O Google testou com sucesso um sistema de controle de tráfego para aeronaves não tripuladas. Em parceria com a NASA e a Administração Federal de Aviação (FAA), a empresa demonstrou um sistema que determina as rotas dos drones para que eles não colidam entre si, pensando em um futuro no qual nossos céus estarão lotados de pequenas aeronaves.

Funciona!

Os testes foram realizados em um espaço da FAA, no estado americano da Virgínia, onde o Google já operou um protótipo de sistema de entrega por drones, o Project Wing. Além do buscador, a Amazon vem investindo fortemente na tecnologia, utilizando drones e um possível armazém aéreo futuro para conseguir entregar os produtos dos compradores em até 30 minutos.

Com milhares de drones do Google e de outras empresas sobrevoando as cidades “dentro de poucos anos”, será necessário ter “sistemas que podem traçar dinamicamente a rota de drones não apenas entre eles, mas também em torno de aeronaves tripuladas, edifícios, terrenos, padrões climáticos e eventos especiais”, diz o Google no blog do Project Wing.

Um diferencial do Google é dispensar a necessidade de um operador intervindo a todo momento: “Os operadores historicamente tinham que afastar suas aeronaves de obstáculos manualmente; em vez disso, demonstramos ontem que a nossa plataforma pode gerenciar automaticamente as rotas de voo de todos esses diferentes tipos de drones, planejando rotas novas e livres se e quando surgir algum conflito”.

O sistema funciona com a ajuda de dados do Google Maps, Google Earth e Street View, pode lidar com áreas de restrição determinadas pelo órgão federal de aviação, e vai utilizar o poder computacional da nuvem do Google para “suportar milhões de rotas e tomar decisões em frações de segundo”. Nos próximos meses, o sistema será testado com um maior número de aeronaves e em ambientes mais complexos.

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Alexander Ibanhes
Por que? Só quem compra briga com outras empresas é o consumidor (as empresas se aproveitam disso pra fazer os trouxas comprarem). Se alguma empresa se focasse só em derrubar outras teria sérias consequências...
Hemerson Silva
Não
Weliton Junior
o mais engraçado é o Google usar um macbook pra desenvolver