a oferecerem desconto a vista, os preços aumentam pra compensar o desconto obrigatório.

          • Antonio Araújo

            Quando você compra na Americanas online existe duas opções de pagamento: Cartões de credito(30-40dias para a loja receber, juro$) e boleto sem o juros). Quando você compra na loja fisica, os órgãos que “defendem o consumidor” proíbe esse tipo de desconto.
            É ai que ta, quem não quer usar credito sustentando bancos de forma direta(parcelando) ou indeira, acaba financiado o juros pros outros, pois paga o mesmo valor.

          • kadug

            Tudo bem, isso tá claro. Mas uma coisa é você PERMITIR esse tipo de desconto, outra coisa é OBRIGAR. Quando você obriga, logicamente, quem não quer dar esse tipo de desconto vai aumentar o preço geral para compensar o desconto obrigatório.

        • Lucas Mota

          Quem paga juros no cartão é só quem atrasa.

          • Antonio Araújo

            não existe dinheiro a prazo de graça, a loja leva 30-40 dias para receber pelo o que vendeu

          • Vitor

            Antonio, na verdade maioria dos comerciantes espertos não saem no prejuízo com isso, o prazo pra receber realmente é 30 dias após a compra, como padrão, pelo que me lembro quando mexia com esses esquemas de lojas, as compras parceladas caem nos meses consecutivos a compra.
            Porém os bancos oferecem um recurso de adiantamento do pagamento para o comerciante, e como eles sabem que vão receber em 30 dias por exemplo o juros é bem baixo, e isso eu tenho certeza que muitas contas empresariais disponibilizam, em uma americanas da vida você tem 3 preços, o a vista “com desconto”, o a prazo sem juros, e o com juros no modo parcelado. No final o preço maior do cartão, e os juros, compensam o custo financeiro do adiantamento que o comerciante faz junto ao banco.

            Acho que esse caixa extra que a operadora de cartões terá que ter nos próximos meses, gerará algo extremamente negativo no mercado financeiro, com taxas de anuidade crescendo e também os juros, tudo isso nos próximos meses, visto que o caixa terá que ser feito na marra. Sim, eu uso cartão, o recurso de parcelar é útil se bem utilizado (e sem juros).

    • Gesonel o Mestre dos Disfarces

      Obrigar OBRIGAR, não acho que deveria, não. mas se houver uma prática abusiva generalizada, aí sim, deveria ocorrer uma intervenção.

  • Vitor Carvalho

    O lobby dos grandes bancos junto ao governo federal deve ter sido grande

  • Ricardo – Vaz Lobo

    Ontem: lobby dos bancões mandam no banco central para quebrar os pequeninhos.

    Hoje: lobby dos bancões mandam no banco central e ditam regras da economia.

    Amanhã: culpa do Temer, do FHC, do capitalismo selvagem cristão-judaico-ocidental-de-direita…

  • E se o nubank motar a sede nos paraísos fiscais e continuar operando pela internet? será que é possivel? eu tenho outro cartao internacional que não é fisico, só tenho os numeros dele para compras online. http://convites.ebanx.com/?de=Marcos&codigo=BH1546648G

    • ochateador

      Acho que não adiantaria merda nenhuma.
      Pois serviços financeiros devem ter uma sede e uma conta no Brasil para poder oferecer o serviço aqui e cobrar em R$.

  • Ramon Gonzalez

    um pouco de coerencia e bom senso nao faz mal pra ninguem…

  • Matheus Fernal

    Não tenho uma opinião formado sobre quem está com a razão, mas algo que me chamou atenção é que sempre é falado dos dois dias citando que é como acontece nos Estados Unidos. Mas lá o cartão de crédito não funcionando como o nosso de débito cobrando no momento da compra da conta do cliente?

    • Krosna Terrestre

      não. da onde vc tirou isso ?

  • Neto

    Se eles tivessem dando o visa platinum como antigamente e não o mastercard gold como estão dando atualmente, até experimentava o nubank.

  • Bola dentro: “Com a mudança, todas as maquininhas deverão ser compatíveis com todas as bandeiras, o que ‘aumenta a competição no mercado de cartões e beneficia o consumidor’.”
    Quero ver não aceitarem elo agora!

    Bola fora: “Além disso, o Banco Central regularizou a diferenciação de preço, permitindo que os comerciantes possam cobrar diferentes valores dependendo do meio de pagamento.”
    É algo que já acontece informalmente, mas que o governo deveria incentivar o contrario (afinal, em dinheiro vivo maquiar as contas fica bem mais fácil).

  • Leandro Santos

    Somos todos #nu

  • Clebson Santiago Carvalho

    Otimo:

    Com a mudança, todas as maquininhas deverão ser compatíveis com todas as
    bandeiras, o que “aumenta a competição no mercado de cartões e
    beneficia o consumidor”.

  • Valmirez Rosario Cortez

    o Nubank é o Uber dos cartões de crédito

  • Hater de fanboys

    vida bandinda

  • Bill

    Ufa! Tava preocupado já.

  • Bill

    É foda quando o governo governa para os bancos.

  • Tiago Celestino

    E o Brasil continua tentando se comparar com países que possuem outra estrutura economica e cultural.

  • André Souza

    O soluçao não é diminuir as taxas e nem o repasse de preço ao consumidor final e sim os impostos que são cobrados quase cinco vezes no mesmo produto, desde o fabricante, atravessador, comerciante, consumidor final e outros!!!!!
    So que o governo não aceita né, tem que ter de onde “mamar”.

  • Ricardo – Vaz Lobo

    EU ACHO que as operadoras de cartão já estão armando alguma:

  • Cristiano Fleck

    Em um primeiro momento a diferenciação de preços entre dinheiro e cartão irá encarecer o produto para quem compra com cartão de crédito. os comerciantes irão “tentar” diferenciar….. mas a lei de mercado ira dominar e outros fatores como custo de operação, aluguel do ponto, concorrência local farão os preços atingirem um equilibrio e assim voltara tudo ao inicio com preços iguais para compras com dinheiro ou cartão.
    exemplo: comerciante X paga aluguel de seu ponto de R$10.000,00 e vende um produto qualquer por R$100,00 em dinheiro ou R$105,00 no cartão de crédito. o comerciante Y tem aluguel de R$1.000,00 (um pouco mais afastado do centro, em um bairro residencial) vende o mesmo produto por R$95,00 em dinheiro ou R$100,00 no cartão de crédito. neste exemplo o custo do aluguel reflete no custo do produto tanto quanto o custo do cartão.
    outro exemplo: dois comerciantes, pagam o mesmo valor de aluguel, mesmo bairro, mesma rua, mesmo produto. um deles compra 10.000 unidades do fornecedor por R$50,00 o outro (mais pobrezinho) compra apenas 500 unidades do mesmo produto por R$70,00 cada ( o fornecedor dá descontos para quantidade). o comerciante que comprou mais barato poderá em tese vender mais barato mesmo no cartão que o comerciante que comprou menos quantidade do mesmo produto.
    isto em tese porque na verdade a lei de mercado sempre será mais forte e o que importa mesmo é a margem que o comerciante terá sobre a mercadoria. nos exemplos acima supondo que um esteja ganhando R$50,00 no produto e o outro esteja ganhando R$40,00 no mesmo produto e ambos fazem uma diferença de R$5,00 na venda com cartão de crédito se um cliente que esteja interessado em comprar solicite um desconto no preço do produto, equiparando-o com o preço para pgto em dinheiro, utilizando um argumento de que “na loja X esta mais barato” o lojista não perderá a venda e dará o desconto, no máximo perderá a diferença entre a venda a vista e no cartão. RESUMO: lei da oferta e procura, lei do mercado…. no ínicio terá diferença nos preços, depois voltará a não ter mais….