Início » Inteligência Artificial » Tecnocast 064 – Mitos e verdades sobre a IA

Tecnocast 064 – Mitos e verdades sobre a IA

Por
24 semanas atrás
Já conhece a nova extensão do Tecnoblog? Baixe Agora

Existe uma certa afobação na comunidade em torno da Inteligência Artificial. E isso tem acontecido principalmente porque a ideia de máquinas super inteligentes gera muita mídia, além de ser um prato cheio para filmes e séries de ficção científica.

Mas a IA ainda está um pouco longe de se tornar um ser autônomo, que pensa como um ser humano. O que temos hoje são várias IAs restritas, desenvolvidas para tarefas específicas. Hoje a gente vai conversar sobre alguns desses mitos e sobre oportunidades de trabalho que devem surgir nos próximos anos.

Dá o play e vem com a gente!

Participantes

Oferecimento: Data Science Academy

Se você ouviu o programa e ficou com vontade de se tornar um cientista de dados, e trabalhar desenvolvendo essas soluções, a Data Science Academy tem um treinamento intensivo nessa área. Ele vai do básico ao avançado e você aprende tudo sobre big data, engenharia de dados, machine learning e tudo mais.

Nesse treinamento você descobre programação em R e Python, framework de armazenamento de big data, processamento de dados em tempo real e aplicações para resolver problemas de negócios.

Os cursos são criados por um grupo de cientistas de dados que mora nos EUA e Canadá, mas os cursos são 100% online e 100% em português.

Caixa Postal

Mande a sua mensagem: [email protected]

Links citados

Assistente de Compras do TB

Comprar pelo melhor preço é muito mais fácil com o Assistente de Compras do Tecnoblog. Nossa extensão monitora milhões de produtos em centenas de lojas e te avisa se ele está em seu melhor preço. Ela ainda conta com um módulo Testador de Cupons que coleta e aplica automaticamente cupons de desconto no seu carrinho de compras.

Usando o Assistente de Compras no seu Chrome você também ajuda o TB a produzir o melhor conteúdo de tecnologia do Brasil. Baixe agora!

 Assine o Tecnocast

Edição e Sonorização

O Tecnocast é editado por Rádiofobia Podcast e Multimídia.

Arte da Capa

Arte da capa por Ilustrata.

  • Olegario Souza

    Opa! Vem coisa boa por aqui. Estou ligado e sintonizado.

  • Caio Martins Ramos

    Super massa! Uma pergunta/ressalva que eu faço é só com relação a IA que controla os voos​, por exemplo. Pode dar uma situação “gorila”, ou seja, uma situação aonde uma IA que quase sempre funciona bem falha miseravelmente? Outro ponto é a relação explicabilidade vs precisão dos modelos em supervised learning, aonde deep neural networks são difíceis de interpretar mas extremamente precisos enquanto uma árvore de decisão é muito fácil de interpretar mas pouco preciso.

  • Jairo mendonça

    muito bom o programa de hoje, só pra atualizar a informação sobre a estrada de cunha parati, hoje é uma boa alternativa, 95% dela esta em boas condições de rodagem. só que por ela passar dentro de um parque de preservação ela fecha de madrugada tem que consultar os horarios.

  • Vitor RV

    Assisti aos dois primeiros episódios de Westworld, da HBO, e gostei da trama.
    Queria aproveitar, contudo, para fazer algumas reflexões.
    Embora essa série apresente um laboratório com feições mais industriais, Hollywood insiste na mitologia do cientista solitário que faz tudo sozinho. Imagina um cara sozinho escrever um upgrade de androides quase humanos, sem nenhum tipo de redundância e verificação anterior. No mundo real, isso simplesmente não acontece (nem na fábrica de baterias da Samsung…).
    Por motivos de economia de roteiro, a série se foca no software, mas é óbvio que o hardware teria que ser completamente diferente do que é hoje. Uma computação binária, por silício, por mais sofisticada que seja, por mais big data que use, jamais chegaria nem perto de ser capaz de processar algo como a consciência. Nesse caso, estaríamos falando de redes neurais de um nível de complexidade ainda totalmente inalcançável.
    Como a tecnociência é uma rede, não daria para desenvolver todas as tecnologias necessárias (das redes neurais à pele, por exemplo) em um único laboratório. Esse tipo de avanço teria que ser caudatário de inúmeras tecnologias. Por isso, necessariamente estamos falando de algo para daqui a muitos anos, quando esse conjunto de coisas for desenvolvido em diversos laboratórios diferentes e possam ser, aí sim, reunidos num único “produto”. Ou seja, é preciso avançar um conjunto enorme de tecnologias (da química fina à informática) para chegarmos nesse ponto. Não dá para bancar o Victor Frankstein e resolver tudo num castelo isolado.
    Um tipo de avanço desses obviamente não ficaria restrito a um parque de diversões. Aliás, é de se questionar se um investimento como esse (de muitos bilhões de dólares) poderia ser amortizado apenas por um parque de diversões, por mais caro que ele seja. Da indústria bélica à mineração, os usos possíveis de androides pelo capitalismo seriam enormes. Com implicações sociais (por exemplo, no aumento do desemprego estrutural) gigantescas.
    Em resumo, estamos falando de um outro mundo e não da nossa realidade com androides, simplesmente.
    Por fim, e o mais importante. Nós estamos a anos-luz de entender o que são “consciência” e “emoções”. O que chamamos hoje de inteligência artificial não passa de uma montanha de dados analisada por uma enorme capacidade de processar dados. Quantidade e velocidade, portanto. Pra isso se tornar inteligência de verdade ainda falta muito!!!

    • murilo

      Westworld assisti em 2 dias …

      Caso você continue assistindo… o episódio 7 é espetacular!

      Um outro seriado recente que trata sobre o tema é o Humans…

      A primeira temporada foi bem legal, a segunda começou bem, mas achei que poderiam ter explorado mais o tema do início da temporada…

  • Henrique Queirós

    Primeiro que ouço de vocês, gostei bastante. Ouvi enquanto arrumava a casa, é ótimo :3
    Sobre o perigo da IA: A um ou dois anos atrás, muita gente duvidava que a IA chegaria ao nível que chegou hoje, então não vou me surpreender se em dois anos a IA já não estiver com uma inteligência muito mais avançada e perigosa

  • Barba O Paulo

    muito bom!

  • Algo que eu gostaria de comentar, algo que eu ainda não vi nessas IA.

    Foi comentado sobre o Google Tradutor criar uma língua própria sua para traduzir as outras línguas, e criar o algorítimo dessa língua. Só que ele não estava fazendo apenas a tarefa que foi programado para fazer, traduzir linguagens? Ele pega uma palavra de uma língua, uma palavra de outra língua, faz cálculos e chega em um resultado. A linguagem que ele criou surgiu desses cálculos.
    O que quero dizer, ele não fez nada além do seu propósito.

    O que eu quero ver de “inteligente” nessas linguagens é elas fazendo tarefas não relacionadas a seu propósito.
    Exemplo, e se o Google Tradutor começasse a pensas em todas as frases que recebe, e tivesse a vontade de criar suas próprias frases? E se ele ao final do dia fizesse um comentário sobre tudo que “leu” naquele dia?
    E se ele percebesse diferença em letras de músicas e tentasse descobrir porquê e o que faz aquelas frases diferentes? E se ele descobrisse que são canções e escrevesse notas musicais para acompanhá-las?

    Quero ver algo do tipo, uma IA dessas decidir o que ela quer fazer com os recursos disponíveis, inventar um propósito e começar a criar material não relacionado com sua tarefa original.