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Sky e V são os novos topo de linha da Quantum

Modelo Quantum V inclui projetor a laser com tamanho de imagem de 80 polegadas

Emerson Alecrim Por

A curitibana Quantum reuniu a imprensa na noite desta terça-feira (29), em São Paulo, para revelar dois smartphones que chegam para ser os novos topos de linha da marca: o Quantum Sky e o Quantum V. Tecnicamente, ambos são bem parecidos, mas o Quantum V se diferencia por um detalhe inusitado: um projetor a laser.

O Quantum Sky tem corpo de alumínio "aeronáutico"

O Quantum Sky tem corpo de alumínio “aeronáutico”

O Quantum Sky tem tela IPS de 5,5 polegadas com resolução de 1920×1080 pixels. A companhia tem preferência por processadores MediaTek e, aqui, não é diferente: o modelo traz um octa-core Helio P10 de 2 GHz acompanhado de 4 GB de RAM. O espaço para armazenamento é de 64 GB.

A bateria promete não decepcionar: são 4.010 mAh. Há suporte para recarga rápida: com cerca de 30 minutos de tomada é possível obter 50% de carga.

As câmeras não impressionaram no Quantum Fly (o topo de linha antecessor) e só os testes vão dizer se a situação melhorou com o Quantum Sky, mas os números são interessantes: na traseira há um sensor de 13 megapixels; na frente, a câmera tem 16 megapixels, além do LED para flash.

Falando em Quantum Fly, esse modelo traz um leitor de impressões digitais na parte traseira. No Quantum Sky, o componente foi para a parte frontal, logo abaixo da tela. Na mesma área, a gente nota que os botões de sistema deixaram de ser virtuais, porém, eles são identificados com dois LEDs sem ícone definido. De acordo com a Quantum, a ideia é permitir que o usuário escolha quais desses pontos serão usados para voltar e acessar a lista de apps abertos.

O alumínio "aeronáutico" também está presente aqui

O alumínio “aeronáutico” também está presente aqui

Por sua vez, o Quantum V tem especificações parecidas, como já dito, mas vem com projetor a laser que exibe imagens em resolução HD com um tamanho equivalente ao de uma TV de 80 polegadas e contraste 5000:1. As câmeras são ligeiramente diferentes: 13 megapixels na traseira, 8 megapixels na frente. O processador também muda: a Quantum colocou aqui um MediaTek MT6750 de 1,5 GHz. Já o leitor de digitais ficou na parte traseira.

O Quantum Sky vai ser vendido a partir de amanhã (30) com preço de lançamento de R$ 1.349 nos canais da Quantum. Já o Quantum V chega com preço sugerido de R$ 1.799. Entre os items que acompanham as duas novidades estão fones de ouvido, capa e película. Vale dizer ainda que ambos saem de fábrica com o Android 7.0 Nougat.

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Francisco Paixão
Anatel (você se fodeu)
Francisco Paixão
Você trabalha pra Quantum?
Francisco Paixão
Você só fala merda
Francisco Paixão
É fácil alienar você '-'
Francisco Paixão
Já viu no site da Anatel? Isso é mentira
Francisco Paixão
Kkkkkkkkk inocente
Rodrigo Zimmermann
Essa é a posição oficial da Quantum sobre o assunto: ela desenvolve e vende projetos para empresas estrangeiras, que obviamente não vão concorrer com ela no mercado brasileiro (ao menos no varejo). Outra informação é que a Quantum, como fabricante nacional, tem que seguir a legislação nacional (que tira a liberdade de escolher o melhor fornecedor), obrigando a desenvolver o smartphone no Brasil e com a maior quantidade de peças nacionais possíveis. Seguindo isso, a Quantum obtém uma vantagem fiscal (que para mim é uma maneira do governo controlar a empresa de forma indireta, mas isso é outro papo). Portanto, não há como a Quantum ter adquirido smartphone estrangeiro para colocar a marca e homologá-lo no Brasil, pois a Anatel não iria homologar o aparelho por descumprimento da legislação brasileira.
Rodrigo Zimmermann
A fonte é a própria Quantum. E qual a sua?
Rodrigo Zimmermann
Não estou mentindo. Essa é a verdade. Você está equivocado. E sim, a Quantum confirmou a parceria com a Gionee, mas o projeto é da Quantum.
Léx Ferracioli
Em média 25 a 35 dias nos sites Gearbest ou Banggood, essa espera está cada vez mais curta ;)
creitu.tom765
Mas, se ela realmente faz isso, porquê não lançar juntamente com o mercado exterior? Sempre lança depois, nunca tem uma dedicação ao país? Não entendo sobre estratégia empresarial, econômica ou coisas do tipo, mas queria compreender essa estratégia.
Gabriel Arruda
Infelizmente, duvido que o Brasil tenha condições de realmente criar projetos de smartphones, exige uma cadeia de produção e expertise bem ampla para se fazer um smartphone.
Luiz Soares
Ta certo querida ! que cada um escolha o que lhe mais agrada e seja feliz !!
Joao Victor Rodrigues de Souza
Fora que é aquele esquema, tem gente que se satisfaz com pouco. ;) iPhone dá problema? Sim! Mas você procura uma assistência em qualquer lugar do mundo e a Apple troca seu aparelho. Recebe atualização do iOS por anos. Gionee se recusa liberar o código fonte por medo de perder venda de a comunidade desenvolver versão nova do Android pra eles.
Joao Victor Rodrigues de Souza
Zimmermann larga de falar mentira criatura. A Gionee ou a ODM que dez o Gionee A1 foi quem vendeu o aparelho. A própria Quantum já confirmou que os aparelhos são desenvolvidos por 'parcerias chinesas'.
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