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Tecnocast 057 – O fim da privacidade

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19/01/2017 às 22h40
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Você pagaria 500 dólares por ano para utilizar o Google? E se eu te dissesse que é mais ou menos esse o valor dos seus dados para a empresa? A internet só existe como conhecemos hoje por conta desse modelo “grátis”, mas seria impossível desenvolver serviços de qualidade sem recursos. Ou seja, de alguma forma, alguém precisa pagar a conta.

Nesse episódio conversamos sobre o que empresas e governos estão fazendo com os nossos dados. Se você pensa que não tem nada a esconder, vai mudar de ideia depois de ouvir esse Tecnocast. Dá o play e vem com a gente!

Participantes

Caixa Postal

Mande a sua mensagem: tecnocast@tecnoblog.net

Links Citados

Oferecimento: HP

Quase todas as empresas se preocupam com a segurança dos PCs. Sempre tem antivírus, quase sempre tem firewall, e quase sempre a rede esta protegida, com as permissões bem configuradas. Só que nem todas as empresas estão protegendo suas impressoras.

E é estranho, porque nessas impressoras passam um monte de documentos confidenciais. Informações financeiras, planos estratégicos, dados de funcionários, contratos, enfim.

Muitas vezes a impressora é até mais importante que o PC, porque uma pessoa mal-intencionada não precisaria nem ficar vasculhando a rede e procurando alguma informação importante. Documentos importantes podem ser interceptados por hackers quando são enviados para impressão.

Por isso, as impressoras HP LaserJet contam com uma série de recursos de segurança para manter os dados da sua empresa protegidos. A gente já falou de duas específicas, e vale a pena dar um panorama geral.

Primeiro: toda vez que a impressora liga, o HP Sure Start verifica o BIOS e checa se está tudo bem com os suprimentos, os componentes, e se ninguém mudou o firmware da impressora sem autorização, o que poderia levar a um vazamento de dados.

Além disso, enquanto a impressora está ligada, outro recurso fica sempre verificando as configurações para ver se está tudo de acordo com as políticas pré-estabelecidas pela empresa. Isso evita que malwares tentem atacar a impressora, já que esse recurso também pode corrigir tudo automaticamente.

E por último, com o HP Access Control, os trabalhos de impressão ficam mais protegidos, já que permite uma série de opções de autenticação de usuários e criptografia dos arquivos. Ele diminui a carga na fila de impressão e a necessidade de vários servidores (ou seja, reduz o custo).

Todas essas tecnologias protegem as impressoras da HP. 60% das empresas já tiveram violação de dados envolvendo impressoras, e as empresas perdem em média quase 8 milhões de dólares por ano só com multas, perdas de negócios e danos na reputação por causa de vazamentos.

Saiba mais em www.hp.com.br/seguranca.

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Edição e Sonorização

O Tecnocast é editado por Rádiofobia Podcast e Multimídia.

Arte da Capa

Arte da capa por Ilustrata.

  • Mai Neime Is

    Da pra pesquisar em anônimo no Google usando o DuckDuckGo. É só digitar o que você deseja pesquisar e digitar !g no final. Ex. Carro !g.

    Uso DuckDuckGo como pesquisador padrão. E quando preciso do Google faço isso que disse acima.

  • Fellipe Vasconcellos

    Mobilon, cadê o documentário sobre área nos EUA que não possuem sinais de rádio?

    • Victor Freire

      Acho que o documentário em questão é o “Eis os delírios do mundo conectado”.

    • Atualizei o post com os links. 🙂

  • Bruno Stecanella

    Muito legal ter o email lido no Tecnocast, quanto à interferência no Bluetooth que o Higa cita na av paulista, trabalho na paulista e passo pelo mesmo, bem próximo a saída do metro brigadeiro, nº 500 da paulista mais ou menos… sempre pauso o que estou ouvindo quando passo por ali.

  • Ronaldo

    Talvez os mais novos não lembrem desse termo, um pouco feio em tempos de tantas coisas e comportamentos “Politicamente Correto”, mas esse cast foi o ápice da “Cagação de Regras”.

    Não foi ruim, o assunto é que ja esta meio “batido”, e posto como foi, ficou uma “mimizera” danada.

    E vamos lá, todos temos direito ao contraditório, mas ironizar o DuckDuckGo no mesmo episódio que se chorou tanto por “mais privacidade”, ops, algo errado concorda…

    Abs, por uma internet menos mimizenta.

    • emersonalecrim

      Eu achei válido os seus argumentos. Não concordo, mas acho importante ter um ponto de vista crítico. Serve para reflexão e tal. Mas, confesso, eu achei graça da sua última frase: “por uma internet menos mimizenta”. Ronaldo, com todo respeito, você é um dos caras com atitude mais “mimizenta” que temos por aqui.

      • Ronaldo

        Pois é Emerson, mas se observar, sempre existem os gatilhos para a atitude “mimizenta” desse que vos escreve, concorda ?

        Geralmente, relacionada ao politicamente correto, ou alguma critica ao inevitável. Politicamente correto via de regra é muito chateação por nada, e inevitável, é aquilo que é impossível de se lutar, como por exemplo a questão da privacidade.

        De toda forma, ouvi o Cast em duas etapas (ouvi uma parte no carro pela manhã, outra parte no retorno pelo inicio da noite), e do meio para frente, percebi uma mudança naquilo que acabei criticando.

        Sobre o título de mais mimizento, isso seria bom ou ruim rsrsrs ?

        • Joao de Deos

          “Politicamente correto” é ter que aturar um cara chaaaaaaaaaato e mimizento reclamando de um produto gratuito, bem curado e de qualidade no meio de tanto lixo.

          Se enxerga queridãn!!! Chama sua amiga professora de inglês aí em baixo e criem seu proprio podcast pra mimizarem entre vcs.

        • Politicamente correto é algo muito chato. Negros tinham que se calar em vez de reclamar tanto. Racismo nem é tão ruim assim. Hoje em dia não pode falar um A de gays que eles já reclamam. Agora quer casar, ter direitos, essas coisas que outros cidadãos podem… Um absurdo, aberração!

          Mulheres, por exemplo, com tantos direitos conquistados ainda acham que têm motivo pra ficar reclamando!!! Bons tempos onde mulheres eram submissas e obedientes!

          Politicamente correto é algo muito chato, nossa. Nem posso mais falar nada que pessoal vem com mimimi, né?

          • Ronaldo

            Não entendi a ironia, mas acho ok.
            O que não é ok, é tentar escrever palavras que uma pessoa não escreveu.
            Pense nisso.

    • 1. Não ironizamos o DuckDuckGo, muito pelo contrário! Higa e Alecrim super indicaram o buscador;
      2. Todo assunto é batido pra quem já está bem inteirado. Se esse é o seu caso, não é o de outros milhares de ouvintes que estão ouvindo, comentando e enviando mensagens.
      3. Ironia é reclamar de mimimi e fazer um comentário mimizando. Mas tudo bem, obrigado mesmo assim pelas críticas. 😉

      • Leandro Gonçalves

        Disse tudo no item 2 !

  • Tiago Del Rio

    Depois de ouvir Tecnocasts sobre o tema (nem lembro qual(is)) eu atualmente uso as extensões para Chrome ADBlock Plus e Ghostery (como navegador no celular tb), e gostaria de compartilhar o Cliqz, um navegador que conheci há pouco tempo que tem de diferenciais a velocidade e a privacidade. Tem como “itens de série” anti-tracking, anti-phishing e ad-blocking.
    Sim, usei pouco e tirei a poeira dele em função deste cast.
    Se vocês puderem fazer uma análise deste navegador no nível da equipe do Tecnoblog, eu agradeço.
    https://cliqz.com/en/
    Abraços à todos!

  • Victor Freire

    A situação do perfume relatada pelo Alecrim aconteceu comigo esses dias. Eu entrei no site da Motorola só pra ver rapidinho o preço do Moto Z Play…e agora toda hora eu recebo e-mail deles falando: “Ei, não esqueça seu Moto Z!”. Até tenho cadastro lá, mas eu não tava logado no site e não compro nada com eles faz uns 2 anos. Confesso que isso aí me fez ter uma pontinha de vontade de comprar o aparelho, mas eu me segurei porque eu não preciso de smartphone agora e o preço lá tá proibitivo (mais de 2000 reais).

  • Sobre os serviços para controle de gastos, acho que varia de pessoa para pessoa. No meu caso, particularmente prefiro usar o Organizze. Ele não faz as coisas automáticas (tem a opção de importar o extrato do banco), mas a grande sacada ao meu ver, é ter na ponta da língua a situação financeira.

    Me ajudou muito a criar a cultura de registrar tudo que eu gasto e não me perder nas contas e/ou ter a consciência de que no mês X estarei negativo nas finanças, então posso traçar um plano antecipadamente.

    Enfim, apenas um relato pessoal.

    Sugestão: O podcast sobre Independência financeira foi incrível e me ajudou muito. Seria muito bacana um podcast mais aprofundado sobre investimentos (tesouro direto), como começar, primeiros passos, etc.

    Parabéns pelo ótimo podcast, como sempre. 🙂

    • Estamos planejando um sobre robo-advisors, onde vamos comparar as opções disponíveis no Brasil. Já ouviu o investindo com robôs?

      Manda pra gente as suas dúvidas, se a gente ver que tem espaço, montamos um parte 2 do 042!

      • O Investindo com robôs eu ouvi 1 vez, mas deixei salvo offline no pocketcasts para ouvir novamente (ele é bem mais denso).

        Talvez minhas dúvidas sejam de noob no assunto, mas vou compilar assim que tiver um tempo mando um email com elas.

        Ah, e aguardando ansiosamente o sobre robo-advisors.

  • André G

    Eu moro muito próximo a Paulista, uma vez comprei um mouse sem fio pelo Mercado Livre e joguei no lixo pq ele não funcionava direito, será que ele não funcionava por causa da interferência? Joguei fora pq pensei que fosse por ser da China, mas talvez fosse por isso mesmo…

    Depois disso só usei mouse com fio.
    E sobre o ponto da Paulista onde o fone não funciona, é próximo a estação Trianon Masp? Já percebi que as vezes meu fone não funciona por lá, mas não é sempre.

  • Trovalds

    Inocente quem acha que Google e cia vivem de anúncios.

  • Carlos Mendes

    Pelo amor de Deus, manda esse pessoal aprender um pouco de inglês. fÍrmuer, bÍos, mÁuer.

    FIRMWARE – LÊ-SE = fêrm-uÉr
    BIOS LÊ-SE = báias
    MALWARE – LÊ-SE = mó-uér

    Ninguém merece ouvir isso.
    Esse R de paulista já machuca os ouvidos, mas ouvir esse “nível” de pronúncia em inglês dói mais.

    • Matheus Alexandre

      Foda-se

    • emersonalecrim

      Desculpa. Acho que não entendemos direito a moça do Google Tradutor. Ninguém sabe inglês aqui. O Matheus, que mora nos Estados Unidos, sofre horrores com isso, coitado. Vamos tentar o Bing na próxima.

      • hahahahhahha eu vivo aqui me comunicando por gestos, inclusive ahahahahah

        Brincadeiras à parte: acho que o ponto principal aqui é que a gente está falando para o público brasileiro. E por mais que a pronúncia não esteja perfeita no inglês, num contexto brasileiro funciona muito melhor usar a pronúncia abrasileirada.

        No final das contas, talvez falar a pronúncia em inglês no meio de uma frase construída inteiramente em português, pode soar bem arrogante e não comunicar corretamente.

        Num podcast, a nossa preocupação primária é comunicar. E se a comunicação assim, atinge o maior número de pessoas, melhor.

        • E, vou ignorar o comentário bairrista sobre o “R” de paulista.

          Adoro podcasts dos meus amigos do Rio de Janeiro, do nordeste, do sul do Brasil e vejo nessas diferenças uma mudança cultural que agrega ao podcast, não deprecia.

          Mas, isso porque isso não desperta em mim nenhum tipo de preconceito. É libertador, você deveria tentar.

  • Arkhanjo Adriell

    Muito bom o podcast de vcs, sempre acompanho, mas falar um podcast inteiro de privacidade e não comentar sobre o Ghostery e o Tor…. não podia ficar de fora

    • Joao de Deos

      A Ghostery é filha de uma empresa de publicidade por mais irônico que isso possa parecer.

  • Guilherme Batista

    Eu não me importo em entregar meus dados, meus hábitos de navegação ou meus hábitos de compra. De forma alguma, isso não caracteriza quebra de privacidade.

    A minha treta é com a publicidade. Essa eu bloqueio sem dó. E deleto os apps oficiais sempre que posso.

    O problema é:
    1) Nos aplicativos continuarem monitorando minha vida enquanto não estou usando o app, e por consequinte, isso gastar a preciosa bateria do meu celular. (Facebook, eu estou olhando pra você) e;
    2) No caso da publicidade, eu bloqueio no OpenDNS e no roteador. Não que eu não queira ser rastreado; o que pega é com as crianças. Tem várias que vem aqui em casa, e quando estão jogando nos tablets da vida, aparece aquela publicidade enorme, em ingles, para uma criança que ainda está sendo alfabetizada – mas que já tem acesso a tecnologia – não sabe que tem que clicar no “x”, ou pior, o botão de fechar está escondido. Aí fico naquele dilema: exponho a publicidade em alguns sites (que vai expor as crianças a essa publicidade também) ou bloqueio geral e prejudico quem ganha com publicidade?

    De qualquer, acho que o modelo de publicidade baseado em banners está se tornando falido, apenas os grandes portais conseguem alguma renda com esse tipo de publicidade, e nem esses. Prefiro o modelo do paywall – desde que se retire a publicidade do site que eu uso, ou, em outras palavras, não vou pagar o paywall para ver publicidade, ou sendo ainda mais claro, não vou pagar para ser o produto; ou ainda, o modelo de conteúdo premium, post pago ou qq outro.
    Esses eu apoio sem nenhum problema (y)

  • Valeu, assistindo.

    Lo and Behold – documentário sobre a história da internet, que fala sobre a área isolada de sinais de rádio, citado pelo Mobilon na Caixa Postal.

  • Havenox

    Que coincidência Nerd e Tecno Cast fazerem um podcast com o tema “igual”.

  • Guilherme Jales

    A notícia que o Toad mencionou foi essa: http://www.theverge.com/2017/1/7/14200210/amazon-alexa-tech-news-anchor-order-dollhouse

    Em resumo, uma criança em Dallas “comprou” uma casa de bonecas através da Alexa, e após uma reportagem sobre isso, quando o âncora do jornal falou “amei a garotinha dizendo Alexa, peça uma casa de bonecas”, isso ativou o Amazon Echo de várias pessoas que estavam assistindo o noticiário. Não se têm tantas provas disso, exceto informações do próprio canal de TV, mas se tiver acontecido mesmo… Melhor proteger as compras com senha 😛