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Samsung cai e Huawei cresce em vendas de smartphones no mundo

Mercado de celulares caiu 6% em relação ao terceiro trimestre de 2017, mas Huawei teve aumento de 32,9%

Paulo Higa Por

A consultoria IDC publicou na quinta-feira (1º) um levantamento preliminar do mercado global de smartphones que repete a história do trimestre passado: a líder Samsung viu suas vendas de celulares caírem, enquanto a chinesa Huawei se consolidou na segunda posição, à frente da Apple, com um forte crescimento de 32,9%.

O relatório é referente ao terceiro trimestre de 2018 e mostra que as empresas comercializaram 355,2 milhões de smartphones no mundo, uma queda de 6% em relação ao mesmo período do ano passado. Quem mais sentiu a redução do mercado foi a Samsung, cujas vendas caíram de 83,3 milhões no terceiro trimestre de 2017 para 72,2 milhões no levantamento atual, uma baixa de 13,4%.

Estas foram as empresas que mais venderam smartphones entre julho e setembro:

  1. Samsung: 72,2 milhões de unidades (20,3% de participação)
  2. Huawei: 52,0 milhões (14,6%)
  3. Apple: 46,9 milhões (13,2%)
  4. Xiaomi: 34,3 milhões (9,7%)
  5. Oppo: 29,9 milhões (8,4%)
  6. O resto: 119,9 milhões (33,8%)

A IDC afirma que “o lançamento do Galaxy Note 9 foi bem sucedido”, mas que o “maior desafio da Samsung é o território que eles estão perdendo nos segmentos intermediários e de entrada”. Um movimento que pode ajudar a reverter isso é a inclusão de novos recursos em smartphones que não são flagships. Recentemente, a empresa lançou o Galaxy A9, um intermediário premium com quatro câmeras traseiras.

Huawei Mate 20 Pro

Huawei Mate 20 Pro

A Huawei, que quer liderar o mercado global de smartphones até 2020, continuou “competitiva” no segmento premium, com atualizações nos celulares das linhas P e Mate, segundo a IDC. Outra que conseguiu forte crescimento, de 21,2%, foi a também chinesa Xiaomi, cujos aparelhos Redmi 5A, Redmi 5 Plus e Redmi Note 5 continuam com boas vendas.

É bem provável que a Huawei volte para o terceiro lugar no próximo trimestre, entretanto: o período entre outubro e dezembro é tradicionalmente forte para a Apple, já que os consumidores procuram pelos iPhones recém-lançados no fim do ano. No quarto trimestre de 2017, a Apple chegou a ultrapassar a Samsung, liderando o mercado global de smartphones.

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Felipe Liʍa

SAMY e o apelido q o pessoal se refere a SAMSUNG... abs!!!

tuneman

Mas é exatamente isso que eu quero dizer.
Impor protecionismo e burocracia só afasta o investimento estrangeiro.
Seria excelente ter mais empresas multinacionais por aqui, mesmo sendo chinesas.

Leomar

caral..... meu como que tu erra o nome da sony veio

Leomar

cara vai você pesquisa sobre o assunto que livre mercado seria ótimo se as empresas chinesas desembarca sem aqui pois iria ter mais opções de compra ... para de se otário

johndoe1981

Nada, basta reduzir burocracia e carga tributária que ela vem rapidinho. Comunista é o governo (e olhe lá), não as empresas da China, felizmente.

johndoe1981

Eu tenho a solução mágica, Samsung, e nem cobro nada pela consultoria: é só baixar os preços dos aparelhos.

Kimaster

Todos aqui na minha família usam Huawei adoram OK

Luiz Soares

Asia e Europa , la a Huawei é muito forte

tuneman

E não piora mesmo? Onde está o livre mercado enquanto o governo impõe tarifas e embargos?

Daniel R. Pinheiro

Você não citou, mas o seu argumento é de que o discurso nacionalista e anticomunista piora a participação dos produtos chineses por aqui. Mas nos EUA vendem, mesmo com discurso semelhante.

Paulo citou bem o problema: impostos e burocracia.

tuneman

mas em que momento eu falei de Estados Unidos?!??!
alias, vá pesquisar como está o andamento da fabrica da Foxconn que o governo Trump subsidiou....

Paulo Freitas

Se fosse por isso os EUA não eram o maior mercado consumidor chinês, o que impede muitas empresas de virem pra cá são os impostos e burocracia absurdos

tuneman

coisa linda esse Fiat 147

tuneman

pelo discurso nacionalista e anti-comunista eu acho que vai piorar e encarecer muito a vinda de produtos chineses.

João

Agora o Trump e Bonoro só querem coisas made in america.

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