Toda grande empresa de tecnologia tem um alto-falante inteligente. A Amazon inaugurou o mercado, o Google veio depois, a Microsoft se juntou a elas, e a Apple vai lançar seu concorrente em 2018. Pode apostar que a Samsung também está interessada.

Segundo a Bloomberg, o alto-falante inteligente da Samsung será lançado no primeiro semestre de 2018, e quer se destacar por dois fatores: qualidade de áudio e controle de smart homes.

Foto por leejeongsoo/Pixabay

Ainda não sabemos as especificações de áudio, mas o protótipo tem um tamanho entre o Amazon Echo e o Apple HomePod — não será uma enorme caixa de som como o Google Home Max.

Ele vai sincronizar com smartphones Galaxy, TVs e outros dispositivos da Samsung, para que você possa controlá-los com a voz. Além disso, a coreana é dona da SmartThings: isso significa que você poderá comandar sua casa conectada, incluindo lâmpadas, fechaduras eletrônicas, termostatos, entre outros.

O alto-falante usa o assistente Bixby, que ainda está aprendendo idiomas além do inglês e coreano. O dispositivo não possui uma tela, mas acende luzes no topo para fornecer feedback visual. Ele deve chegar ao mercado por US$ 200, ficando entre os US$ 100 do Amazon Echo e os US$ 349 do Apple HomePod.

Como lembra a Bloomberg, alto-falantes inteligentes não rendem muito dinheiro para essas empresas. O interesse delas está na batalha pelo futuro da interação entre você e seus dispositivos — seja pela Siri, Google Assistente, Alexa, Cortana ou Bixby.

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Alessandro Johnny
Tem dois padrões no mercado para dispositivos inteligentes: ZigBee e Z-Wave. Geralmente a empresa adota um desses para usar nas Bridges (ela é responsável por conectar os sensores e dispositivos inteligentes, tipo lâmpadas, sensores, etc..). E a Bridge é controlada pelo software que você instala no seu celular ou conecta com seu assistente pessoal (Google Assistant, Alexa, Cortana, Apple HomeKit/Siri). Como são apenas dois padrões no mercado, a maioria dos produtos que você compra são compatíveis com a Bridge de outra empresa. Por exemplo, você pode comprar lâmpadas Philips Hue e usar a bridge SmartThings que é da Samsung, elas pareiam normalmente e você controla normalmente. Tem uma terceira categoria que são os dispositivos por Wi-Fi. Nesse caso a bridge é substituída pela servidor na nuvem da empresa. Exemplo é a TP-Link com a linha Kasa, tudo é configurado pelo app que você instala no seu telefone e associa com sua conta da TP-Link, ou seja, todo os comandos vão pela internet e voltam, com alguns fail-safes, como o app saber se voce está na mesma rede dos dispositivos inteligentes e fazer uma conexão direta com eles para enviar comandos. O problema é que esses dispositivos Wi-Fi são mais "fechados" no caso de você querer usar uma solução DIY para a sua própria bridge (você pode fazer uma bridge usando um Raspberry Pi ou VM, ou um computador qualquer) simplesmente comprando um Z-Wave stick e plugando no computador. Entre os dois padrões, o Z-Wave é "melhor" por funcionar mais abertamente pra quem gosta de se aventurar e fazer do seu jeito. O ZigBee é mais usado em soluções fechadas (tipo as Philips Hue), comerciais, etc... Entre características técnicas, ambos são bons o suficiente para o que precisam fazer.
Animal

É sempre bom ter um microfone ligado 24H dentro de sua casa....

Jack-Moser
É sempre bom ter um microfone ligado 24H dentro de sua casa....
Trovalds
Todos falam em "casa esperta" e a pergunta é: existe um padrão pra isso ou cada fabricante tá desenvolvendo uma solução própria e vai virar aquela segmentação no mercado?