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MacBook Air (Retina, 2018): a atualização que ele merecia

Notebook ultrafino da Apple ganhou tela de alta resolução, Touch ID e teclado atualizado

Paulo Higa Por

O MacBook Air foi o primeiro Mac que eu comprei, em meados de 2013. Desde aquela época, ele não recebia nenhuma grande atualização: as poucas mudanças se resumiam a uma nova geração de processador e mais opções de armazenamento. Mas, no final de 2018, quando muitos pensavam que a linha estava morta, o ultrafino da Apple ganhou uma renovação de respeito.

O novo modelo traz o leitor de impressões digitais Touch ID no teclado com mecanismo borboleta e teclas mais baixas. Além disso, ele recebeu uma tela Retina de 13 polegadas como a do MacBook Pro, um trackpad ainda maior e uma carcaça de alumínio reciclado mais fina que a do antecessor, mantendo a bateria de 12 horas e a portabilidade que sempre marcou o MacBook Air.

No Brasil, quem quiser um precisa gastar pelo menos R$ 10.399. Será que esse laptop é bom mesmo? Eu estou utilizando o novo MacBook Air como meu computador principal há um mês e conto minhas impressões nos próximos minutos.

Em vídeo

Design

O design do MacBook Air mudou, mas a Apple manteve o formato de cunha, que começa com 1,5 cm e vai afinando até chegar aos 4 mm, o que é menos que a espessura do seu celular. Em conjunto com o peso de apenas 1,25 kg, o resultado é um notebook para levar para qualquer lugar e nem perceber que ele está na mochila. Eu sou um grande fã de ultraportáteis e, na cobertura da CES 2019, em Las Vegas, agradeci bastante por não precisar transportar um trambolhão nas costas.

E o que mudou por fora? Ele tem novas opções de cores, incluindo o dourado, também presente no MacBook de 12 polegadas; está com alto-falantes mais potentes em volta do teclado; e abandona as tecnologias legadas, como as portas USB tradicionais, o conector de energia MagSafe e o leitor de cartões de memória, que já haviam desaparecido no MacBook Pro.

É claro que existem vantagens no USB-C, como a possibilidade de recarregar a bateria em qualquer porta, usar uma power bank comum para estender a autonomia e fazer tudo ao mesmo tempo na mesma entrada — o mesmo cabo que liga o MacBook Air a um monitor externo pode servir para alimentar o notebook, por exemplo. Só que a vida real é bem diferente de eletrônicos com USB-C em todo lugar, então a transição é muito dolorida (e cara).

No meu trabalho, eu tenho que usar um adaptador de cartão SD para transferir as fotos da minha câmera; plugar um hub com portas USB-A para ligar um microfone condensador; e de vez em quando conectar algum pen drive fornecido em alguma coletiva de imprensa, que com certeza não vai ser USB-C. E a remoção do MagSafe em todos os MacBooks é um retrocesso: era ótimo saber que um notebook de R$ 10, 20 ou 30 mil não sairia voando da mesa se algum estabanado tropeçasse no cabo de força.

Tela e som

A maior novidade do MacBook Air é a tela Retina de 13,3 polegadas — é a primeira vez que a Apple coloca uma tela de alta definição na linha. A resolução passou de 1440x900 para 2560x1600 pixels e tem excelente qualidade de imagem. A definição é impecável, sendo quase impossível enxergar pixels individuais a olho nu. As cores também agradam e o ângulo de visão do painel não deixa a desejar em nenhum momento.

A única crítica com relação à nova tela é que o brilho máximo é menor que o do MacBook Pro. Ainda assim, é algo que não deve afetar a experiência de ninguém e só pode ser percebido ao comparar os dois notebooks lado a lado. E, claro, a Apple não garante que o display IPS LCD do MacBook Air suporta o espectro de cores DCI-P3, então não é desta vez que os profissionais de imagem ganharam uma opção mais portátil.

Outro avanço no MacBook Air está no som. O modelo antigo tinha alto-falantes escondidos embaixo do teclado, com qualidade ok. Na nova geração, a Apple colocou os speakers nas laterais. A promessa é que o volume aumentou 25% e os graves estão duas vezes mais potentes. Eu não tenho como fazer uma comparação com o MacBook Air antigo, mas a qualidade é parecida com a do MacBook Pro, com ótimo nível de áudio e bom alcance dinâmico para um ultrafino.

Teclado e trackpad

O teclado do novo MacBook Air é o mesmo dos outros Macs recentes, com botões retroiluminados, mecanismo borboleta e padrão americano, sem cedilha. A digitação é bastante confortável e precisa: mesmo quem vem de um teclado tradicional, com teclas mais altas, não deve gastar muito tempo se adaptando. Ele não tem a Touch Bar do MacBook Pro, o que também significa que a tecla Esc está sempre ali, fisicamente e pronta para ser apertada a qualquer momento.

A Apple trouxe o leitor de impressões digitais Touch ID integrado ao botão liga/desliga, permitindo fazer pagamentos com o Apple Pay sem precisar digitar senhas — mas a quantidade de sites que suportam a tecnologia no Brasil é muito pequena. Ainda assim, ele é rápido, preciso e funciona bem para logar rapidamente no macOS, autorizar uma compra na Mac App Store, abrir o gerenciador de senhas 1Password e usar outros aplicativos compatíveis.

E o trackpad, que é um grande ponto forte nos MacBooks, continua muito bom e teve um aumento de 20% na área. Os gestos multitouch para dar zoom, abrir o Mission Control ou mostrar o desktop sempre são reconhecidos com bastante precisão. Como ele tem suporte ao Force Touch, dá para executar ações diferentes ao pressionar o trackpad com mais força — mas nada que você já não pudesse fazer em outros Macs de outras formas.

Hardware e bateria

Por dentro, o MacBook Air tem um Core i5 dual-core de oitava geração, até 16 GB de RAM e até 1,5 TB de SSD. Diferentemente do modelo antigo, não é possível fazer upgrade no processador, pelo menos no momento em que eu escrevi este review. Isso é um problema se considerarmos que a concorrência já vem oferecendo nos ultrafinos um Core i7 quad-core que, dentro do ecossistema da Apple, ainda fica restrito aos MacBooks Pro.

O desempenho é bom para qualquer tarefa que não seja rodar um jogo pesado ou renderizar um vídeo. Gamers naturalmente já não comprariam nenhum Mac. Profissionais que executam tarefas intensas ainda vão precisar abrir mão da portabilidade e desembolsar mais dinheiro em um MacBook Pro de 15 polegadas.

Como o armazenamento é em memória flash, todos os aplicativos abrem instantaneamente e não há engasgos no dia a dia. A GPU integrada da Intel faz um bom trabalho em manter as animações do sistema operacional fluidas, diferente do que ocorre no MacBook de 12 polegadas com Core m. E a estabilidade do macOS também conta pontos a favor: estou há exatamente 27 dias, 6 horas e 57 minutos sem desligar o notebook, e nada estranho está acontecendo.

Se o MacBook Air não é o notebook mais potente do mundo, a eficiência merece destaque. Apesar de ser uma máquina bem fina, com espaço limitado, a bateria não decepciona e consegue durar um dia de trabalho. Nos meus testes, com brilho em 70% e utilizando principalmente Slack, Ulysses, iTunes e Safari (com cinco abas abertas, em média), a autonomia variou entre 7h e 10h30min longe da tomada.

Vale a pena?

Antes de concluir, eu preciso passar a recomendação padrão de qualquer review de notebook ultrafino: você quer poder de processamento, números gigantes, placa de vídeo dedicada e rodar Crysis no talo? Então você não quer um notebook ultrafino. Entra aqui e procura um review de notebook gamer que fatalmente vai custar metade do preço. Pronto? Ok, vamos prosseguir.

O novo MacBook Air é um excelente computador, mas perde apelo no mercado brasileiro por causa do preço e da própria linha de notebooks da Apple. O modelo que eu testei, com 8 GB de RAM e 256 GB de espaço, números que considero o mínimo aceitável para um usuário médio hoje em dia, custa R$ 11.999. Um MacBook Pro com a mesma quantidade de memória e armazenamento é vendido por R$ 16.199.

Existe uma diferença de preço aqui, mas que não é tão absurda para o público que tem poder aquisitivo para comprar um notebook desse porte. Por R$ 4,2 mil a mais, o MacBook Pro tem uma tela mais brilhante e precisa, quatro portas USB-C com Thunderbolt 3 em vez de apenas duas, um processador que oferece o dobro de desempenho e uma GPU mais potente, além de detalhes como a Touch Bar, que você pode ou não fazer questão.

A maior vantagem do MacBook Air, que era a portabilidade, deixou de fazer tanto sentido porque o MacBook Pro também se tornou muito leve com o tempo: hoje, ele pesa só 120 gramas a mais. A bateria é pior, claro. Mas, com a chegada do USB-C, eu não consigo imaginar um cenário em que você realmente fique mais de 5 horas sem acesso a absolutamente nenhuma fonte de energia.

No mundo do Windows, a concorrência também cobra caro, mas oferece mais poder de fogo. A Dell vende o XPS 13 com 8 GB de RAM e 256 GB de SSD por R$ 10.449, mas com Core i7 quad-core. O Lenovo ThinkPad X1 Carbon, com a mesma configuração, sai por R$ 15.999. O menos caro (e provavelmente o ultrafino de melhor custo-benefício) é o Samsung Style S51, que traz os mesmos números por R$ 7.999.

Já para quem gosta de macOS, a minha recomendação seria enfiar o pé na jaca e partir direto para o MacBook Pro. Sim, o MacBook Air ganhou uma atualização de respeito — e eu tenho muito apreço pela bateria de longuíssima duração e pelo design extremamente fino dele. Mas o laptop mais profissional da Apple ainda oferece mais vantagens entre os notebooks ultrafinos, ultraportáteis e ultracaros.

Especificações técnicas

  • Armazenamento: 128 GB, 256 GB, 512 GB ou 1,5 TB de SSD PCIe;
  • Bateria: 4.381 mAh (50,3 Wh), até 12 horas de navegação em Wi-Fi, 13 horas de reprodução de vídeo no iTunes e 30 dias em modo de espera;
  • Conectividade: Wi-Fi 802.11a/b/g/n/ac, Bluetooth 4.2;
  • Dimensões: 30,41 x 21,24 x 0,41-1,56 cm (largura x profundidade x espessura);
  • Memória RAM: 8 GB ou 16 GB LPDDR3 de 2.133 MHz;
  • Peso: 1,25 kg;
  • Placa de vídeo: Intel UHD Graphics 617;
  • Portas: duas USB-C 3.1 de 2ª geração (10 Gb/s) com suporte ao Thunderbolt 3 (40 Gb/s) e conector de fones de ouvido de 3,5 mm;
  • Processador: Intel Core i5 dual-core de 1,6 GHz (Turbo Boost de até 3,6 GHz)
  • Teclado: padrão americano com retroiluminação branca e leitor de impressões digitais Touch ID;
  • Tela: Retina IPS LCD de 13,3 polegadas;
  • Resolução: 2560x1600 pixels (227 pixels por polegada);
  • Sistema: macOS 10.14.2 Mojave;
  • Webcam: FaceTime HD de 1280x720 pixels.

Comentários

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Alexandre Duran
Obrigado Bruno! Forte Abraço!
Bruno Cavalcanti
Não é após 4 anos. São até 4 anos. Trata-se de um recall apenas para o teclado. Para este problema específico do teclado, a Apple garantirá a troca durante 4 anos sem custo, mesmo para modelos fora de garantia.Parabéns pela aquisição. Acredito que não irá se arrepender.
Alexandre Duran
Muito obrigado Bruno. Comprei o MP com TouchBar, irei estar com ele em 3 semanas, entregou em Miami na casa de um amigo. com relação a essa assistência após 4 anos, como funciona? nunca ouvi falar. Mais uma vez, obrigado!
Alexandre Duran
Obrigado Vinicius! Acho que vou precisar investir um pouco mais e pegar ou pro com Touch Bar!
Vinicius Vasques
Cara, qualquer MacBook com teclado borboleta (das 3 gerações) pode apresentar os problemas de repetição e travamento de teclas, é um defeito oculto no projeto. Os mais recentes tendem a ter menos possibilidade, mas ela existe.Eu tenho este MacBook Pro de entrada desde setembro de 2017 e está tudo perfeito, mas este modelo em especial tem 3 registros de recall, o que faria pular para o novo Air ou o Pro com touch bar
Bruno Cavalcanti
Tudo bem Alexandre?Eu tenho a versão de entrada do touchbar. 8 GB com 256 de SSD e i5.é um baita laptop. Estou com ele a exatamente 15 meses e não tive ainda nenhum problema. O teclado funciona perfeitamente. Porém, estou atento e antes dos 4 anos expirarem eu irei na Apple e solicitar a troca. (Mesmo fora de garantia você pode solicitar o reparo.)Sobre recomendar com o touchbar ou sem, a touchbar em si eu confesso que achava meio inútil no início, mas atualmente uso bastantes atalhos nela. (Ainda assim não é um recurso indispensável não.). Depende muito do seu uso. Mas se a diferença for pequena, recomendo logo esta versão.O touch ID porém, é bem útil. (não me lembro se ele já existe na versão sem touchbar).Espero ter ajudado.abs.
Alexandre Duran
Olá amigo! Ouvi muito falar do teclado do MacBook Pro 2017, estou viajando mês que vem e ele estava na minha mira, porém estou com receio desse teclado. Conhece relatos a respeito? Obrigado
Alexandre Duran
Olá amigo! Acabei de vender meu Mac Air 2015 e estou viajando wm maio. Irei trazer um Mac com certeza, mas estou na dúvida do Pro ou Pro com Touch bar. Li sobre os novos teclados borboleta que sempre estão dando problema. O que tem achado? Qual a configuração do seu? Obrigado!
Mickão
Engana-se se acha que esses produtos não tem mais público no Brasil. Há uma quantidade considerável de pessoas que não dão a mínima pro valor pelo simples fato de, além de terem o dinheiro (ou precisarem parcelar o máximo possível), querem um Mac. Eles compram, pagam caro, e ainda saem da loja sorrindo infinitamente .
Doug
Se bem que Queiroz pagaria fácil por um desse$ jejeje
Vinicius Vasques
Não vou mentir que colocar um SSD melhora sensivelmente a percepção de fluidez no uso do sistema - o HDD padrão dos compactos era de 5400rpm. O MBW roda com 8GB de RAM e um SSD a uns 4 anos, por isso ele aguenta. O iMac recebeu este upgrade na semana passada, mas nunca deu dor de cabeça com o HDD original de 7200rpm.
Gertrudes, a Lhama
Parte da minha má impressão do sistema vem do fato de eu ter usado em um Mac Mini, na empresa. O sistema simplesmente não anda. Pra abrir um browser é coisa de 10 segundos, Launchpad buga tudo, o hardware simplesmente não aguenta.
Rafael Moreira
Nem precisa comprar lá fora, tem o mercado livre pra isso. A maioria dos Mac que é vendido ali vem do Paraguai.
Vinicius Vasques
Eu acho um sistema bem estável, com raros travamentos. Por ser bastante fechado, o usuário simplesmente não tem o que fazer no sistema além do que é permitido. Um ponto legal é que ele é responsivo mesmo com hardware antigo (que muita gente chama de capenga). Eu tenho um MacBook Unibody (comprado em dez2009 por 2300 reais, o mesmo que um Dell Vostro da época) que roda super bem para tarefas básicas e editoração gráfica (impressa e digital), um IMac 2011 (comprado em ago2011 por 3300) que é minha máquina principal de trabalho (editoração, motion graphics, audiovisual) a mais de 7 anos. Não dá para comparar com pcs atuais, mas esta longevidade fez valer a pena o investimento. Os preços na época eram caros, mas nada diferente dos Dell e HP equivalentes. Assim como é hoje.
Rafael Moreira
O que o pessoal precisa avaliar é que, comprando diretamente na loja da Apple será caro mesmo. Se a pessoa realizar uma boa busca no ML, verá Air de 2017 custando 4mil reais. E acha até nesse preço alguns MBP 2014. Hoje uma máquina boa como o Dell Inspiron série 7000, custa por volta de 3.500 reais sem SSD. Porém a reclamações sobre o produto em alguns fóruns e no reclameaqui, algo que não ocorre com tanta frequência nos Mac. O bom do Mac é a durabilidade, e posso falar com propriedade, pois já vi vários notebooks de outras marcas apresenta problemas mais cedo.Sobre o sistema, é só elogios. Para mim é de longe melhor que Windows, muitas vezes na questão de produtividade. Não entrarei nem na questão de segurança, pois uma alternativa ao Windows em notebook comuns é o Linux, que é um outro bom sistema para ser usado, e oferece uma boa segurança.
Rafael Moreira
Melhor comprar um MBP no ML. Usado é a melhor opção, para fugir do alto preço. Tem vários anúncios de Mac bem conservado por lá. A melhor porta de entrada é começar com os usados, isso quem realmente deseja usar esses equipamentos. Peguei um modelo 2012 que permite dá up, instalei 16gb de ram + SSD de 500gb Samsung ficou bala.
Rafael Moreira
Adotaram a tela retina, reduziu o número de conexões dando lugar para o USB C, obrigando o usuário a adquirir um Hub com as principais portas usadas atualmente, e de quebra aumentou o preço do produto, deixando de ser um Mac de entrada. Acho desnecessário tela retina no Air, para isso existe o Pro.
Vinicius Vasques
Repito aqui o que disse em outra conversa, o MacBook Pro 2017 de entrada é 18 meses mais velho e tem desempenho melhor, SSD mais rápido, tela melhor, som melhor, carregamento mais rápido, a mesma espessura e peso e perde apenas no Touch ID, teclado e 2 horas de autonomia.O sucessor do Air já existe e se chama MacBook 12’.
Eric Viana
Adorei o "close". Que bom que nunca travou com você! Eu tive Dell XPS e não conseguia estabilidade. Como o amigo pediu, emiti uma opinião minha, talvez tenha faltado isso no texto.
Diogo
Poxa uso PS e AE desde meu Inspiron 14R nunca vi travar, essa desculpa de uso profissional é puro "close".
Sandir Leonardo
Realmente pra mim o mais difícil foi acostumar com o Finder... apesar de ser ruim na navegabilidade, o "preview" de arquivos apenas teclando a barra de espaço é ótimo kkkkkk eu vivo fazendo isso por engano no Windows...
Thiago Sabaia
No caso do Windows, depende muito do fabricante do aparelho. Tive um LG de 2011(comprei usado em 2015), adicionei SSD e mais memoria, a maquina voava. Consegui vender mais caro do que comprei.
 david
sim mano, coloquei um SSD e mais memória ficou TOP mesmo so vou trocar quando de pau ou quando eu arrumar um melhor, o foda da apple é que os produtos duram muito, duvido que uma maquina com windows de 2010 estaria rapida como meu mac
Thiago Sabaia
Colocando um SSD e mais memoria, o Pro de 2010 fica top.
 david
MAno ta osso tenho um macbook pro 2010 queria pegar um air porém 10 Queiroz não dá, não dá
 david
meu MacOs não abro mão
 david
perfeito cara, 10 Queiroz não dá, porem qualquer notebook BOM ta caro
 david
GOsto m uito da apple porem pagar 10 Queiroz é embaçado
 david
Meu sonho,
Silvio Ney
O que eu não entendo é a quantidade de "choro" nos comentários.... é caro, claro! um absurdo de caro, como está ficando todo notebook de grande porte. Sim, um macbook air/pro é um notebook de grande porte.Acho absurdo pagar 10mil num macbook sim, também acho um absurdo pagar 10mil num notebook qualquer, independente da "carga".O que não adianta é querer comparar macbook com notebooks com windows/linux, são de mercados diferentes, apenas.
Silvio Ney
Quem tem dinheiro pra isso e não quer esperar/procurar/arriscar comprar fora
Gaba
Quem compra macbook no Brasil ainda?
Eric Viana
Se você é Designer tem vantagens bem claras. A cores na tela são fiéis na reprodução impressa e nos ajustes fotográficos. O MacOS trava raramente com os softwares que mais usamos e que vem da Adobe. Depois que você aprende a usar os atalhos e comandos no touchpad você fica mais rápido na produção do dia a dia e acaba por sentir falta quando volta ao Windows. Outra coisa importante: apesar do investimento alto o computador dura muito. Tenho um Mac 2012 que turbinei com SSD e RAM e ele dá conta dos softwares da Adobe até hoje e ainda recebeu atualização de sistema para a última versão. Infelizmente a Apple partiu para um caminho de transformar o novo MacPro em algo sem opções de upgrade o que torna a compra um caso para se pensar muuuuito. Mas ainda assim são máquinas estáveis e de alto valor de revenda quando usadas.
Gertrudes, a Lhama
Isso do Mindset eu to ligado.... Eu até me acostumei com dock + barra superior e tals, mas tem coisas que acho bizarro, tipo o menu global lá em cima mesmo pra janelas não-maximizadas, e o Finder é bem esquisito pois tudo nele fica escondido.Eu acho o Windows bem porco em produtividade também, mas a barra de tarefas é algo que ele faz muito bem. A falta de abas no Windows Explorer porém é de cair o c* da bunda.
Kodos Otros
SAIDAQUI
Thiago Sabaia
Se fosse 30 mil tinha ficado na loja haha. Paguei menos de 4 mil nele. Na epoca os preços eram caros, mas não igual agora.
Filipe Espósito
Essa parte de instalar aplicativos é a melhor coisa hahahahaha o pessoal fica impressionado que tudo se resolve arrastando o programa baixado para a pasta Aplicativos e tá instalado. 😂
Filipe Espósito
É costume, provavelmente. Eu sempre usei macOS e não consigo usar Windows para trabalhar. Os gestos para trocar de apps, alternar os desktops e tudo mais fazem diferença, assim como vários atalhos do sistema que no Windows me parecem ser mais complicados ou alguns que nem existem. Mas é claro que, quando você tá acostumado com algo por toda a vida, mudar de uma hora para a outra é complicado. Quem usa Mac profissionalmente geralmente é por conta de softwares exclusivos (Xcode, Final Cut, Sketch, Pixelmator, entre outros).
Sandir Leonardo
No começo eu também achava bastante estranho, principalmente pelo fato de as coisas mais triviais (como instalar um driver) serem bem diferentes do ambiente Windows... Depois de me esforçar para usar, acabei percebendo que o MacOs é (bem diferente, mas) mais intuitivo em diversos aspectos (instalar aplicativos, drivers, etc...). Obviamente, o uso de programas que são nativos nos dois Sistemas Operacionais (Win e MacOs) não vai ter tanta diferença... Mas de forma geral eu acho o sistema da maçã mais estável e intuitivo (como já disse antes).No meu dia a dia, uso o Windows no trabalho e MacOs em casa (uso Windows em dual boot para jogar) e confesso que depois de um tempo, agnt se acostuma a usar os 2... Vc muda o "mindset" automaticamente quando está em um ou no outro...
Bruno Cavalcanti
Máquinas sensacionais, tanto o Air, quanto o Pro.Tive um Air em 2011 e fiquei com ele até trocar pro PRO touchbar. Nunca mais passo raiva com o Windows.Sobre os preços, não da pra comprar no Brasil.Pra quem conseguir buscar no Paraguai ou USA, recomendo fortemente.
Kodos Otros
Sim, até o Windows é.
Gertrudes, a Lhama
Fluído até o Gnome é desde o 3.30
Kodos Otros
Eu achei a mesma coisa. Ele é bonito (mas algumas coisas são bem cafonas e os ícones são totalmente inconsistentes), é fluido e só.
Gertrudes, a Lhama
Gente achei o MacOS um sistema improdutivo pra caramba. Qualquer coisa além de abrir apps é mais difícil do que deveria.Além de ser bonito e não ser o Ruimdows, porque o pessoal adora tanto?
Thiago Sabaia
Tenho um Macbook Air 13 2013 i7 8GB, oferece um ótimo desempenho até hoje e a maçã acende. Não pretendo trocar ele tão cedo. Formatei ele no final do ano passado e deu uma boa sobrevida no aparelho.
Kodos Otros
Passo. Por esse preço dá pra comprar 2 melhores.
Renan Alves
Oloco, se juntar meu PC+minha mesa+impressora+ cadeira+tudo que tem perto de mim não da o valor desse notebook
Ronaldo Rodrigues
Nossa Higa, é interessante como cada um tem um hábito ao usar o sistema, observei que você usa bastante a pasta para acessar os aplicativos. Desde o surgimento do Lanchpad no Lion, que eu não uso mais a pasta de aplicativos no Dock rs, acho mais prático usar os gestos!
Diogo
- Vale a pena?- Não
X-Tudãoᴳᴼᵀ
Um notebook que só faz o básico por 10k bolsos? Não, obrigado.
Bacana mas não é pra m$m.
Rafael Cascaes
Tenho um mac air de 2011, na época foi uns 3000 mil na loja e era muito mais inovador...Compraria esse modelo fácil se fosse até uns 5000, mas esse preço não da pra encarar não
Jairo ☠️
Belíssimo gadget , mas ....não cabe no meu bol$o -)