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Apple lança MacBooks Pro com até 4 TB de SSD e 32 GB de RAM, começando em R$ 16.199

Modelo de 15 polegadas ganha processador Intel Core i7 ou i9 de oitava geração com seis núcleos

Paulo Higa Por

Os MacBooks Pro estão ganhando uma atualização de hardware: nesta quinta-feira (12), a Apple revelou novos modelos de 13 e 15 polegadas que chegam com a oitava geração de processadores Intel Core, maiores capacidades de RAM e armazenamento, além de um teclado novo, que promete ser mais silencioso.

Os modelos atualizados têm Touch Bar, leitor de impressões digitais Touch ID e novos processadores Intel Core, incluindo uma opção com seis núcleos no MacBook Pro de 15 polegadas, que promete até 70% mais desempenho em relação à geração anterior. Além disso, com o upgrade de hardware, os modelos de 13 polegadas estão ganhando processadores quad-core (até que enfim!), que oferecem até o dobro de performance.

Eles possuem tela True Tone, que identifica a temperatura da luz para tornar a leitura mais agradável; e um “teclado aprimorado de terceira geração para uma digitação mais silenciosa”. Os MacBooks com teclado borboleta, lançados em 2015, renderam uma ação judicial contra a Apple por apresentarem falhas com o tempo e fizeram a empresa anunciar um programa de reparo; esperamos que a nova geração seja mais confiável.

As especificações são as seguintes:

MacBook Pro de 13 polegadas (2018)

  • Processador: quad-core Intel Core i5 ou i7 de até 2,7 GHz, com Turbo Boost de até 4,5 GHz;
  • GPU: Intel Iris Plus 655 com 128 MB de memória integrada (eDRAM);
  • RAM: até 16 GB LPDDR3;
  • Armazenamento: até 2 TB (leitura sequencial de até 3,2 GB/s; gravação sequencial de até 2,2 GB/s);
  • Coprocessador Apple T2 para aprimorar segurança do boot e do macOS; e para o comando “E aí, Siri?”.

MacBook Pro de 15 polegadas (2018)

  • Processador: six-core Intel Core i7 ou i9 de até 2,9 GHz, com Turbo Boost de até 4,8 GHz;
  • GPU: Radeon Pro (555X ou 560X) com 4 GB de memória integrada em todas as configurações;
  • RAM: até 32 GB DDR4;
  • Armazenamento: até 4 TB (leitura sequencial de até 3,2 GB/s; gravação sequencial de até 2,2 GB/s);
  • Coprocessador Apple T2 para aprimorar segurança do boot e do macOS; e para o comando “E aí, Siri?”.

Os novos MacBooks já estão disponíveis nos Estados Unidos, com preços iniciais entre US$ 1.799 e US$ 2.399. Modelos personalizados, com 32 GB de RAM ou 4 TB de SSD, são mais caros. Ainda não há data de lançamento no Brasil, mas a Apple confirma ao Tecnoblog que eles chegarão ao país ainda no segundo semestre deste ano, com preços entre R$ 16.199 e R$ 24.599.

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George Dennison

Faz tempo que não compro mais nada disso por aqui. rs

caio

Fala Rafael! Com certeza! Concordo contigo. A ideia é no futuro investir em algo desktop. Ainda precisaria de algo para mover e fazer reuniões e apresentações... por isso fui de macbook pro. A arquitetura de desktop é a mais adequada para renderização e trabalhos graficos, no doubt. Valeu pelas dicas!

Rafael Moreira

Fiz isso na época sem muito sucesso. Depois resolvi comprar um Mac Pro 2012. Fiz upgrade, acabou meu problema.

Rafael Moreira

Rumores dizem que o MacBook será a versão de entrada. Ficaria MacBook >> Pro >> iMac.

Rafael Moreira

Cara, para isso tudo que você precisa realizar, acho mais negócio investir em desktop com no mínino 64gb. Notebook não da conta para redenrizar imagem e vídeo de forma rápida e satisfatória. No meu serviço, usuários realiza geoprocessamento de imagem no Photoshop. Os desktop são equipados com 64gb ou 128gb de RAM, só assim para da conta das tarefas. Acredito que as suas tarefas não seja tão simples, por ser designer e a quantidade de programas que precisa utilizar. Os designers que conheço usa iMac.

Rafael Moreira

Aí que tá a questão, consegue comprar notebook da concorrência bem mais parrudo, porém são os que mais apresenta problemas. MacBook dificilmente apresenta problemas. O que mata é o preço, mesmo custando esses 1.700 dólares tá caro. Melhor negócio é comprar modelo antigo usado. Infelizmente essa é a opção para pessoas que queiram usar esses equipamentos. Só assim para fugir desses preços exorbitantes. E digo masi, não é um negócio ruim comprar modelo usado.

Rafael Moreira

Já foi um milagre ter adicionado o DDR4, porque a Apple queria o LPDDR4 por conta de baixo consumo. Mais preferiram disponibilizar logo do que esperar a boa vontade da Intel. Isso só aumenta a vontade da companhia em fabricar processadores próprio.

Lairton Gomes

o lance é hackintosh

Rafael Moreira

Está caro do mesmo jeito, mesmo comprando nos EUA. No Brasil então nem se fala. O produto em si é excelente, só o preço que é fora da realidade. O lance é comprar modelo 2013-2014 usado.

avinicius

LPDDR3 e DDR4 trabalham com 1.2 V, mas as LP consomem bem menos em standby.

Catena's Beauty Atelier

O DDR4 não pode trabalhar com 1,3W tbm?

avinicius

Não há suporte à LPDDR4 nos atuais processadores da Intel, e DDR4 consome mais que LPDDR3.

caio

Concordo, Bruno! E é justamente aí que fica a minha frustação. Deveria funcionar bem em qualquer arquitetura, infelizmente.

Acontece muito comigo do Safari travar do nada. Até desisti de usá-lo (usava pelo seu desempenho melhor na bateria), mas sua lerdeza em renderizar as páginas me incomodou.

Bruno Cavalcanti

Isso está me parecendo mais problema de software (qualidade do código da Adobe no Mac), do que de Hardware.

Acontece comigo também. O Office for Mac é muito inferior ao Office for Windows. Porém, todos os softwares desenvolvidos pela Apple, como o já citado Final Cut e alguns outros de desenvolvedores independentes, rodam lindamente.

Em tempo, a qualidade do pacote adobe no que tange a desempenho caiu muito nos últimos anos. Não sei se porque os recursos da suíte estão cada vez mais automatizados e exigindo mais da máquina e menos do usuário ou se porque o produto virou um monstro consumidor de recursos da máquina mesmo. No Windows também está assim.

Daqui a pouco só vai dar pra trabalhar com edição de vídeo em clusters ou servidores parrudos ou em ilhas de edição.

Gustavo Rotondo

por esse preço deveria vir com a sexta versão

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