Início » Mobile » LG Q6+: as bordas mínimas chegam aos intermediários

LG Q6+: as bordas mínimas chegam aos intermediários

Smartphone de 5,5 polegadas da LG tem design compacto e aposta no reconhecimento facial, mas falha

Por
29/09/2017 às 16h31
7.4

Prós

  • Bastante capacidade de armazenamento
  • Bateria que dá conta do recado
  • Belo aproveitamento de espaço

Contras

  • Cadê o leitor de impressões digitais?
  • Câmeras não impressionam
  • Desempenho decepcionante na categoria
  • Reconhecimento facial lento e impreciso
  • Traseira de plástico risca com muita facilidade

Quando a LG anunciou o smartphone Q6, eu falei: “finalmente!”. Até então, a linha de celulares da fabricante coreana no Brasil não fazia muito sentido na minha cabeça: havia os aparelhos de entrada, como K4, K8 e K10, que custam até mil reais; e depois o topo de linha G6, que foi lançado por R$ 3.999. O abismo entre as duas principais famílias de produtos era muito grande.

Agora, até que enfim, existe um smartphone da LG para ocupar o segmento de aparelhos intermediários “quase premium”. O Q6 se parece com o G6, mas é menor, tem hardware mais simples e preço mais convidativo. Ainda assim, no Q6+, a empresa colocou alguns números que chamam atenção, como os 4 GB de RAM e os 64 GB de armazenamento interno.

Será que vale a pena? Eu conto tudo nos próximos parágrafos.

Em vídeo

Design

Com certeza, o maior destaque do Q6+ é ter um design relativamente compacto, com poucas bordas em volta da tela, mas sem custar uma fortuna: o Q6 desembarcou por R$ 1.299, enquanto o Q6+ custa R$ 1.599. E ambos os modelos têm moldura de alumínio e um bom aproveitamento de espaço na parte frontal, que dão um aspecto mais sofisticado ao produto.

Mas é claro que, cobrando um terço do preço de lançamento do G6, a LG fez algumas concessões. O principal problema é a traseira de plástico, não por algum preconceito pessoal, mas por causa da escolha do acabamento. Existem basicamente três opções quando não se usa vidro ou metal: plástico fosco, plástico texturizado (as fabricantes acabam indo para essa opção) e plástico brilhante.

No caso do Q6+, o resultado é esteticamente bom, mas o material risca com extrema facilidade. Depois de uma semana, parece até que eu passei uma lixa no aparelho (mas ele só ficou no meu bolso e na minha mesa). Cheguei a pensar que foi algum descuido da minha parte, mas reviews estrangeiros também citam essa falha; e outras pessoas que estão com o Q6+ notaram o problema. O uso de uma capinha é obrigatório.

Outro ponto negativo é a ausência do leitor de impressões digitais, um componente que até smartphones de 700 reais já estão trazendo. A LG seguiu o caminho da Apple e decidiu apostar todas as fichas no reconhecimento facial. O problema é que, no caso do Q6+, a tecnologia é simplesmente ruim.

Em condições normais de temperatura e pressão, você simplesmente levanta o aparelho, vê a tela ligar, olha para a câmera frontal, e ele é desbloqueado magicamente. Na prática, acontece o seguinte:

  • Primeiro: ele não funciona no escuro. E, se a iluminação estiver um pouquinho ruim, a câmera já se atrapalha para reconhecer o rosto.
  • Segundo: qualquer alteração no rosto prejudica o reconhecimento, seja uma alteração no penteado do cabelo ou se eu colocar meus óculos. Existe uma opção para melhorar a precisão do reconhecimento facial, cadastrando seu rosto mais de uma vez, mas nem isso foi suficiente.
  • Terceiro: a tecnologia não é segura porque pode ser burlada com uma simples foto na tela de outro smartphone. Uma opção de reconhecimento facial avançado, que não é ativada por padrão, resolve o problema, mas em compensação faz o aparelho demorar 3 ou 4 segundos para desbloquear; é praticamente inutilizável.

O reconhecimento facial do Q6+ foi uma tentativa da LG em economizar dinheiro na fabricação que definitivamente não deu certo.

Tela

O Q6+ se dá bem dentro de sua categoria quanto o assunto é tela. O painel IPS LCD de 5,5 polegadas com resolução de 2160×1080 pixels (proporção 18:9) entrega boa definição, cores equilibradas e contraste satisfatório. O brilho é um pouco fraco, mas esse é um ponto negativo constante em aparelhos dessa faixa de preço.

Minha crítica fica por conta de um filtro estranho que a LG aplica na tela, por software, para tentar aumentar a percepção de nitidez. Sharpening é algo que as fabricantes costumam colocar nas câmeras, mas a LG é a única que eu vi fazendo isso no display. E, como o Q6+ já possui uma tela naturalmente com excelente definição, essa modificação só piora as coisas.

A questão é que, se você olha um pouquinho mais de perto, percebe algumas bordas artificiais em volta de caracteres de texto, ou mesmo fotos que parecem ter sido mal editadas. É uma tentativa da LG em melhorar uma característica do produto que acabou mais atrapalhando que ajudando.

Software

A LG já teve o problema de outras fabricantes de Android, como a Samsung, quando incluía um monte de aplicativos de utilidade duvidosa e desenvolvia uma interface cheia de cores sem sentido. No entanto, o Android 7.1.1 Nougat que chega com o Q6+ me agrada bastante.

A interface da LG tem um visual predominantemente branco, com algumas animações bem sutis, que não pesam nem aos olhos e nem ao hardware. Faz um tempinho que a empresa consegue entregar uma interface bastante fluida mesmo em celulares que não possuem uma GPU tão potente. Ponto para a LG.

Existem poucos aplicativos pré-instalados no Q6+, como a suíte do Google, que é obrigatória; os aplicativos de suporte da LG; algumas ferramentas básicas, como um gerenciador de arquivos (que é bem simples, poderia ser melhor) e um gravador de áudio; e os aplicativos necessários ao funcionamento de determinados recursos, como rádio FM e TV digital.

A TV digital, que exige um rabicho no conector de fone de ouvido para servir como antena, sintoniza bem os canais em alta definição. O aplicativo permite gravar programas (ou até agendar uma gravação) e mostra o guia de programação das emissoras, como todo bom software do gênero.

Câmera

Como o Q6+ foi lançado por R$ 1.599, ele entra na faixa de preço dos intermediários premium, na qual existem câmeras boas de verdade. Nesse cenário de lançamento, comprar um Q6+ por causa da fotografia não faz sentido. Mas, considerando que os preços de smartphones da LG despencam depois de algumas semanas ou meses, dá para avaliá-lo como se ele custasse uns mil reais.

No entanto, mesmo assim, a câmera da LG não impressiona tanto. Ela pode servir pra compartilhar suas fotos capturadas em boas condições de iluminação em alguma rede social, como o Instagram, que mostra as imagens comprimidas e em tamanho pequeno. Entretanto, se você exige uma certa qualidade, o Q6+ não é para você.

Com bastante luz, o Q6+ tira fotos com cores que chamam a atenção, sem parecer artificial demais, e com um alcance dinâmico satisfatório. Ele estoura bastante os pontos de iluminação, mas em geral é possível conseguir boas imagens. O nível de ruído é baixo e a nitidez é satisfatória.

Em cenários noturnos, a câmera de 13 megapixels com lente de abertura f/2,2 mostra suas limitações. A nitidez continua relativamente boa, mas dá para notar bastante ruído em áreas de sombra.

Já câmera frontal de 5 megapixels serve para o básico. As cores agradam, mas a definição é de mediana para ruim, especialmente considerando a existência de aparelhos como o Galaxy A5 (2017), que entrega resultados melhores. Além disso, o ruído está sempre presente e aumenta em ambientes com luz artificial.

Hardware e bateria

A parte estranha do Q6+ é o hardware. Ele tem 4 GB de RAM e 64 GB de armazenamento, inclusive com direito a uma entrada para microSD, que não é híbrida — você pode expandir a memória e utilizar dois chips de operadoras simultaneamente. O problema é o processador Snapdragon 435.

O Snapdragon 435 é composto de oito núcleos Cortex-A53 de 1,4 GHz e não é exatamente ruim; ele é um pouco pior que o Snapdragon 625 em termos de CPU. Só que a GPU Adreno 505 se mostra um fator limitante do Q6+, talvez devido à tela com resolução ligeiramente maior que Full HD.

Nos aplicativos de terceiros, o Q6+ não é fluido. Qualquer rolagem na timeline do Twitter, Instagram ou Facebook mostra travadinhas chatas a cada segundo, que eu não gostaria de encontrar em um aparelho dessa faixa de preço. Jogos também não se dão bem: Breakneck e Unkilled, por exemplo, têm quedas na taxa de frames que prejudicam a jogatina.

Se você não joga ou joga pouco, o Q6+ dá conta do recado. Mas não pense que o multitarefa é ágil por causa dos 4 GB de RAM: o processador acaba sendo um limitador, e o aparelho constantemente recarrega alguns aplicativos em plano de fundo. Parece até que o smartphone é incapaz de usar tanta RAM — é um conjunto desequilibrado, como se um Fiat Uno tivesse um tanque de combustível de Boeing 737.

Por outro lado, a duração de bateria agrada. Nos meus testes, tirando o Q6+ da tomada às 9h da manhã, navegando na web por 2 horas, ouvindo música por streaming por 2 horas, sempre no 4G, eu sempre cheguei em casa por volta por volta das 22h com algo entre 35% e 45% de bateria.

É uma bateria que pode não impressionar muito no papel, com capacidade de 2.900 mAh, mas que na prática funciona bem e deverá aguentar até o final do dia para a maioria das pessoas.

Conclusão

Eu tenho um problema com a LG: ela sempre lança algum smartphone que, no geral, parece bom, mas sempre existe(m) alguma(s) coisinha(s) que joga(m) tudo por água abaixo. Pegue o G6, por exemplo: ele é um excelente celular, com um design que chama a atenção e uma bateria que dura bastante, mas que custava injustificáveis R$ 3.999 no lançamento e tinha míseros 32 GB de espaço.

No caso do Q6+, eu gostei bastante do formato do smartphone, que traz as bordas mínimas para um segmento mais acessível; da bateria, que é boa e aguenta até o final do dia; e da capacidade de armazenamento generosa de 64 GB, que é suficiente para praticamente todo mundo, mesmo para quem está acostumado com aparelhos mais caros.

Mas ele não tem leitor de impressões digitais, e a alternativa que a LG adotou, que é o reconhecimento facial, não funciona direito. Além disso, a traseira de plástico brilhante risca com extrema facilidade, e o desempenho foi decepcionante, apesar de parecer bom na ficha de especificações técnicas.

O Q6+ não faz sentido pelo preço de lançamento, de R$ 1.599. Em alguma promoção do varejo, por 1 ou 1,1 mil reais, talvez ele comece a ser uma alternativa se você gosta do design quase sem bordas. Caso contrário, podem existir opções melhores, como o Galaxy A5 (2017) e o Moto G5S Plus que, embora não sejam superiores em tudo, entregam um conjunto mais equilibrado.

Como comprar com desconto?

testador-cupons-checando

Você pode utilizar a nova extensão do Tecnoblog para economizar alguns caraminguás na hora de trocar de aparelho. Ela tem um módulo Testador de Cupons que busca e aplica o maior desconto disponível na internet no seu carrinho de compras. É tudo automático, então qualquer um consegue utilizar, e é completamente grátis!

ta-caro

Outro recurso muito legal é histórico de preços. Quando você acessar a página de um smartphone, por ex, a gente já consegue te dizer se ele está com um preço legal. Esse recurso te ajuda a não cair em nenhuma "promoção", dessas que oferecem tudo pela "metade do dobro". Tenho certeza que vai ser muito útil em datas especiais, como na Black Friday.

Curtiu? Então clique aqui para instalar. ;)

Especificações técnicas

  • Bateria: 2.900 mAh;
  • Câmera: 13 megapixels (traseira) e 5 megapixels (frontal);
  • Conectividade: 3G, 4G, Wi-Fi 802.11n, GPS, Bluetooth 4.2, USB 2.0, rádio FM, TV digital;
  • Dimensões: 142,5 x 69,3 x 8,1 mm;
  • GPU: Adreno 505;
  • Memória externa: suporte a cartão microSD de até 2 TB;
  • Memória interna: 64 GB;
  • Memória RAM: 4 GB;
  • Peso: 149 gramas;
  • Plataforma: Android 7.1.1 Nougat;
  • Processador: octa-core Snapdragon 435 de 1,4 GHz;
  • Sensores: acelerômetro, proximidade, giroscópio, bússola;
  • Tela: IPS LCD de 5,5 polegadas com resolução de 2160×1080 pixels e proteção Gorilla Glass 3.

Notas Individuais

Design
7
Tela
8
Software
8
Câmera
6
Desempenho
7
Bateria
8
Conectividade
8
Mais sobre: ,
  • Henrique Seraph

    conclusão: LG de mal a pior.
    E, só eu não acho bordas mínimas algo tãaao importante assim?

    • Juan Lourenço

      É o que se chama de qualificador, mas não ganhador de pedido.

      Se você tiver dois celulares parecidos e um tiver bordas finas, ótimo, ganhou, mas se ele tiver bordas finas e specs piores, não vale a pena (isso falando entre nós que olhamos specs, pro público em geral o design tem muito mais valor…)

      • Henrique Seraph

        entendi o ponto de vista, é algo mais pessoal como design

      • Marcos Guilherme

        specs? o que isso?, desculpa a ignorância.

        • Juan Lourenço

          Specifications, ou seja, as especificações técnicas mesmo (cpu, cpu, memória, tipo de tela, etc.)

          • Marcos Guilherme

            sim, sim, agora entendi o “entre nóis”, e digo mais, não sou fã se self e sim de desempenho, se não tiver os specs bons não da kk. Segura meu like nesse post, vlw! kk

    • Marcos Guilherme

      Eu fui me apegando a modelos sem borda e telas de 5.5 pra cima.

      • Henrique Seraph

        tela 5.5 pra cima eu amo, e leitor digital atrás sempre, mas a borda interfere pouco na minha usabilidade, mas talvez porque nunca experimentei um smart com pouca borda, minha próxima compra priorizo isso

        • Marcos Guilherme

          sim leitor atrás sempre, tb gosto dos botões funcionais (volta, minimizar tudo e multi-tarefas) virtual não físico, isso a motorola tem meu ponto.

          • Henrique Seraph

            finalmente achei quem curta o leitor de digitais atrás. O meu smart até o botão pra câmera (algo bem raro hoje em dia) tem, sinceramente eu me apaixonei por coisas assim.

  • evefavretto

    “ele é um pouco pior que o Snapdragon 625 em termos de CPU” = é, 30% menos em clock, além de ter uma tela maior usando uma GPU pior. Entendeu agora a minha bronca, Higa?

    E como eu disse antes, tirando o design bonito(mas ordinário, com esse plástico que arranha fácil atrás), a tela boa e o modem decente(mas que o 625/626 também mais ou menos empata), ele tá competindo com coisas melhores, ou que pelo menos tem um leitor de digital. Nessa faixa de preço eu já considero o sensor de digital indispensável, bola fora da LG.

  • Douglas Souza Luz

    ” é um conjunto desequilibrado, como se um Fiat Uno tivesse um tanque de combustível de Boeing 737.”
    Sonho de consumo de muitos brasileiros, só abastece o carro na compra e não precisa nunca mais se preocupar com gasolina. (desconsiderando o peso do tanque pro motor, é claro).

    • Marcos Guilherme

      Achei que seria o contrário, um Boeing com tanque do Fiat.

      • Acho que realmente foi o que ele falou, a potência do uno, snap 435, aquém do normal, mas com muita folga no armazenamento e memória, no caso, o tanque.

  • Arthur Dantas

    Eu tenho um LG G6, antes foram os G5SE e G4, e todos infelizmente apresentaram manchas na tela, inclusive fiz um video no meu canal no youtube mostrando a tela amarelada no G6, e é um dos videos que mais tem dislike!

    Se as pessoas não se portarem como consumidores exigentes, a LG vai continuar sambando na nossa cara e lançando aparelhos como esse Q6, e ainda por cima, aparelhos com falhas de produção!

    Esse mês vou levar meu aparelho novamente pra assistência. Fica aqui meu relato!

    • Douglas Souza Luz

      Poxa amigo, coragem sua comprar três aparelhos da LG em sequencia.

      • Arthur Dantas

        Tô ficando medroso amigo, confesso! rsrsrs

        • Douglas Souza Luz

          Te entendo! Só tive um LG na vida, que foi o Nexus 5x, passei pra frente antes que acontecesse o bootloop. Pena ver que a LG peca em algo em todos os aparelhos, podia ser uma concorrente forte pra samsung.

    • Marcus Araújo

      A LG está perdida demais. É lamentável porque, caso fosse o contrário, teríamos uma excelente opção no mercado, mas pecam demais em qualidade.

    • Rodrigo

      “Se as pessoas não se portarem como consumidores exigentes”

      Tipo você? Que mesmo depois de dois aparelhos com problemas resolveu comprar o terceiro da linha?

      • Arthur Dantas

        Eu sou exigente! Comprei, reportei os problemas, entrei em contato com a Fabricante, eles me devolveram o dinheiro, tive problemas de novo, entrei em contato novamente, e eles devolveram o dinheiro… Muitas pessoas não vão atrás dos seus direitos. Por eu gostar da marca, do pós atendimento, e apostar várias vezes não me torna um cosumidor bobo. Posso ser cabeça dura. E exigente!!! Grande abraço!

        • Rodrigo

          Opa, que bom, amigo! 🙂 Uma ótima explicação para continuar apostando na marca, pelo atendimento no pós-venda.

  • Asclépio Fritzer

    Por esse preço tem o Moto G5S Plus que é infinitamente superior

  • Felipe Oliveira

    Oi pessoal, eu me desanimo a cada lançamento. A gente tem que pagar caro pra comprar celulares meia boca como esse enquanto em outros paises se compra por metade desse valor… desanima de ter smartphone no Brasil viu.

    • Henrique Seraph

      Arrisca na importação amigo, mesmo com taxa vale a pena. Maioria falou mau do Ulefone que peguei e é um smart magnífico

      • Felipe Oliveira

        Qual marca asiática vcs vocês me recomendam alem da xiomi? Obrigado pela sugestão.

        • Henrique Seraph

          Ulenovo, Vernee, Huawei, da uma pesquisadinha básica em “smartphones para importar” que você acha ótimas dicas para todos os gostos. Eu priorizei a bateria, então o Ulfone Power atendeu minhas necessidades, e gastei apenas R$ 1050 nele (com a taxa que deu uns 490)

        • Marcus Araújo

          Além das marcas citadas pelo Henrique, colocaria também Meizu e OnePlus.

        • Alexandre Roberto

          Experiencia propria…esqueca bluboo
          Nao e ruim, porem vem com bloatware de fabrica……so me livrei no dia q arrumei uma custom rom

        • pedroca

          OnePlus

    • Marcos Guilherme

      Eu cansei também, parti para marcas asiáticas e não estou tendo problemas com o meu xiaomi, além do hardware e software bons preço muito mais em conta.

      • Marcus Mendes

        LG é uma marca asiática.

  • Ed. Blake

    “Outro ponto negativo é a ausência do leitor de impressões digitais, um componente que até smartphones de 700 reais já estão trazendo.”

    A LG tem esta estratégia estúpida de sempre jogar o preço pro alto (nivelando com a concorrêcnia que sempre oferece mais) como se soubesse que ele vai despencar devido à falta de uma demanda que talvez existisse se os aparelhos custassem o que realmente valem.

  • Leonardo de Pádua

    Pelo que oferece deveria ter o preço de R$599.

  • A LG não consegue acertar no custo-benefício, sempre joga o preço na estratosfera se for comparar com a Samsung, com a Motorola e com a Quantum, e se comparar até mesmo com Alcatel perde feio. Agora, é aquilo, né? Tem força no varejo e ASSISTÊNCIA TÉCNICA NO BRASIL (em maiúscula pra lembrarmos o tempo todo que nem todo mundo tem dinheiro sobrando pra comprar telefone quando o seu telefone atual quebra).

    Snapdragon 42x/43x e 4GB de RAM não é nada bizarro; pra não entrarmos nas marcas chinesas tão adoradas pelos comentadores deste site, a HMD Global usa nos Nokia 5 e 6. Mas né, a HMD não inventou tela FullHD+, UI própria e tal.

    (Aliás, HMD Global #PleaseComeToBrazil porque meu Nexus 5X não vai resistir a vida inteira e quero um Nokia 7 ou 8)

    • David Diniz

      Importação é sempre a saída para trazer o Nokia 7 ou 8.

  • Desculpe Higa, mas essa nota 7.4 é alta demais para esse modelo. Eu daria no máximo nota 5! Perde ponto pela falta do leitor de digitais, pelo processador aquém (nessa faixa o esperado era o Snap 625, no mínimo), pela câmera ruim, pelo acabamento péssimo (cadê o vidro ou metal que a Samy ou a Asus usam nessa faixa de preço?!!!), cadê o Wi-fi AC e o NFC? Só se salva a tela, pois a LG também não é referência em atualizações. 1000 reais ainda seria caro por esse aparelho, mais uma vez a LG cag** para o nosso mercado.

  • Don Ramón

    Oi, LG! Q6 fizeram com esse “intermediário que faltava” no mercado?!

    • Paulo Sonhador

      Sempre digo que o problema não é o smartphone,mas sim o preço.
      Se a LG tivesse lançado o Q6+ por R$ 999,00 e o Q6 por R$ 899,00,seria sucesso na certa.Agora só resta esperar alguns meses para compra-los por um preço decente,pois LG é campeã em desvalorização.
      Mas se você é desenrolado e já possui o cartão Nubank e o TIM Beta,então importe seu próximo smartphone.

  • Quem comanda a LG é o Temer?

  • Sonia Caixão

    Isso é uma BOMBA a unica coisa que gostei foi esse Japa da foto, Lindooooooo!

  • Lucas Ávila

    engraçado é que todo mundo meteu pau e ninguém comprou. Leitor de impressão digital é bom mas nao é fundamental, alguém morre por colocar o padrão de desbloqueio em desenho e gastar 2 segundos no processo? O aparelho da conta do recado pra tudo sem engasgo, o problema é querer abrir 350 aplicações e querer que tudo rode no talo, como foi dito ele não é o G6… comprei o meu por R$ 1170 e me atende em tudo, isso que vim de um lenovo que tinha todas as perfumarias. Sempre fui adepto do testar antes de criticar, por falar em crítica, esse review foi muito bem escrito e coerente, concordo com os 7.4.

    • David Diniz

      Eu mexi nesse aparelho e uma nota 4.5 está ótimo. O higa foi generoso em dar nota 7.4 nisso ai.

    • Leitor de impressão digital é bom mas nao é fundamental, alguém morre por colocar o padrão de desbloqueio em desenho e gastar 2 segundos no processo?

      No quesito smartphone, a minha vida se resume em: Antes do leitor biométrico e depois do leitor biométrico.

      Espero nunca mais nessa vida usar um telefone sem esse recurso. Inclusive acho podre qualquer aparelho ainda acima de R$ 700~800 que não conte com isso.

    • Alexandre Roberto

      Sinceramente nao sinto falta de leitor biometrico…usei em um por um tempo e estou hj com um cel q nao tem…..
      Nao me faz falta alguma…alias..nem senha ou padrao uso….nao uso nenhum bloqueio de seguranca

      • Lucas Ávila

        Exato Alexandre, vim de um lenovo que tinha esse recurso e honestamente não me faz falta, uso esse reconhecimento facial do telefone e achei pratico, até em baixa iluminação funciona, se precisar uso o desbloqueio tradicional mesmo, não toma 2 segundos.

    • Victor Freire

      Leitor de impressão digital é prático demais! Você dá um toque com um dedo e o aparelho já está disponível! Bem rápido e seguro e muito melhor do que digitar uma senha ou desenhar um código. Tô usando um pela 1ª vez no Moto Z Play e tô adorando.
      Quem ainda não usa, não sabe o que tá perdendo…

      Agora, reconhecimento facial eu tô com o pé atrás ainda. Não tá muito claro pra mim se essa tecnologia funciona de forma segura. Fico preocupado se uma pessoa pode desbloquear o aparelho apenas apontando o celular em direção ao meu rosto ou com uma foto minha.

  • Paulo #

    Poderiam conquistar mercado na onda das “bordas mínimas” mas erraram nos pontos negativos.
    Mas ainda acho que vai pegar o público que não pode/quer pagar por um S8.
    Se a Samsung for esperta vai atrás jogando um “S8 mini” no mercado

    • Renan Araújo

      Nem Mini, se ela lançar um linha J ou A nesses caminhos, vai vender que nem água

  • David Diniz

    Eu não pagaria R$ 1,499 nesse aparelho, veria algo na china como um Mi6, ou semelhante que tem hardware bem melhor que esse pelo mesmo preço.

  • Mickey Sigrist

    Que bola fora monstra da LG ter tirado o leitor de digitais. Matou o aparelho.

  • Ricardo

    Que celular tosco … Meu A9 2016 é beemm melhor , snap 652 , Adreno 510 , 4GB de RAM , bateria de 5000 mAh … Além do acabamento em vidro na traseira e tela amoled .
    A LG precisa mudar seu executivos/diretores da filial BR , esses caras não entendem nada do mercado brasileiro , ainda pensam que o povo BR é ignorante , não se informam e compram qualquer porcaria .

  • Igor

    “como se um Fiat Uno tivesse um tanque de combustível de Boeing 737”

  • pedroca

    LG sendo LG

  • Willian Nobuo

    Muito caro pelo hardware. Na tim vc encontra o Lg G6 por 2000 temers num plano controle. Ou seja, se não por por uns 800 temers, nao compensa comprar o Q6+

  • Rodrigo

    No soup for you! Next!