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Moto G7 deve trazer Snapdragon 660 e bateria maior

Moto G7, Moto G7 Play, Moto G7 Plus e Moto G7 Power podem ser revelados no começo de 2019

Paulo Higa Por

O Motorola Moto G7 deverá ser lançado em 2019 em quatro versões: Moto G7, Moto G7 Play, Moto G7 Plus e Moto G7 Power. Aos poucos, os smartphones estão sendo homologados nas agências reguladoras ao redor do mundo e as especificações técnicas são confirmadas pelos certificados. Um deles mostra que uma das variantes terá processador Snapdragon 660 e uma bateria de 3.000 mAh.

Motorola Moto G7

Moto G7 é homologado com 4 GB de RAM e bateria de 3.000 mAh

O XT1965, que provavelmente será chamado de Moto G7 ou Moto G7 Plus, é o primeiro da Motorola com Snapdragon 660 e representa um upgrade em relação a qualquer Moto G6 — mesmo o Moto G6 Plus vinha com um Snapdragon 630. A bateria é menor que os 3.200 mAh da geração anterior; enquanto a RAM e o armazenamento permanecem em 4 GB e 64 GB, respectivamente.

Os documentos de homologação também mostram que o XT1965-2, que será vendido no Brasil, tem entrada para dois chips de operadoras, NFC, Wi-Fi 802.11ac e tecnologia de carregamento rápido. Além disso, as dimensões de 75,4 mm de largura e 156,9 mm de altura indicam que a tela deverá ter ao menos 6 polegadas — o atual Moto G6 Plus traz um IPS LCD de 5,9 polegadas em proporção 18:9.

Motorola XT1965-2 (Moto G7)

Mais versões do Moto G7 estão a caminho

Há outras possíveis variantes do Moto G7 homologadas: o XT1952, uma versão mais simples, com bateria de 3.000 mAh e Wi-Fi 802.11n; e o XT1955, que ainda não possui informações publicadas nas agências reguladoras.

Rumores apontam que o Moto G7 terá uma câmera frontal de 12 megapixels e uma câmera traseira dupla com sensores de 16 e 5 megapixels com recurso de desfoque de fundo. Enquanto isso, a tela de 6 polegadas com resolução Full HD+ viria com um notch em formato de gota na parte superior.

Ainda não sabemos quando a próxima geração do Moto G será lançada oficialmente — mas os certificados de homologação da FCC (Comissão Federal de Comunicações dos Estados Unidos) têm como anexo um acordo de confidencialidade com data de expiração de maio de 2019, sugerindo que o anúncio deve vir antes disso.

Com informações: PhoneArena, SlashGear.

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Bruna C. C. de S. Wojtenko

O meu destroçou todo sozinho. Desde então estou com um Nokia 3 que tinha de estepe e pretendo ficar com ele mesmo pq pelo menos tem traseira de plástico rs

Celso

É claro que eles vão separar o 710 para algum Moto Z.
Num Moto G, só daqui a 2 anos, possivelmente.

Celso

Embora o design ainda esteja muito próximo do da 6ª geração.
Ou seja, não vai melhorar tanto assim.

E considerando o notch e o "queixo", pode até piorar nesse sentido.

Celso

Porque supostamente é o que embarcará a nova geração do Moto Z Play.

Yamaha Mt-09

Pelo jeito a próxima geração de moto g vai sair do baixo custo para o custo alto eim.

JOSÉ AUGUSTO

Não inovam no design, não tem android puro, não tem atualizações rápidas e o custo-benefício ficou lá atrás.
Só questão de tempo pra motorola virar uma LG da vida....

Mickão

E o queixinho maldito da Motorola continua na parte frontal.

Sinho Gamer

Tem Otário q ainda compra, mas por dinheiro essas empresas fazem tudo mesmo. Prefiro a Linha Z2 Force

tuts

Mas são impossíveis de usar, instala o WhatsApp e a memória já tá cheia

Oliver Schultes

Uma pena que o Moto G deixou de ser uma referência em custo benefício nos intermediários. A linha J da Samsung parece oferecer opções mais acessíveis para o grande público.

Reginaldo

Exatamente. Paga-se o preço de um celular Premium para receber um intermediário. Quem não tem medo de importar não gasta seu precioso dindin com smartphones obsoletos podendo com a mesma grana trazer um muito melhor

Kaboloso

Deixe eu com meu moto x4 mesmo . Até. Porquê ni quesito camera vai bem . obrigado !!!

Marlon Aguiar

Menos que meu mi A2 entrega e certamente bem mais caro.

Andre Braga

Boa

Mateus B. Cassiano

O Snapdragon 660 não é um SoC ruim e é um belo upgrade em relação ao Snapdragon 630 usado no G6, mas francamente, lançar em 2019 um smartphone com processador de 2017 (e que provavelmente vai beirar os 2000 reais) é chamar o público de otário...

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