Início » Mobile » Moto Z2 Force tem câmera dupla, tela resistente e bateria menor

Moto Z2 Force tem câmera dupla, tela resistente e bateria menor

Topo de linha da Motorola é oficial, com hardware poderoso e sem entrada de fone de ouvido

Por
16 semanas atrás
Já conhece a nova extensão do Tecnoblog? Baixe Agora

Como esperado, a Motorola anunciou o sucessor do Moto Z Force, um smartphone potente com tela resistente a quedas. Ele traz atualizações de hardware, uma câmera dupla que promete melhorar a qualidade da imagem e… uma bateria relativamente pequena, com capacidade de apenas 2.730 mAh, seguindo o caminho do Moto Z2 Play, que também perdeu autonomia.

Por dentro, o Moto Z2 Force tem processador octa-core Snapdragon 835 e tela POLED de 5,5 polegadas (2560×1440 pixels) com tecnologia ShatterShield, que torna o display resistente a trincos e estilhaços. Ele terá duas variantes: a americana, com 4 GB de RAM e 64 GB de armazenamento; e a internacional, com 6 GB e 128 GB. É possível expandir a memória com um microSD.

A capacidade da bateria caiu drasticamente, de 3.500 mAh na geração anterior para 2.730 mAh — isso é ainda menos que os 3.000 mAh do Moto Z2 Play, que é equipado com hardware mais econômico. Ainda assim, a Motorola diz que o Moto Z2 Force é capaz de aguentar um dia inteiro longe da tomada e ressalta o carregador TurboPower de 15 watts, que fornece “horas de energia em minutos”.

Há duas câmeras na traseira, mas elas não servem para dar zoom. Um dos sensores de 12 MP é colorido; o outro, monocromático, o que pode melhorar o alcance dinâmico e a nitidez das fotos. Também há truques de software: você pode utilizar foco seletivo para borrar o fundo de um retrato ou deixar apenas o sujeito da foto colorido, por exemplo. As lentes traseiras têm abertura f/2,0, enquanto a frontal, de 5 MP, é uma f/2,2.

Ele suporta os mesmos Moto Snaps da linha Z, tem design de alumínio e um nanorrevestimento que repele água (não há certificação IP68 para resistência contra água e poeira). A espessura é de apenas 6,1 mm, o que, além de ter prejudicado a capacidade da bateria, também resultou na remoção do conector de fone de ouvido (o que é estranho, já que o Moto Z2 Play tem dimensões parecidas e veio com P2). Poxa.

Nos Estados Unidos, o Moto Z2 Force será vendido a partir de 10 de agosto custando entre US$ 720 e 810, de acordo com o The Verge.

A Motorola confirma que o aparelho será comercializado no Brasil, mas ainda não informa preço ou data de lançamento.

  • Thalles Ferreira

    Tem que vender muito pouco pra eles aprenderem a não fazer essas cagadas. Estragaram a linha Z toda.

  • Neto

    Com os celulares passados eu pensava que eles iriam investir mais na autonomia dos celulares, mas estava enganado. S8 não teve nada de mudança para o S7 na bateria, os moto Z novo estão piorando…. e eu que sempre olho a bateria em primeiro lugar no celular estou lascado.

  • leoleonardo85

    Torcendo pra Moto/Lenovo absorver todas as criticas e desistir de Smartphones extremamente finos anos que vem

    • Rodrigo

      O problema é que um celular de 5,5″, se não for fino, vai ser um senhor tijolo. Eu trocaria fácil uns 4mm a mais na espessura por 1″ a menos na tela.

      • leoleonardo85

        Sei lá, meu Moto Z Play tem tela de 5,5 e uma puta bateria, acho perfeito

        • Rodrigo

          Ué, você acabou de falar lá em cima que está torcendo pra Lenovo desistir desses smartphones extremamente finos, agora diz que está perfeito… não entendi.

          Talvez não estejamos nos entendendo sobre o quanto é o extremamente fino. No meu entendimento 1mm é uma mudança tão sutil que não signifcaria sair da espessura perfeita para o extremamente fino.

          • leoleonardo85

            cara, o Moto Z Play 1 não é fino ahahah

          • Rodrigo

            Você que disse que é fino. Embora eu concorde. Pra você chamar de fino tem que ter a esperar de uma folha de papel pelo visto…

            Torcendo pra Moto/Lenovo absorver todas as criticas e desistir de Smartphones extremamente finos anos que vem

            Analisando o discurso, sugere que os smartphones desse ano são extremamente finos.

  • Jonas S. Marques

    Rapaz;
    Preço elevado, bateria aparentemente sofrível e pior, já que vai focar em câmera bota umas lentes com abertura focal maior, né, já que até o Moto G 5 Plus tem.

    • Em um sensor fisicamente tão pequeno uma lente clara faz pouca ou quase nenhuma diferença – vide os sensores dos Galaxys A da vida que têm abertura variando de 1.7 a 1.9 e sofrem em ambientes com pouca luz tanto quanto dispositivos com lentes “escuras” de 2.0 ou 2.2. Ok, vão argumentar que fotografia nada mais é que “luz”, e estão certos. Ocorre que uma abertura maior (o valor é inversamente proporcional, ou seja: quanto maior for o número “f” menor a abertura), favorece os sensores diminutos. Isso acontece pois, na medida que entra menos luz para a superfície do sensor, os pixels (hoje em dia cada vez menores para espremer 16, 18, 21 e até 23 Mpx numa área tão pequena) se iluminam de maneira mais ajustada. Com muita luz eles tendem a “estourar” obrigando o software de pós-processamento a trabalhar mais; o que resulta quase sempre em pouco alcance dinâmico durante o dia, perda de detalhes nas imagens; e o pior, ruídos suprimidos por um agressivo processo de “lavagem” excessivamente artificial ante a perda de detalhes da imagem. A abertura maior ajuda sensores grandes ou com menos pixels, porém, pixels de tamanhos maiores; estes conseguem captar melhor a luz que entra pelo diafragma. Contudo, é o software de tratamento da imagem que REALMENTE faz a diferença (vide a Samsung fazendo maravilhas com os sensores da Sony enquanto a própria fabricante não consegue produzir um “camerafone” digno de nota). Outro exemplo é o Galaxy S8 e S8+ que usam exatamente os mesmos sensores presentes no Galaxy S7 e conseguem ser ainda mais precisos que seu antecessor.

      • Jonas S. Marques

        Bom, você está quase certo, porque todos os Galaxy A tem sensores com abertura F 1.9, não 1.7, nenhum galaxy A tem essa configuração. Abertura faz sim diferença, se não fizesse a Apple não substituiria os antigos 2.2 do Iphone por uma lente de 1.8 na última geração.
        E, quando o aparelho se vende com a câmera tendo um diferencial, bem…

        • Leia novamente até entender, não disse que não faz diferença… Disse que NÃO FAZ DIFERENÇA EM SENSORES MINÚSCULOS. Quanto a abertura da câmera tens razão os Galaxys A tem abertura de 1.9, no entanto, para salientar meu ponto, o Moto G5 Plus tem abertura 1.7, um sensor sony, e a noite é uma porcaria; durante o dia tem um alcance dinâmico sofrível.

          Diferencial não deve ser um número, e sim uma vantagem palpável. De nada me vale uma câmera com abertura boa, se o meu sensor é tão pequeno que não consegue tirar proveito disso. A propósito, as câmeras de iphone, sem exceção, vão de medianas a sofríveis.

          • Desculpe mas não concordo, faz diferença, mesmo que pequena. Mas você está realmente certo quando fala do tamanho dos Pixels, tanto que as melhores câmeras se estabilizaram em 1,4um e sensores maiores que 1/2,5. Mas há certos limites físicos em quão pequeno um sensor pode ser e tamanho do conjunto óptico, senão o foco seria impossível sem a movimentação das lentas. Mas o tipo de sensor e as tecnologias por trás dele são tão importantes quanto, então por isso que o no caso do G5 Plus a qualidade a noite não é tão boa, o sensor não tem tanta sensibilidade, e também podemos supôr que o conjunto de processamento de imagens não está bem regulado.

          • Aberturas baixíssimas – menores que 2.0, só se justificam COMO DIFERENCIAL DE QUALIDADE em sensores grandes (seja por serem fisicamente maiores, ou por ter pixels maiores – ou melhor ainda, pelos dois motivos).

            Imagine a superfície de um sensor como uma plataforma coberta por milhares de baldes, imagine ainda que a luz que entra pelo diafragma seja um líquido qualquer: ao ser despejada em grande quantidade sobre os baldes pequeninos o líquido tenderá a espalhar pelo impulso que o líquido toma ao tocar o fundo de cada balde. Se os baldes forem maiores o líquido tende a não conseguir sair de cada receptáculo.

            Acontece algo parecido com a luz (fótons) que incide sobre as células dos sensores de câmeras de smartphone.

            Uma abertura grande faz com que a luz (que o sensor transforma em corrente elétrica) aumente demais a tensão na superfície do sensor (derrame) o que causa os problemas que já citei (alcance dinâmico baixo, perda de detalhes interessantes no pós processamento, e um grande número de ruído na imagem – fora o problema com o foco que você bem lembrou).

            Não a toa a melhor câmera da atualidade é a do Google Pixel mesmo em sensor relativamente pequeno 1 2/3″, porém com pixels de 1.55µm.

        • Leonardo Ribeiro

          Isso não quer dizer nada. A Apple só aumentou a abertura simplesmente para seguir a tendencia, como a maioria das fabricantes tem feito por sinal.
          Simplesmente viram que a corrida de megapixels não estava funcionando mais e decidiram atrair o publico em outra coisa com números.

  • Eduardo Rigler

    Não saio do Moto X Force tão cedo.

  • Pedro Cavalieri

    “Poxa.”

  • Trovalds

    Querendo empurrar você aos MotoSnaps na base da força. Só que é mais fácil o cidadão ir pra concorrência do que ceder a essa “chantagem”.

    A propósito: a tela POLED leva vantagem sobre a OLED?

    • A proposta do Snap até que é legal (embora a estratégia não seja tão legal assim), o problema mesmo é com o preço.

      Nem o snap mais simples de todos que é aquela capa traseira, sem nenhum tipo de tecnologia, é caro! Nos EUA custa U$ 29,90 e no Brasil custa mais de R$ 200,00.

    • O “P” é de plástico. POLED permite fazer painéis com uns formatos diferentes (tipo os LG G Flex) ou, no caso do Z2 Force, mais “resistentes”, já que não quebram na queda.

  • LuizF

    Então dessa vez a versão do Brasil será mais poderosa q a dos EUA?

  • Leonardo Rocha Dias

    Não teve nada sobre o Moto X4? Não foi desta vez… ;(
    Curioso para saber qual será o tempo máximo de abertura do obturador. No S7 são 10s. S8, 30s.

  • Thiago Moraes

    Que regresso. Eu que já tive um moto maxx não pretendo nem tão cedo nessa vida ter um celular da motorola. Sigo firme e forte com meu i6s Plus por mais uns 5 anos pela frente. Celular tudo extremamente caro não dá mais para ficar trocando todo ano séloko

  • Renan Maia Fernandes

    É, não foi dessa vez Motorola/Lenovo, tá difícil de acertar e quando acerta vai e estraga (Moto Z2 Play).

    Infelizmente vou ter que desistir de comprar aparelhos dela, além do suporte a atualizações ter quase que sumido nas novas linhas, a cada atualização de hardware, um novo jeito de estragar a linha que antes era sinônimo de simplicidade.

    • Yago G. Oliveira

      Bem, é o mercado. Fazem isso para na próxima geração, o telefone receber bateria melhor etc.

  • Wololo ✔

    Estou tentando entender a logica da Lenovo, parece que estão tentando trazer características de telefones chineses para o ocidente, focando em smartphones com menor em espessura e alta quantidade de RAM, ou seja, perfumaria desnecessaria.
    Alias, e esse obturador máximo de 1s? Não é o que eu esperava de um topo de linha, um Lumia 730 deve ir mais longe que isso (3s se lembro bem).

  • betones

    Eu nem tento mais entender o que esses caras pensam sobre bateria.

  • E essa bateria aí ein? Mas entendo, os mods de bateria não irão se vender sozinhos…

  • Ultron 2.0

    Aparentemente o sensor, pelo menos um deles, é o IMX378, mesmo do Google Pixel, já o outro não sei, pois não sei se o sensor é monocromático via hardware ou software.

  • Rod

    Lixo

  • Tomi

    Lighter, Thinner, But Just As Durable . It is NOMU S30 mini with great discount:
    https://goo.gl/hhXnLh

    • Touliloup

      Shittiest phone to date, do not buy this.