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Uma smartband da Fitbit foi usada para acusar um homem de assassinato

Dados da pulseira foram utilizados, junto de imagens de câmeras de segurança, para solucionar a infração

Dados coletados de uma pulseira inteligente da Fitbit ajudaram na investigação e na prisão de um homem de 90 anos, chamado Anthony Aiello, após o assassinato de sua enteada. A prisão aconteceu no começo do mês passado e essa não é a primeira vez que um gadget deste tipo auxilia na solução de um delito.

O crime aconteceu na cidade San Jose, na Califórnia, onde Aiello matou Karen Navarra de 67 anos. Durante o depoimento do então acusado, Anthony comentou que somente visitou a vítima cinco dias antes do corpo ser encontrado, quando levou pizza e cookies. A polícia então solicitou dados que foram coletados pela smartband, que com a ajuda de dados de câmeras de vigilância, contaram uma história pouco diferente.

No momento do assassinato, Navarra utilizava uma smartband fabricada pela Fitbit, que registrou pico anormal de batimentos cardíacos às 15h20, com a taxa caindo até parar por completo oito minutos depois. Mais ou menos cinco minutos antes deste horário, Aiello saiu da casa da parente e as histórias ficaram mais próximas.

O idoso está preso na prisão de Santa Clara desde a semana passada, sob a acusação de assassinato.

Os dados foram entregues para a investigação pela Fitbit após um mandato judicial, algo que já aconteceu em outras situações, como em 2015 em um caso de abuso sexual no estado americano da Pensilvânia e em 2014 no Canadá, em uma acusação de agressão física. A Garmin também ofereceu os dados de uma pulseira Vivosmart em 2017 para um caso de um agressor que atacou uma mulher.

Com informações: The New York Times.

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