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WhatsApp publica anúncio em jornais do Brasil para combater notícias falsas

WhatsApp ensina três passos para detectar notícias falsas, incluindo ver se mensagem foi encaminhada e consultar outras fontes

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30 semanas atrás

O WhatsApp está tomando algumas medidas para conter informações falsas que se espalham pelo aplicativo. A empresa publicou um anúncio de página inteira na edição desta segunda-feira (27) dos jornais Folha de S. Paulo, O Globo e Metro com dicas para os usuários.

Para o WhatsApp, um dos sinais de fake news são “mensagens encaminhadas de fonte desconhecida”. O aplicativo avisa se uma mensagem foi repassada para você — há uma etiqueta “Encaminhada” acima dela — e limita o encaminhamento para até 20 contatos ou grupos por vez no Brasil.

O anúncio também avisa que “fotos, vídeos e até áudios podem ser manipulados para tentar te enganar”. Para ter certeza de que algo é verdadeiro, a empresa recomenda fazer uma busca e checar o dado em fontes confiáveis.

Por fim, o WhatsApp faz um apelo: “não compartilhe uma mensagem só porque alguém te pediu para compartilhar”. E caso você se depare com algo falso, avise no grupo ou para seu contato.

São três pontos principais:

  • observe sinais indicando que a notícia pode ser falsa;
  • consulte outras fontes;
  • ajude a conter a desinformação.

WhatsApp toma medidas para combater fake news

Este mês, o WhatsApp também divulgou um anúncio em vídeo no Facebook para restringir o encaminhamento de boatos no Brasil. “Verifique os fatos quando você não souber quem criou a mensagem original”, sugere a empresa.

O WhatsApp vem se esforçando contra fake news desde o mês passado, após linchamentos na Índia motivados por boatos espalhados pelo aplicativo. Lá, a empresa divulgou um anúncio em jornais locais com dez dicas para detectar notícias falsas.

O governo da Índia perguntou se seria possível rastrear o autor original de uma mensagem para responsabilizá-lo em caso de notícias falsas. A empresa diz que não, porque isso “enfraqueceria a criptografia de ponta a ponta” e criaria “um potencial de uso inadequado”.

Com informações: Mobile Time.

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