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O Game Boy está voltando, mas não pelas mãos da Nintendo

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11/01/2018 às 13h42
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Embarcando no sucesso dos relançamentos de consoles clássicos, a fabricante de periféricos Hyperkin decidiu se antecipar à própria Nintendo e anunciou que trará de volta outro videogame que fez parte da infância de muita gente: o Game Boy.

Apresentado na CES 2018 com o nome temporário de Ultra Game Boy, o novo portátil será uma versão moderna e aperfeiçoada do console clássico, mas mantendo boa parte de suas características originais.

Foto: Gizmodo

De acordo com o Gizmodo, o Ultra Game Boy terá um corpo em alumínio resistente, mantendo os botões originais de volume e contraste, mas adicionando um terceiro botão circular para ajustar ou desligar a luminosidade da nova tela de LCD colorida.

Outras melhorias incluem as 6 horas de duração da bateria, uma porta de carregamento USB-C, um par de alto falantes estéreo, entradas de fones de ouvido, e saídas de áudio para a esquerda e para a direita – especiais para os músicos de chiptune criarem suas melodias utilizando o console.

Foto: Gizmodo

Ao contrário do NES e do SNES Classic lançados pela Nintendo, o Game Boy da Hiperkin não terá jogos gravados na memória. Ou seja: o jogador terá que usar as fitas originais do console antigo no portátil novo. No entanto, o Ultra Game Boy oferece suporte tanto aos cartuchos de Game Boy quanto aos de Game Boy Color.

A Hyperkin pretende lançar o Ultra Game Boy (ou qualquer que seja o nome oficial do aparelho até lá) no começo do terceiro trimestre nos EUA por pelo menos US$ 100 (cerca de R$ 325) — um pouco mais salgado do que os preços sugeridos para o NES (US$ 59,99) e para o SNES (US$ 79,99) da Nintendo.

  • John Smith

    Como é possível criar um produto destes sem ter problemas legais com a Nintendo?

    De qualquer forma, não me parece muito atrativo sem jogos. Se é pra depender dos cartuchos, melhor comprar um usado em bom estado.

    • Daniel Teixeira

      Parece que eles conseguem fazer isso depois que a patente vence (20 anos, geralmente). Mas dependendo do console ainda pode ter problemas de copyright.

  • Renan Maia Fernandes

    Game Boy era grandinho, dava pra colocar uma bateria melhor ai, que durasse umas 10 horas, 6 horas é pouco.

  • Programador Front-End

    menos de 100 dolares = 99,90

    • Luca

      “pelo menos 100 dólares”, não “menos de 100 dólares” 🙂

  • Roberto Oliveira

    Quem não quiser sofrer na mão da Hyperkin pode comprar o GB Boy Colour. Está no mercado já há algum tempo e funciona perfeitamente bem como clone de GB/GBC rodando os cartuchos originais, além de trazer alguns jogos na memória. Em média custa R$ 115 nos AliExpress da vida.

  • Eduardo Alvim

    O GameBoy era a minha “tara” no início da década de 1990. Tinha um hype danado dele, vivia aparecendo em seriadinhos da TV, do tipo Super Vicky, Alf, etc. Lia muito a respeito dele na saudosa revista Videogame, que acompanhava desde o número 1. Só consegui por a mão em um na locadora de fita de NES perto de casa, o carinha trazia importado, mas era muito caro. Nossa, quando peguei naquele console, aquela telinha esverdeada, pirei… kkk Só consegui comprar o meu em 1994 (http://www1.folha.uol.com.br/fsp/1994/3/30/dinheiro/18.html). Esperei um pouco e paguei R$80,00 nele no Carrefour. Eta saudade… Depois upei pro Color geração 1, já era universitário (1999) e rolava turno de Worms com os colegas nos intervalos. Bons tempos. Eu compraria de novo.