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Eletrônicos grandes estão proibidos na bagagem de mão em alguns voos para os EUA

Você precisa despachar seu notebook, tablet ou Kindle em voos partindo do Oriente Médio

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2 anos e meio atrás

Vai pegar um voo para os Estados Unidos partindo de um país do Oriente Médio? É bom prestar atenção na bagagem de mão: o Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos confirmou nesta terça-feira (21) que proibiu eletrônicos “maiores que um smartphone” de serem transportados na cabine da aeronave, como notebooks, tablets, leitores de ebooks, câmeras e videogames de mão.

A medida não afeta voos partindo diretamente do Brasil, mas a notícia é importante para quem está voltando do Oriente Médio por meio de uma companhia árabe e vai fazer escala ou conexão nos Estados Unidos. Voos de nove empresas aéreas foram afetadas: Royal Jordanian, Egypt Air, Turkish Airlines, Saudi Arabian Airlines, Kuwait Airways, Royal Air Maroc, Qatar Airways, Emirates e Etihad Airways.

O banimento vale para voos com origem em 10 aeroportos:

  • Aeroporto Internacional Rainha Alia, na Jordânia (AMM)
  • Aeroporto Internacional do Cairo, no Egito (CAI)
  • Aeroporto de Istambul Atatürk, na Turquia (IST)
  • Aeroporto Internacional Rei Abdulaziz, na Arábia Saudita (JED)
  • Aeroporto Internacional Rei Khalid, na Arábia Saudita (RUH)
  • Aeroporto Internacional do Kuwait (KWI)
  • Aeroporto Internacional Mohammed V, no Marrocos (CMN)
  • Aeroporto Internacional de Hamad, no Catar (DOH)
  • Aeroporto Internacional de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos (DXB)
  • Aeroporto Internacional de Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos (AUH)

Nesses voos, você terá que colocar seus eletrônicos maiores na bagagem despachada (e torcer para que nada aconteça com eles durante o transporte). O Departamento de Segurança Interna diz que baniu esses dispositivos porque “uma análise de inteligência indicou que grupos terroristas continuam minando a aviação comercial para colocar dispositivos explosivos escondidos em vários itens de consumo”.

As companhias aéreas têm prazo de 96 horas a partir de 4h00 da manhã (horário de Brasília) desta terça-feira (21) para cumprirem a ordem. Caso contrário, o Departamento de Segurança Interna trabalhará com a Agência Federal de Aviação (FAA) para revogar licenças de pouso nos Estados Unidos.

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