Você pagaria 500 dólares por ano para utilizar o Google? E se eu te dissesse que é mais ou menos esse o valor dos seus dados para a empresa? A internet só existe como conhecemos hoje por conta desse modelo “grátis”, mas seria impossível desenvolver serviços de qualidade sem recursos. Ou seja, de alguma forma, alguém precisa pagar a conta.

Nesse episódio conversamos sobre o que empresas e governos estão fazendo com os nossos dados. Se você pensa que não tem nada a esconder, vai mudar de ideia depois de ouvir esse Tecnocast. Dá o play e vem com a gente!

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Links Citados

  • Terms and Conditions May Apply – documentário sobre privacidade na web.
  • Lo and Behold – documentário sobre a história da internet, que fala sobre a área isolada de sinais de rádio, citado pelo Mobilon na Caixa Postal.

Oferecimento: HP

Quase todas as empresas se preocupam com a segurança dos PCs. Sempre tem antivírus, quase sempre tem firewall, e quase sempre a rede esta protegida, com as permissões bem configuradas. Só que nem todas as empresas estão protegendo suas impressoras.

E é estranho, porque nessas impressoras passam um monte de documentos confidenciais. Informações financeiras, planos estratégicos, dados de funcionários, contratos, enfim.

Muitas vezes a impressora é até mais importante que o PC, porque uma pessoa mal-intencionada não precisaria nem ficar vasculhando a rede e procurando alguma informação importante. Documentos importantes podem ser interceptados por hackers quando são enviados para impressão.

Por isso, as impressoras HP LaserJet contam com uma série de recursos de segurança para manter os dados da sua empresa protegidos. A gente já falou de duas específicas, e vale a pena dar um panorama geral.

Primeiro: toda vez que a impressora liga, o HP Sure Start verifica o BIOS e checa se está tudo bem com os suprimentos, os componentes, e se ninguém mudou o firmware da impressora sem autorização, o que poderia levar a um vazamento de dados.

Além disso, enquanto a impressora está ligada, outro recurso fica sempre verificando as configurações para ver se está tudo de acordo com as políticas pré-estabelecidas pela empresa. Isso evita que malwares tentem atacar a impressora, já que esse recurso também pode corrigir tudo automaticamente.

E por último, com o HP Access Control, os trabalhos de impressão ficam mais protegidos, já que permite uma série de opções de autenticação de usuários e criptografia dos arquivos. Ele diminui a carga na fila de impressão e a necessidade de vários servidores (ou seja, reduz o custo).

Todas essas tecnologias protegem as impressoras da HP. 60% das empresas já tiveram violação de dados envolvendo impressoras, e as empresas perdem em média quase 8 milhões de dólares por ano só com multas, perdas de negócios e danos na reputação por causa de vazamentos.

Saiba mais em www.hp.com.br/seguranca.

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Ronaldo
Não entendi a ironia, mas acho ok. O que não é ok, é tentar escrever palavras que uma pessoa não escreveu. Pense nisso.
Matheus Gonçalves
Politicamente correto é algo muito chato. Negros tinham que se calar em vez de reclamar tanto. Racismo nem é tão ruim assim. Hoje em dia não pode falar um A de gays que eles já reclamam. Agora quer casar, ter direitos, essas coisas que outros cidadãos podem... Um absurdo, aberração! Mulheres, por exemplo, com tantos direitos conquistados ainda acham que têm motivo pra ficar reclamando!!! Bons tempos onde mulheres eram submissas e obedientes! Politicamente correto é algo muito chato, nossa. Nem posso mais falar nada que pessoal vem com mimimi, né?
Matheus Gonçalves
E, vou ignorar o comentário bairrista sobre o "R" de paulista. Adoro podcasts dos meus amigos do Rio de Janeiro, do nordeste, do sul do Brasil e vejo nessas diferenças uma mudança cultural que agrega ao podcast, não deprecia. Mas, isso porque isso não desperta em mim nenhum tipo de preconceito. É libertador, você deveria tentar.
Matheus Gonçalves
hahahahhahha eu vivo aqui me comunicando por gestos, inclusive ahahahahah Brincadeiras à parte: acho que o ponto principal aqui é que a gente está falando para o público brasileiro. E por mais que a pronúncia não esteja perfeita no inglês, num contexto brasileiro funciona muito melhor usar a pronúncia abrasileirada. No final das contas, talvez falar a pronúncia em inglês no meio de uma frase construída inteiramente em português, pode soar bem arrogante e não comunicar corretamente. Num podcast, a nossa preocupação primária é comunicar. E se a comunicação assim, atinge o maior número de pessoas, melhor.
Guilherme Jales
A notícia que o Toad mencionou foi essa: http://www.theverge.com/2017/1/7/14200210/amazon-alexa-tech-news-anchor-order-dollhouse Em resumo, uma criança em Dallas "comprou" uma casa de bonecas através da Alexa, e após uma reportagem sobre isso, quando o âncora do jornal falou "amei a garotinha dizendo Alexa, peça uma casa de bonecas", isso ativou o Amazon Echo de várias pessoas que estavam assistindo o noticiário. Não se têm tantas provas disso, exceto informações do próprio canal de TV, mas se tiver acontecido mesmo... Melhor proteger as compras com senha :P
Havenox
Que coincidência Nerd e Tecno Cast fazerem um podcast com o tema "igual".
MagoHost
Valeu, assistindo. Lo and Behold – documentário sobre a história da internet, que fala sobre a área isolada de sinais de rádio, citado pelo Mobilon na Caixa Postal.
Guilherme Batista
Eu não me importo em entregar meus dados, meus hábitos de navegação ou meus hábitos de compra. De forma alguma, isso não caracteriza quebra de privacidade. A minha treta é com a publicidade. Essa eu bloqueio sem dó. E deleto os apps oficiais sempre que posso. O problema é: 1) Nos aplicativos continuarem monitorando minha vida enquanto não estou usando o app, e por consequinte, isso gastar a preciosa bateria do meu celular. (Facebook, eu estou olhando pra você) e; 2) No caso da publicidade, eu bloqueio no OpenDNS e no roteador. Não que eu não queira ser rastreado; o que pega é com as crianças. Tem várias que vem aqui em casa, e quando estão jogando nos tablets da vida, aparece aquela publicidade enorme, em ingles, para uma criança que ainda está sendo alfabetizada - mas que já tem acesso a tecnologia - não sabe que tem que clicar no "x", ou pior, o botão de fechar está escondido. Aí fico naquele dilema: exponho a publicidade em alguns sites (que vai expor as crianças a essa publicidade também) ou bloqueio geral e prejudico quem ganha com publicidade? De qualquer, acho que o modelo de publicidade baseado em banners está se tornando falido, apenas os grandes portais conseguem alguma renda com esse tipo de publicidade, e nem esses. Prefiro o modelo do paywall - desde que se retire a publicidade do site que eu uso, ou, em outras palavras, não vou pagar o paywall para ver publicidade, ou sendo ainda mais claro, não vou pagar para ser o produto; ou ainda, o modelo de conteúdo premium, post pago ou qq outro. Esses eu apoio sem nenhum problema (y)
Joao de Deos
A Ghostery é filha de uma empresa de publicidade por mais irônico que isso possa parecer.
Joao de Deos
"Politicamente correto" é ter que aturar um cara chaaaaaaaaaato e mimizento reclamando de um produto gratuito, bem curado e de qualidade no meio de tanto lixo. Se enxerga queridãn!!! Chama sua amiga professora de inglês aí em baixo e criem seu proprio podcast pra mimizarem entre vcs.
Rob Trevizani
https://www.youtube.com/watch?v=ez3o8aIZCDM
Ronaldo
Pois é Emerson, mas se observar, sempre existem os gatilhos para a atitude "mimizenta" desse que vos escreve, concorda ? Geralmente, relacionada ao politicamente correto, ou alguma critica ao inevitável. Politicamente correto via de regra é muito chateação por nada, e inevitável, é aquilo que é impossível de se lutar, como por exemplo a questão da privacidade. De toda forma, ouvi o Cast em duas etapas (ouvi uma parte no carro pela manhã, outra parte no retorno pelo inicio da noite), e do meio para frente, percebi uma mudança naquilo que acabei criticando. Sobre o título de mais mimizento, isso seria bom ou ruim rsrsrs ?
Arkhanjo Adriell
Muito bom o podcast de vcs, sempre acompanho, mas falar um podcast inteiro de privacidade e não comentar sobre o Ghostery e o Tor.... não podia ficar de fora
emersonalecrim
Desculpa. Acho que não entendemos direito a moça do Google Tradutor. Ninguém sabe inglês aqui. O Matheus, que mora nos Estados Unidos, sofre horrores com isso, coitado. Vamos tentar o Bing na próxima.
Matheus Alexandre
Foda-se
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