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Uma olhada de perto no Quantum Sky e no Quantum V

Os dois aparelhos são as novas opções da Quantum para quem está disposto a pagar um pouco mais; o modelo V chama atenção por ter projetor embutido

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21 semanas atrás

A curitibana Quantum trabalha, prioritariamente, com smartphones acessíveis, como o Quantum Go 2 e o Quantum Muv Up, para citar os modelos mais recentes. Mas a companhia vem, aos poucos, aumentando as suas incursões em segmentos um pouco mais ousados. É o que a levou a lançar o Quantum Sky, modelo que vem para ser o topo de linha da marca.

De quebra, a empresa também anunciou o Quantum V, smartphone que traz uma funcionalidade peculiar: um projetor a laser que gera imagens com tamanho equivalente ao de uma tela de 80 polegadas. Não é o primeiro aparelho a ter uma função como essa, mas não deixa de ser uma ideia surpreendente.

Intermediário premium com ar de topo de linha

No portfólio da marca não existe nenhum smartphone tecnicamente superior ao Quantum Sky, razão pela qual podemos considerar o modelo o topo de linha da marca. Mas só da marca, pois, no mercado, o Quantum Sky está mais para um intermediário premium. Ou algo assim.

Quantum Sky

As especificações incluem tela IPS de 5,5 polegadas com resolução full HD (401 ppi), processador octa-core MediaTek Helio P10 (MT6755) de 2 GHz, GPU Mali-T860MP2 de 700 MHz, 4 GB de RAM, 64 GB para armazenamento interno de dados (54 GB livres para o usuário) e bateria de 4.010 mAh com suporte a recarga rápida.

É um conjunto que, no meu primeiro teste, teve desempenho consistente nas tarefas mais comuns — navegador, YouTube, fotos, enfim. No review é que vamos saber como o Quantum Sky se sai no dia a dia, mas uma coisa é perceptível já nos primeiros minutos: o modelo vem com o Android 7.0 Nougat (com promessa de atualização para o Android 8.0 Oreo) e uma interface pouco modificada que, como tal, ajuda o aparelho a se comportar de maneira estável.

Quantum Sky

A Quantum afirma que, para chegar às especificações do Sky, fez uma pesquisa de mercado. A empresa afirma que descobriu, por exemplo, que os usuários brasileiros anseiam mais por baterias de longa duração e que telas grandes são cada vez mais interessantes por aqui.

Mas, aparentemente, essa pesquisa não levou em conta que a maioria das pessoas não gosta de uma gaveta de chips do tipo “ou”: no Quantum Sky, você instala dois SIM cards (um é micro e ou outro é nano) ou um SIM card e um microSD (de até 256 GB). Não dá para ter os três.

Quantum Sky

Essa pesquisa também serviu de base para as câmeras: a traseira tem sensor de 13 megapixels; a frontal, de 16 megapixels. O brasileiro gosta muito de selfies, daí uma atenção maior à câmera frontal. É o que a companhia dá a entender. Os números são bons, mas a abertura das duas câmeras é f/2,0. Vamos ver como ambas se saem nos testes (as câmeras do Quantum Fly, modelo do ano passado, não impressionaram).

Alumínio “aeronáutico”

Se você gosta de celular todo preto, precisa saber desde já que só a frente do Quantum Sky vem nessa cor: a traseira, não removível, é prata ou dourada (nessa versão, a frente é branca). Não há outras opções de cores.

Quantum Sky

Mas a Quantum faz questão de ressaltar que a traseira é feita de uma liga de alumínio usada pela indústria aeronáutica, material que traz leveza e resistência ao mesmo tempo. De fato, o dispositivo parece mesmo ser bem resistente.

A textura da traseira é fosca, portanto, é difícil deixar marcas de dedos ali. Eu fiquei preocupado com uma possível facilidade de o smartphone escorregar das mãos, mas a curvatura das laterais dá uma boa ajuda na pegada.

Quantum Sky

É claro que o alumínio também deixa o dispositivo mais bonito. Mas, no quesito estética, o Quantum Sky me causou uma mistura de sensações. Observando de frente, ele me lembrou um aparelho da Samsung, principalmente por causa do formato do leitor de impressões. Mas, no toque, o leitor lembra mais um smartphone atual da Motorola.

Quantum Sky

Uma coisa é certa: fonte de inspiração não faltou aqui.

Quantum V: parece uma lanterna, mas é um projetor

Havia alguns indícios de que a Quantum iria anunciar mais de um smartphone nesta semana. O que ninguém esperava é que esse segundo modelo viesse com um projetor a laser. Essa é a principal característica do Quantum V. Mas quem precisa de um projetor?

Por causa do projetor, o Quantum V é um pouco mais grosso que a média: 10,3 mm

Por causa do projetor, o Quantum V é um pouco mais grosso que a média: 10,3 mm

A gente logo pensa em professores em aula ou profissionais que precisam de alguma praticidade em reuniões. Mas a Quantum vê mais potencial aí. Você pode usar o projetor para assistir a um filme da Netflix quando estiver em um hotel ou mostrar fotos do churrasco para os seus amigos, por exemplo.

Mesmo assim, é difícil não pensar que um produto como esse terá um público bem limitado. Mas o projetor realmente funciona. Ele fica na parte superior do aparelho e, desligado, faz a gente lembrar da lanternas que os celulares de anos atrás tinham.

Quantum VQuantum V

Como já dito, o projetor do Quantum V pode exibir imagens com tamanho de uma tela de até 80 polegadas (em uma distância de até dois metros). A resolução é HD, o contraste é de 5000:1 e o brilho é de 31 lúmens. Haverá um pequeno suporte para deixar o smartphone apoiado em uma superfície durante a projeção.

Para lidar com essa e as demais tarefas, o Quantum V tem alguns números parecidos com os do Quantum Sky: tela IPS full HD de 5,5 polegadas, processador octa-core MediaTek MT6750 de 1,5 GHz, 4 GB de RAM, 64 GB para armazenamento interno de dados, bateria de 4.000 mAh (que aguenta até quatros horas seguidas de projeção), câmera traseira de 13 megapixels, câmera frontal de 8 megapixels e leitor de impressões digitais, mas na traseira.

Quantum V

No evento de lançamento, a projeção me pareceu bastante decente: as cores estavam fortes, a resolução era suficiente para enxergar os detalhes e não havia atraso na exibição ou outros problemas parecidos. Mas convém fazer um teste mais demorado para dar um parecer sobre o projetor. Já pedimos uma unidade para análise.

Preços e disponibilidade

O Quantum V já está em pré-venda no site da Quantum, mas ele só chega em novembro. O preço de lançamento é de R$ 1.799. Pelo menos inicialmente, o modelo só estará disponível na cor azul.

Já o Quantum Sky foi lançado nesta quarta-feira (30) por R$ 1.349 reais. Por enquanto, só é possível comprá-lo no site da Quantum ou nos quiosques da empresa.

Será que vale a pena? Espere só mais um pouco para descobrir. Estamos com uma unidade do Quantum Sky para testes. O review sai nos próximos dias. Enquanto isso, deixe as suas dúvidas sobre o modelo aí nos comentários.

  • João Paulo Mesquita

    Me interesso principalmente por dois pontos: bateria e qualidade da câmera, principalmente comparada aos topos de linha no mercado. Tomara que ambas sejam satisfatórias. Se puder destacar esses dois pontos, agradeço!

  • Udiclei Belchior

    Gostei da tecnologia do quantum V, aguardo o review dele para tomar uma decisão!

    • David Diniz

      Não vi nada demais na “Tecnologia” desse celular.. Qualquer chinês de 400 reais tem a mesma especificação.

      • Não a projeção, chato. XD

      • Udiclei Belchior

        Me expressei errado quis dizer o projetor nele achei bacana.

        • Tu não se expressou, é só ler o artigo que da pra sacar que tu tá falando da projeção.

  • vin

    Como já comentei anteriormente, acho muita cara de pau a Quantum ficar falando que “desenvolveu o aparelho com base no mercado brasileiro”, sendo que fazem acordos com marcas de fora para vender os celulares aqui.

    Se querem trazer muamba para cá, seria mais digno se fizessem igual a Vi Station.

    • Joaomanoel

      Bem, pelo menos eles desenvolveram a planilha especificando o hardware e features que queria no aparelho xD

    • Rodrigo Zimmermann

      Seu achismo não vale nada aqui, porque não pede o posicionamento oficial da Quantum sobre o assunto? Ela já respondeu anteriormente: a Quantum vende projetos para empresas estrangeiras, o que diminui os custos de produção. E sim, o smartphone é nacional, o projeto é nacional (embora nem todos os componentes sejam nacionais, pois a indústria brasileira não fabrica todas as peças necessárias de um smartphone).

      • vin

      • vin

        Porque estou comentando minhas impressões. Que eu saiba, a área de comentários serve para isso.

        E você quer mesmo convencer alguém que a Quantum foi, no começo do ano, bater na porta de uma empresa que trabalha com white label para vender o projeto do SKY, e só agora vai lançar ele no Brasil? Porque o Gionee A1 foi anunciado em Fevereiro.

        Tem também o Blu Vivo 8, que saiu em Julho e é o mesmo aparelho. Muito boazinha a Quantum, deixa as clientes lançarem primeiro para depois lançar o dela. Faça-me o favor…

        • Humberto Machado

          e é sabido que a Gionee já vende produto com obsolencia programada 🙂

        • Rodrigo Zimmermann

          No evento destinado à imprensa ontem, estavam presentes os executivos da Gionee e de outra empresa chinesa (que não lembro o nome), e eles esclareceram aos jornalistas, que quiseram obter informações, acerca da parceria com a Quantum.

          Tudo foi bem esclarecido, obviamente para os jornalistas que sabem trabalhar (a maioria só vai nos eventos, tira umas fotos, usa o celular por alguns minutos e vai embora, depois que descobrem semelhanças soltam informações errôneas sem verificar as partes).

          Além da presença dos executivos no evento, a Quantum oferece o contato da Gionee e de seus parceiros para esclarecer possíveis dúvidas. No entanto, poucos jornalistas estão interessados em esclarecer os fatos.

          Já disse e repito: a Quantum desenvolveu os projetos, e você sabe muito bem que um projeto é algo anterior à fabricação. A Quantum fez parcerias com empresas estrangeiras para que eles adotassem os projetos da empresa, até porque isso serve como teste do aparelho antes da própria Quantum lança-lo definitivamente. Verifique a fundo, o Quantum Sky e o Quantum V possuem algumas alterações de hardwares com relação aos modelos estrangeiros, o que também colabora para demonstrar que não é um produto desenvolvido no exterior (embora existam peças que compõem o aparelho e que são importadas, isto devido a indústria brasileira não fabricar tais peças por aqui).

          Outro fato que colabora para explicar que o aparelho é nacional sim, é o incentivo fiscal obtido pela empresa, o que obriga a Quantum a carregar um aplicativo chamado “apps brasileiros”, presente em todos os smartphones da empresa, bem como a desenvolver seus produtos com peças nacionais o quanto for possível (somente pode importar se não houver fabricante em território nacional). Sem isso, a Quantum não obteria incentivo fiscal previsto na legislação.

          • Victor Serrão

            Cara… Sai dessa. Tá muito claro que a Quantum vai lá na China e compra o modelo que quer, mete a marca e vende aqui. Esse papinho do “desenvolvido aqui” é usado desde que o mundo é muito em todos os casos de badge engineering. É isso que a Quantum é, eles podem rebolar o quanto quiserem mas não dá pra não ver que isso tá lá, de maneira muito evidente. É a realidade dos caras.

            A Gionee ganha uma marca pra entrar aqui, ótimo pra ela. Se viesse com marca própria pra cá, seria reputada como Xing Ling.

            E veja, isso não é DEMÉRITO algum, eu não deixaria de comprar por isso. É apenas o que acontece. Eu faria a mesma coisa que eles. A China é o chão de fábrica do mundo, os caras fazem mais barato e cada vez mais têm feito coisas de qualidade, principalmente em tecnologia.

  • Sei lá mas com 64 GB eu não vejo necessidade de cartão de memória anyway. A bateria e a câmera é que me interessam mais.

  • Olha, tá melhor que a Motorola no caso, que tirou a bateria pra tu comprar modulo de bateria e até desabilitou o miracast dos aparelhos pra tu ter que comprar o modulo projetor.
    Mas de bonito não vi nada nesse Sky, só no V mesmo (bem bonito, alias) e… Custava ser 2 nano SIMs + microSD? Pra não falar do auto falante embaixo com uma borda dessas livre, bicho.

    • ditom

      Também acho. Bandeja híbrida SIM/micro SD não dá…

  • Caio Soares

    Mali T860 MP2 com tela Full HD. Bye bye desempenho gráfico.

  • Mas como o povo reclama!

    A Quantum escolhe bons aparelhos no mercado chines, os adapta para o mercado brasileiro, com preço bom, Android quase puro, atualização, suporte, e o povo ainda fica reclamando.

    • Rodrigo Zimmermann

      Na verdade é a Quantum que vende os projetos para os chineses, e então é a tecnologia deles que está nesses aparelhos estrangeiros.

      • Francisco Paixão

        Kkkkkkkkkk faz me rir

    • Rodrigo Zimmermann

      No evento destinado à imprensa ontem, estavam presentes os executivos da Gionee e de outra empresa chinesa (que não lembro o nome), e eles esclareceram aos jornalistas, que quiseram obter informações, acerca da parceria com a Quantum.

      Tudo foi bem esclarecido, obviamente para os jornalistas que sabem trabalhar (a maioria só vai nos eventos, tira umas fotos, usa o celular por alguns minutos e vai embora, depois que descobrem semelhanças soltam informações errôneas sem verificar as partes).

      Além da presença dos executivos no evento, a Quantum oferece o contato da Gionee e de seus parceiros para esclarecer possíveis dúvidas. No entanto, poucos jornalistas estão interessados em esclarecer os fatos.

      Já disse e repito: a Quantum desenvolveu os projetos, e você sabe muito bem que um projeto é algo anterior à fabricação. A Quantum fez parcerias com empresas estrangeiras para que eles adotassem os projetos da empresa, até porque isso serve como teste do aparelho antes da própria Quantum lança-lo definitivamente. Verifique a fundo, o Quantum Sky e o Quantum V possuem algumas alterações de hardwares com relação aos modelos estrangeiros, o que também colabora para demonstrar que não é um produto desenvolvido no exterior (embora existam peças que compõem o aparelho e que são importadas, isto devido a indústria brasileira não fabricar tais peças por aqui).

      Outro fato que colabora para explicar que o aparelho é nacional sim, é o incentivo fiscal obtido pela empresa, o que obriga a Quantum a carregar um aplicativo chamado “apps brasileiros”, presente em todos os smartphones da empresa, bem como a desenvolver seus produtos com peças nacionais o quanto for possível (somente pode importar se não houver fabricante em território nacional). Sem isso, a Quantum não obteria incentivo fiscal previsto na legislação.

  • Alexandre Salau

    Essa GPU é que mata, no K10 2017 com tela HD ela já fica pedalando em falso, imagina numa tela FullHD. De resto tá bem decente e com preço bastante competitivo.

  • malfatti

    A Quantum é uma empresa brasileira estabelecida em Setembro de 2015 em Curitiba, no Paraná, como uma unidade de negócios da Positivo Informática. – Wikipédia
    É preciso ter espaço para todos. Não é ético ficar comparando. Cada público busca o que está ao seu alcance.
    Informação acerca do desempenho e diferencial do smartphone é importante, para que os leitores tomem sua decisão quanto à aquisição.

  • paulo yan

    Como a Quantum já consegue consumir de cara 10GB de memória do aparelho? E esses botões power/volume no mesmo lado é muito ruim. Fica confuso.

    • ZiNani

      rsrs, pra mim é confuso quando ficado ficam em lados diferentes.

    • Ruim é tu ir bloquear o aparelho e diminuir o volume pq do outro lado tem um botão exatamente no mesmo alinhamento, igual nos Samsung/Apple.

  • leoleonardo85

    Projetor, pra que, PRA QUE

    • Pedro Cavalieri

      Reuniões? Netflix ocasional num quarto sem tv? Achei interessantíssima a ideia do projetor num celular, principalmente considerando que a autonomia da bateria é suficiente para fazê-lo funcionar por 4 horas (mais do que suficiente tanto no âmbito profissional quanto para entretenimento, já que ele provavelmente não ficará ligado por 4 horas, o que significa que ainda terá bateria depois de uma apresentação para continuar seu uso como celular).
      Não é porque a função não é do seu nicho, que ela seja inútil.

    • Victor Serrão

      Reuniões, filho pequeno vendo Netflix… Tem uso sim.

      • leoleonardo85

        uso muito pequeno pra justificar

        • Victor Serrão

          Po cara… Essa é a sua opinião, pra você talvez não se justifique. Mas é bom que haja opções. Eu compraria. Tem que gente que vai ter uso pra isso sim. O Galaxy Beam era ruim como projetor, se o Quantum entregar uma resolução melhor e maior luminosidade, pode ser muito útil pra bastante gente.

        • O aparelho (V) é pra quem quer projetor… Pra quem não quer tem o Sky, simples

  • F̶e̶l̶i̶p̶e̲ D̶e̶ F̲a̶r̶i̶a

    Já estou com o Sky em mãos… super aparelho! Super recomendo.

  • Anthony Fernando

    Broxei quando vi MediaTek.

  • David Diniz

    Pergunta besta: Esses aparelhos são 4G/3G ou 4G/2G?

  • Humberto Machado

    “MediaTek”
    “Mali T860”
    “Tela Full HD”
    “R$1799”

    Xiaomi ta ai por isso com um Snap 835

    • Trovalds

      Mais os devidos em impostos. Não se iluda.

      • pedroca

        ainda sai mais barato

      • Humberto Machado

        Trovalds, por R$1700 você já compra um xiaomi mi6 6/64GB. Por uns 200-300 a mais pega o Oneplus 5.

        Obs: Esses valores a pronta entrega no Brasil.

        Edit: Alem disso esses telefones da quantum tem uma cara de Umi, que num tá no gibi

        • Trovalds

          ML. Não, obrigado.

          • Humberto Machado

            Não precisa ser necessariamente Mercado Livre. Há grupos de compra e venda no facebook destinado a marcas chinesas.
            Um Maze Alpha que tem um Hardware superior e é mais bonito, com todas as taxas de importação vc compra à uns R$1100,00 (isso colocando a taxação no valor CHEIO)
            Mas se vc for exigente: S7 Edge 32Gb HOJE tá até R$1619 na submarino com os devidos descontos e o horario certo pra comprar ou 1979 a vista sem ticket

          • peq42

            ow animal, n sei se notou mas esse é o preço do V, que tem UM FODENDO PROJETOR!
            O sky é basicamente a mesma coisa sem o projetor, e ta custando sabe quanto? 1350!

            Me diz, você compra a caralha de um celular com 4gb de ram, sensor de digital, câmera 13mp/16mp, android 7,Octa-Core(2 FUCKING GHZ), 4000 FUCKING MAH DE BATERIA,etc por 1350 no lançamento?NÃO VOCÊ NÃO COMPRA, SUA MULA

            E não me venha falar que é cópia, pq eles enviaram o projeto para a fabricante chinesa produzir.Pode pesquisar.

          • Humberto Machado

            Xiaomi Redmi Note 4x, ainda tem um hardware superior (só por ser qualcomm) 4gb RAM e 64GB ROM, Bateria de 4050mAh se compra a R$1000,00 ou menos, dependendo do estado, ou uns R$550 se importar.

          • Humberto Machado

            Primeiramente, li o artigo, o esforço da Positivo em fornecer dispositivos nacionais é louvavel, só acho caro pagar R$1350 num mediatek xexelento que compro na china a R$500 (excetuando tributação)

          • peq42

            Tenho ódio de gente burra que comenta comparando 2 coisas sem sequer ler a caralha do artigo

  • Rod

    MediaTek 💩

  • Junior Felberg

    Alguem sabe de algum review oficial para o Quantum Sky?

  • Jose Antonio

    Esse Quantum V parece com o protótipo da Lenovo em 2015, Lenovo Smart Cast..

  • Marcio Hotz

    a quantum poderia ter optado por um processador melhor esse que eles escolheram e muito ultrapassado poderiam ter usado um intermediarioo da qualcom snapdragom 625 que encaixaria bem nesse modelo no resto ta tudo legal.

  • Raimundo Honorato

    comprei um… esquenta muito. não tem capa que protege o suficiente… deu defeito e para consertar tem que mandar para Curitiba!!!! é furada!!! não comprem!!! voltei pro velho Samsung e não me arrependo!cc