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Árbitro de vídeo pode ajudar, mas não evita polêmicas na Copa do Mundo

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1 ano atrás

A adoção na Copa do Mundo do árbitro assistente de vídeo, o chamado VAR, não impede o surgimento de polêmicas em lances importantes das partidas. É o caso do jogo entre Brasil e Suíça, que ocorreu no último domingo (17).

O gol de empate da seleção suíça foi considerado irregular por muitos, já que o meia Zuber teria empurrado o zagueiro Miranda (veja o lance). Apesar de algumas reclamações dos jogadores brasileiros, o árbitro em campo decidiu validar o gol sem consultar o replay, como permitido por regras que envolvem o uso da tecnologia.

Em situações como essa, o árbitro pode checar a câmera presente na lateral do gramado, mas se achar que não houve nada irregular, tem a opção de seguir o jogo. Com mais de 30 câmeras à disposição, o árbitro de vídeo só pode interferir se considerar o lance um erro “claro e óbvio”, como indica a FIFA. Por ter se tratado de um lance interpretativo, prevaleceu a decisão do árbitro de campo.

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No sábado (16), o jogo entre França e Austrália teve um uso intenso da tecnologia, que ajudou a definir dois lances capitais favoráveis à seleção francesa. No primeiro deles, o árbitro uruguaio Andrés Cunha marcou um pênalti após rever o lance no monitor. No segundo, o chip presente dentro da bola indicou que ela passou totalmente da linha, validando o gol.

Nesta segunda (18), o mesmo árbitro voltou a usar o recurso no jogo entre Suécia e Coreia do Sul para marcar um pênalti para a seleção sueca. Ele revisou o lance no monitor e o pênalti foi cobrado cerca de 2 minutos e 40 segundos após a falta. O gol marcado por Granqvist foi fundamental para a vitória da Suécia por 1 a 0.

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