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Por que culpar o videogame pelos ataques de violência é uma falácia

Jogos frequentemente são associados a massacres como o de Suzano, mas o problema é muito mais embaixo

Emerson Alecrim Por
Jogador (imagem: Max Pixel)

Na última quarta-feira (13), dois jovens invadiram uma escola em Suzano, na Grande São Paulo, e atacaram alunos e funcionários. O massacre resultou em oito mortes (sem contar os assassinos, também mortos) e deixou ao menos 11 pessoas feridas. A comoção em torno do caso foi imediata e trouxe consigo um discurso recorrente em casos como esse: o do videogame como vetor da violência.

O assunto entrou em voga especialmente depois de o vice-presidente da República, Hamilton Mourão, ter dado a entender que jogos eletrônicos associados à falta de atividades sociais e educativas influenciam no comportamento nocivo de crianças e adolescentes.

"Hoje a gente vê essa garotada viciada em videogames e videogames violentos. Só isso que fazem. Quando eu era criança e adolescente, jogava bola, soltava pipa, jogava bola de gude, hoje não vemos mais essas coisas. É isso que temos que estar preocupados", disse Mourão à imprensa.

É preciso ter cuidado com esse tipo de afirmação. Primeiro porque atribuir culpa ao videogame, mesmo que parcialmente, pode acabar desviando o assunto das causas mais tangíveis do problema. Além disso, uma discussão mais pertinente acaba ficando fora de foco: se há banalização ou não da violência no universo gamer.

Por que o videogame está sempre levando a culpa?

Há tempos que o videogame é associado a comportamentos errantes de crianças e adolescentes. Eu, por exemplo, cresci ouvindo familiares dizendo que os jogos fazem mal para as vistas, da mesma forma que vi — e vejo — pais culpando a jogatina pelo sedentarismo ou inabilidade social dos filhos.

Não deixar de haver alguma lógica nesses argumentos. Independente de faixa etária, é comum que o jogador fique por demais concentrado no game e pisque menos, causando irritação aos olhos.

Já uma pessoa que passa horas a fio jogando pode mesmo deixar as atividades físicas de lado, bem como negligenciar evento sociais ou culturais, trazendo prejuízo para a sua saúde, tanto no âmbito físico quanto mental.

Mas note que esses problemas frequentemente estão relacionados ao excesso. Há quem, voluntariamente ou por influência de pessoas próximas, perceba o abuso e passe a moderar o tempo gasto nos jogos. Outras percebem o problema, mas têm dificuldades para combatê-lo. Não é à toa que, em 2018, a Organização Mundial da Saúde (OMS) passou a considerar o vício em videogame um problema de saúde mental.

Só que a questão da violência segue um viés diferente e precipitado: a de que a exposição desmedida a jogos violentos, por si só, é capaz de moldar o caráter do indivíduo a ponto de ele extravasar a agressividade supostamente desenvolvida ali no mundo real.

Joystick (imagem: Pixnio)

Em maior ou menor grau, todo ato de violência que atinge proporções trágicas gera comoção e indignação. Esses sentimentos rapidamente alimentam a necessidade de se entender as causas.

Um ataque terrorista pode ter como motivação questões políticas ou ideológicas. Um assalto que resulta em morte de inocentes tem a ganância como pano de fundo. Em todas essas situações, as razões não diminuem a gravidade do ato ou a dor resultante, mas ao menos entende-se — o que não é o mesmo de concordar com — o que engatilhou o ato de violência.

Porém, quando uma pessoa promove um ataque violento sem motivação aparente, a necessidade primária de explicação se manifesta pela busca do fator lógico mais próximo: de onde é mais provável que um jovem aparentemente sem contato prévio com o crime tenha extraído a ideia de um ataque? Verifique se ele jogava. Se positivo, então os jogos são a causa mais provável.

Não são só os videogames que entram na mira. Filmes, quadrinhos, músicas e livros também podem ser alvos. Logo após o atentado de Parkland, na Flórida, em fevereiro de 2018, o presidente dos Estados Unidos Donald Trump disse que, além de jogos, filmes violentos podem influenciar tiroteios em escolas.

Mas os jogos eletrônicos parecem ser os alvos preferidos porque são mais frequentemente relacionados ao comportamento imaturo ou irresponsável dos jovens. Além disso, games de tiro colocam o jogador no papel de executor. Quem vê de fora pode interpretar isso como uma forma de estímulo ou até de treino.

O problema é que, ao culpabilizar os jogos, a mídia e autoridades acabam deixando de admitir que, na verdade, atentados como os de Parkland e Suzano costumam ter causas muito mais complexas, não raramente, multifatoriais.

O que dizem os pesquisadores

A postulação do videogame como causa de atos de violência ganhou força depois do massacre de Columbine, em 1999. De lá para cá, diversos estudos foram realizados para avaliar o assunto. Até hoje, nenhum deles conseguiu provar a relação de jogos com ataques violentos.

Um dos estudos mais recentes vem da Universidade de Oxford. Divulgado em fevereiro, a pesquisa, feita com mais de mil adolescentes e seus pais, indica que os jovens que jogam videogame regularmente não são mais propensos à violência do que aqueles que não o fazem.

Andrew Przybylski, professor que liderou a pesquisa, diz que os jogadores até podem manifestar sentimentos de raiva por conta de alguma frustração no jogo, mas que esse comportamento não tem relação direta com ações agressivas na vida real.

Przybylski aponta que, na verdade, estudos anteriores podem ter sido conduzidos por pesquisadores que já tinham algum tipo de preconceito sobre o assunto e, por conta disso, terem tido conclusões distorcidas a respeito da relação da violência com os jogos.

Cena de Call of Duty

Eis um possível exemplo: um estudo do psicólogo Brad J. Bushman publicado em 2012 chegou a defender que jogos em primeira pessoa ajudam a melhorar a pontaria do jogador com armas na vida real. Mas Bushman teve que se retratar por esse estudo por conta de erros na aplicação dos métodos científicos.

Outro: a Associação Americana de Psicologia (APA, na sigla em inglês) publicou um estudo em 2015 afirmando que pessoas que jogam games violentos têm mais probabilidade de assumir comportamentos agressivos. Mas esse estudo também foi questionado por conta de seus métodos.

Após a revisão do estudo, a APA manteve a sua posição, mas classificou a "pesquisa insuficiente para vincular jogo violentos à violência criminal".

Essa revisão ressalta ainda que nenhum fator de risco conduz, sozinho, a um ato de violência. "Ao contrário, é o acúmulo de fatores de risco que tende a levar a um comportamento agressivo ou violento. A pesquisa revisada aqui demonstra que o uso violento de videogames é um desses fatores de risco".

Isso quer dizer, no entendimento da entidade, que até existe a possibilidade de jogos violentos potencializarem atos agressivos, mas não isoladamente: é preciso que esse fator seja combinado a outros, por exemplo, a algum tipo de transtorno psicológico.

O buraco é mais embaixo

Em 2011, dias após o Massacre de Realengo, a TV Record exibiu uma reportagem insinuando que os jogos podem ter influenciado o atirador, Wellington Menezes de Oliveira, a cometer tamanha atrocidade — até uma hashtag foi criada na época em protesto: #gamerscontrar7.

Mas a Polícia Federal descobriu, meses depois, que o atirador foi incentivado por um chan (fórum anônimo) que promovia discursos e ações de ódio contra mulheres, negros, homossexuais, nordestinos e judeus.

Com relação ao massacre de Suzano, a polícia já investiga o envolvimento de Guilherme Taucci Monteiro e Luiz Henrique de Castro, os autores do atentado, em um chan chamado Dogolochan, na deep web. O fórum foi criado pelos mesmos responsáveis pelo grupo que recebeu Wellington.

Participantes desses fóruns podem até ter predileção por determinados jogos (ou filmes, músicas, etc.), mas não é isso que alimenta o seu radicalismo. Na raiz de tanto ódio costuma estar problemas sociais e psicológicos severos.

Não se pode dizer que rigorosamente todos os ataques violentos são orquestrados por grupos ou indivíduos extremistas, mas os casos citados e tantos outros deixam claro que o assunto é bastante complexo e grave. Simplesmente colocar a culpa no videogame acaba sendo, portanto, uma maneira evasiva e certamente ineficaz de lidar com o assunto.

Arma - violência (imagem: Pixabay)

Discutir a violência nos jogos é válido

É um equívoco posicionar os jogos como pano de fundo de atentados, mas isso não quer dizer que a violência ou comportamentos nocivos não devam ser analisados e debatidos no universo gamer. Por exemplo, será que não é pertinente discutir se a abordagem de determinados jogos não banaliza a agressividade na vida real?

Ou, então, não seria válido questionar se a forma como a competitividade é estimulada em determinados jogos online não acaba alimentando o comportamento hostil que muitos jogadores têm nesses ambientes ou, ainda, se isso pode levar a quadros de ansiedade, irritabilidade e afins?

A meu ver, esse é um exercício de reflexão que vale a pena ser posto em prática, afinal, um jogo violento não é uma escola de assassinos, mas nem por isso devemos nos esquivar da responsabilidade de identificar e combater os problemas que existem em muitas comunidades de jogadores.

Com informações: Agência BrasilNew York Times, Business Insider, Independent, Forbes, BBC, FolhaPolygon.

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Joaquim Augusto
E pensar que nunca leria uma discussão dessas se não fosse ao trabalho de português para fazer.Mas agora sobre os assuntos dos jogos violentos sempre tenho dúvidas, geralmente sempre vejo conteúdo violento sem problemas e sempre acho bem leve, mesmo tendo 13 anos eu sempre quis me aprofundar mais nesse quesito depois de ter discutido com uma pessoa sobre esse assunto no Youtube em um vídeo sobre o atentado, ela sempre utilizava o argumento de ter participado de uma discussão que afirmava que os jogos influencia a violência, usava de base que o comportamento e a forma que ele segurava a arma era semelhante aos jogos de tiros (o que pra mim não tinha o mínimo sentido já que os jogos de tiros que tentam ser mais realista e imitam a forma de se usar uma arma), ela também usou de que ele atirava nas pessoas mortas onde nos vídeo games era uma forma de ganhar mais pontos (o que para mim não fez sentido pois não conhecia nenhum jogo de tiro com isso) e eu acreditava que o assassino usou esses elementos somente para chamar a atenção e dividir as pessoas, e mesmo eu insistindo que ela me enviasse o link ou fonte da tal reportagem dela ela não enviou e parece ter apagado os comentários pois depois de procurar não os encontrei.
Leopoldo Muxfeldt
Videogame são apenas com fim recreativo! Não sei pq sempre acham que eles são drogas psicológicas! Dá vontade de ver pessoas ignorantes quebrarem a cara!
Guilherme Camargo
"Jogos violentos geram violência" mentira eu sempre joguei jogos violêntos desde dos 7 anos de idade e hj aqui de boa com os meus 18 estudando e jogando para tirar o estresse
Rafael Stutz
Parabéns pela matéria. Foi a mais completa e sensata que encontrei. Me ajudou demais a abrir minha mente sobre o assunto para eu concluir um trabalho na faculdade à respeito do tema. Tão boa que resultou muitos comentários que foram fundamentais na minha pesquisa. Sensacional.
Marcos Guilherme
REFORÇO O POST ANTERIOR ABAIXO MINHA OPINIÃO.Vivemos em uma sociedade doentia a anos, quase que implacavelmente todo entretenimento hoje (cinema, teatro, literatura, artes, tv) patrocinadas pelos grandes magnatas do lucro são expostas e invadem cada lar no mundo, tendo como alvo o efeito ego de nossas vidas.Peço que notem o quanto é maligno esse mal e o efeito que causa em nós e em nossas crianças, famílias, amigos e sociedade em geral.Notem o quanto o cinema, games, tv e seus noticiários mostra a morte de forma conveniente, vingativa e implacável, o quanto é disseminado a revolta, ódio, ressentimentos pelo próximo e todos esses sentimentos que muitas das vezes de forma inconsciente entre na nossa consciência a cada visualização dos mesmos.O que esperar por tudo isso a não ser os acontecimentos lastimáveis que se nota no dia-a-dia. Culpar os games por isso? Amigos o "pingo no 'i' " não é só nos games, é em toda essa massa de entretenimento proporcionada pelos magnatas do lucro.Reflitam, despertem sobre isso. Se cada um de nós ao invés de alimentar isso os nega-se de nossas vidas aos poucos nossa sociedade mudaria. Deixo uma frase final para que reflitam, uma de um dos grandes mestres que na terra vieram."Cuide da reforma pessoal e a reforma social cuidará de si mesma."Ramana Maharshi
Fabio Santos
ViviAnos dourados, varias desenhos e games de tiro como resident evil 1,2,3 Mortal KombatO que gera pessoas malucas e falta de família e amor em casa educação vem de berço.https://uploads.disquscdn.c...
Nyan Cat
O Bolsominion gamer deve estar em um dilema agora: defender sua chapa fiscal de c# alheio ou aceitar que eles só sabem usar falacias pra cobrir problemas graves como o Bullying, culpando os games?
Rodrigo Sanguanini
Baloon Monkey TBS algo assim
Rodrigo Sanguanini
PogChamp AGDQ FeelsAmazingMan
Epic Mac Fadden - ODZ -
Não acho ruim haver opiniões conflitantes, pois ajuda a criar um terceiro ponto de vista.Choque de gerações sempre ocorrerão (há uns anos ando "sofrendo" disso), e sempre existirão os "fracos" - estes que teoricamente têm a necessidade de ser protegidos de certa maneira - e os "fortes" - os que jogam o jogo e se viram ante às situações impostas pela vida.Os mais velhos sempre reclamarão das gerações mais novas - principalmente quanto ao conforto que as tecnologias recentes provém - e a mudança de seus já consolidados hábitos. Vejo o tratamento mais suave como "o menino na bolha", e também como uma questão de seleção natural quanto o mais forte sobreviver - vide a sociedade na 'Muricah.Hoje mesmo estava lendo uma matéria sobre os pais que fazem de tudo pelos filhos, não os deixando aprender como agir na sociedade - e isso há demais hoje em dia. O que "justifica" a minha discordância quanto à opinião do douto.... cof cof.... colega comentarista....
Mike Cross
Entrando tarde na discussão, o que realmente percebo é que atualmente existe uma espécie de conflito entre duas vertentes sobre como se tratar justamente desses problemas de baixa estima e falta de "culhões" perante a vida.Um lado defende que é melhor ser pragmático e assumir que as dores da vida é o melhor professor e outro lado acredita que ter uma abordagem menos ríspida é o melhor caminho. Um lado crucifica o outro, ou porque considera utópico e frouxo demais ou porque considera nocivo e prontamente hipócrita.A princípio nasceu como parte de um choque de gerações, mas pelo visto isso escalonou.
Porto Velho
Eu entendi perfeitamente o que você quis dizer com "politicamente correto", pelo jeito a galera não.Problema do politicamente correto não é ensinar as pessoas que elas não devem ser racistas, machistas ou qualquer outro "Ista", isso ta mais que correto. Provlema é colocar na cabeça de pessoas com baixa estima que elas devem se sentir ofendidas com isso. O que tem que ser ensinado é que essas coisas infelizmente fazem parte da vida e as pessoas não devem se sentir pra baixo por causa desses boçais, mas fazem o contrário, tonam as pessoas cada vez mais "coitadinhas". Isso meche com o psicológico de muita gente.Quer um exemplo? Esses dias estavam fazendo um protesto intitulado "vai ter gorda na praia sim", como se isso fosse um problema. O que mais tem em praia é gente fora do "padrão" e ninguém nunca ligou pra isso. Esse tipo de "protesto" faz pessoas acima do peso e com baixa alto estima se sentirem pra baixo com uma coisa que jamais existiu.
Eduardo Silva
Exatamente isso! Racismo, misoginia e todo tipo de coisa tóxica. Pra perceber isso, basta tentar lembrar quantos desses atos foram realizados por mulheres, negros, gays, lésbicas etc. Pelo que tudo indica, é um tipo de atitude muito comum apenas entre homens brancos e heterossexuais, o que parece apontar pra tudo isso de masculinidade tóxica e afins
Eduardo Silva
Parabéns pela matéria! Muito bacana mesmo. Tem algumas coisas associadas com essas tragédias que precisam ser discutidos urgentemente e, definitivamente, não são os games.
Fabio Santos
O jogo muitas vezes é um escape pra falta de amor dentro do lar, no meu ver tudo em excesso traz complicação, hoje sim vemos uma preocupação com os jovens que muitas vezes deixam de lado o social peloVirtual, pegamos exemplos claros do Japão, Coreia do Sul e por aí vai.Mais relacionar o acidente com games, sem análise clínica concordo maior burrice, já faz mais de um ano que limito o uso de tecnologia da minha filha maior de 14 anos pra no máximo 2 horas diárias e da mais nova de 4 anos a meia hora diária.Ambas estão mais despertas, ativas com a sociedade e bem menos emburradas, uma coisa que muitos pais e eu também fazia de errado era sempre tentar na correria do dia a dia comprar o silêncio do jovem com um celular, tablet ou videogame.
Eduardo Braga
Caramba tava pensando nele esses dias. Adoro os vídeos dele.
13582196
Stálin, Hitler, Mussolini, Pol Pot, o Imperador Japones Hirohito, não tinham video games, mas mataram milhões, e aquele esfaqueador do Bolsonaro, foi incentivado ou inspirado pelo gane da Rosie O'donnell que incentivava a matar o Trump?Quem sabe aquele Blac Bloc que matou aquele cinegrafista Santiago Andrade da Band, que video game incentivou o Blac Bloc a cometer aquele crime?, ou foi algum troll da internet?
Seraph
Kingdom Rush, Castle Creeps, Realm Defense (O melhor e maior), Empire Warriors, Castle Defense 1 e 2, Defenders 2...
Seraph
já sim, todos kkk
Tyto
Ótima matéria.Tem um aspecto dos videogames que não foi comentado, que é colaborar na desensibilização do jogador.Anos atrás li uma reportagem que falava sobre a utilização de determinados jogos pelo Exército Americano, justamente com esse sentido, agilizar a formação do soldado, ao facilitar sua reação às mortes de adversários.
Paulo Pilotti Duarte
Só pra constar, eu respondi ele educadamente depois e de maneira seria. Mas acho que apenas ele leu porque o meu comentário tá marcado como spam aqui no meu perfil :(
Paulo Pilotti Duarte
Não sou consulta pelo Disqus, só pelo WhatsApp.
Hans Donner P. Melo
EXCELLENT
吉影
Eu agradeço o fato de que, mesmo com esses falsos julgamentos, preços abusivos dos jogos e consoles, falta de espaço e propaganda na TV; ainda temos uma grande comunidade gamer e até fazemos jogos para consoles de última geração.
Lesphirou
Que isso cara, você tinha sim. Tava bem interessante a discussão, vendo duas perspectivas diferentes, mas daí subitamente você meio que quis dar uma de psquiatra, foi bem esquisito. Aliás, você é bacharel nessa área mesmo? Muito interessante você conseguir diagnosticar outras pessoas pela internet, através somente da escrita. Eu tenho noção que a Medicina está sempre evoluindo, mas ainda sim fiquei surpreso.
Ok
Hahahha.Não me magoei nem um pouco. Fica tranquilo. Era só uma resposta ao colega falando sobre os psicólogos da Internet
Fabricio de Oliveira Silva
Essa foi a matéria mais imparcial que li sobre o assunto até agora. Excelente ver os dois lados da moeda.
Paulo Pilotti Duarte
O boleto sempre vem pelo correio, nem te preocupa ;)
Epic Mac Fadden - ODZ -
Vou ter de pagar por hora?Mas agregarei o que me for relevante, afinal não sou um ignorante que fica só mandando às favas todos que apresentam algum tipo de conhecimento.
Drax
Ele tbm nunca jogou video game e, olha só, virou militar
Fábio Moser
Parabéns pelo texto Emerson! Sensacional! =)
Paulo Pilotti Duarte
Não mudei de assunto não. Também não fiquei sem argumentos. Até porque eu sequer tinha argumentado inicialmente.
Paulo Pilotti Duarte
As facilidades da vida moderna nos proporcionaram dois efeitos colaterais: problemas psiquiátricos generalizados e câncer por longevidade.As facilidades e a complexidade cada vez mais do tecido social nos levam a doenças mentais. O mundo se torna cada vez mais complexo e os trabalho exigem de todos cada vez mais educação e especialização. Essa pressão constante não existe em épocas anteriores e vem a reboque com um novo sistema econômico que precisa manter-se operando (em crescimento e consumo) diariamente para que as pessoas não morram de fome.Quanto mais pressão mais ansiedade, não por nada é uma doenças mais incapacitantes dos tempos atuais.Algo que reparava nos "grandes psicopatas americanos" era o tempo livre que o "'Muricah's Dream" proporcionava criava muita gente ruim com folga no relógio.... e nos parafusos. Era algo como "mente vazia, oficina do diabo".É difícil perceber isso como apenas sendo culpa da falta de trabalho, mas sem dúvida nenhuma pouco trabalho causa um transtorno social e psicológico nas pessoas. Contudo, o mesmo se aplica em pessoas estressadas (cortisol, o hormônio do stress é liberado naqueles que estão sob forte pressão hierárquica e no pé da cadeia produtiva, ou seja, muito ocupados e/ou muito pobres). É mais fácil e, provavelmente, mais correto afirmar que pessoas com problemas de saúde mental tem tendências, quando submetidas a pressão (seja por falta de trabalho ou excesso), reagirem de maneira agressiva.Preencher o tempo com tarefas úteis ou resolvendo pepinos seria o "tratamento" que é necessário.Não acredito que todo mundo seja "curado" pela via do trabalho. O trabalho não é remédio, é ocupação. Faz bem e é necessário pra saúde mental e financeira, mas uma pessoa doente precisa de tratamento e não de mais trabalho. A questão é determinar se a pessoa é doente ou não. Eu defendo que temos, hoje em dia, mais pessoas doentes por conta das questões de complexidade social que estamos enfrentando e, sendo assim, mais pessoas que anteriormente não apresentavam problemas acabam apresentando hoje.Martinho Lutero falou algo que não era apenas favorável ao "pensamento capitalista" - algo que não existia até o socialismo ser criado - que "o trabalho enobrece o homem" não apenas no sentido de "condicionar o rebanho de trabalhadores", mas também pelo ditado que citei acima.Na verdade a sociedade em que o Lutero vivia trabalhava muito menos do que uma pessoa atualmente. O pensamento dele corria mais na direção de dar sentido a vida (profissão) para este poder ser livre do que necessariamente como forma de tratamento ou mesmo como sentido religioso.Sob a ótica marxista é bastante errado dizer que ele prega algo como o trabalho sendo apenas para direcionar o rebanho de trabalhadores, pelo contrário, o trabalho é essencial na lógica de Marx porque é através dele que o trabalhador ergue-se contra a exploração burguesa.O problema dessa lógica marxista é que ela não abarcava o aumento da complexidade das relações de trabalho posteriores e dividia o mundo entre burguesia e proletariado; aqueles que exploram e aqueles que são explorados. Marx não tinha como prever que séculos depois existiram classes intermediárias (profissionais liberais, pequenos empresários e pequena burguesia) que ainda que detenham os meios de produção são mais próximas do proletariado do que do burguês. Ainda mais além, Marx não tinha como prever também a quantidade de trabalhos super especializados criados após as revoluções capitalistas de produção e como os trabalhadores de escritório não se encaixam na lógica da luta de classes pura que ele tinha criado. Marx tem uma leitura precisa da sua época e uma solução para essa época, é anacrônico querer aplicar os seus preceitos atualmente. O mesmo vale pra Lutero e a sua predestinação pelo trabalho.Tratar todo mundo como coitado é que os enfraquece, não disse em nenhum momento que seria necessário "fazê-los sofrer" e largar. Isso seria a inclusão social.Tratar todo mundo como coitado é erro, claro, mas não é assim que tratamos as pessoas. Pelo contrário, tratamos todo mundo muito mal e no final do dia, quando o caldo entorna, ficamos estupefatos que pessoas submetidas à pressão reajam de maneira intempestiva. Se tratássemos todos como coitados no máximo teríamos pessoas chorando pelas ruas porque nada dá certo.Os poucos que não se ajustam é que precisariam de orientação psicológica, e talvez psiquiátrica.Os poucos serão muitos na medida em que a sociedade ganha complexidade. Esse é o problema em tentar simplificar anacronicamente as nossas relações sociais e regredi-las a pontos mais simples de se entender que são anteriores às mudanças.Somos essencialmente uma sociedade cada vez mais adoecida e complexa que luta para tentar resolver tudo com uma redução dos seus problemas ao mais simples possível. O que vemos atualmente é o efeito colateral desse pensamento.
Lesphirou
O que esse comentário tem a ver com a discussão? Mudou de assunto sem mais nem menos... Ficou sem argumentos?
Paulo Pilotti Duarte
Eu nem emiti minha opinião sobre o tema para ele discordar, eu simplesmente falei o que ele transparece nos textos.Como eu disse, ele transparece isso inicialmente. Depois ele me explicou o motivo e por isso irei respondê-lo.Parece que você está tentando "enformar" as pessoas para que a discussão (e as suas opiniões sobre) sejam mais fáceis.E para alguém que reclama da "geração floquinho" você se magoa bem rápido.
Paulo Pilotti Duarte
Exatamente isso. Tem um forte componente de doença mental e de masculinidade tóxica (que os impede de se verem como falhos) que compõe o cenário que desemboca nesse ataque, quase sempre desmedido, às minorias e pessoas que pensam diferente deles.No fundo é uma saudade de um tempo onde a sociedade era menos complexa e as coisas eram explicadas de forma mais simples.
Paulo Pilotti Duarte
Eu sei.E veja só, a sua ideia de liberdade expressão sequer é condizente com a americana.
Ah sim, agora sim :)Uma pena que essa liberdade é subjetiva e o meu temor, como disse anteriormente lá em cima, é que a geração snowflake abuse das prerrogativas e que contamine a liberdade individual, ou seja, piadas de cunho incorreto, liberdade individual (banimento de games por exemplo) etc etc. Sejamos honestos, há inúmeros casos desse tipo. Para citar o exemplo de video games que nem o artigo fala, temos CS, Bully e Counter strike que ja foram banidos. É esse o temor em que a liberdade diversas vezes foi julgada.
Jairo ☠️
Excelente post
Eu li, voce pegou uma parte (extremismo, racismo) do qual eu não estou falando e negando. Você não entendeu a minha parte de risco a liberdade de expressão.
O mais incrível quando eu leio esse tipo de comentário que nem o do Paulo é o quanto uma pessoa anonima qualquer da internet tenta julgar uma pessoa com alguns parágrafos porque ela não concorda com a opinião alheia. É uma das características da geração floquinho e muito bem visível principalmente nas redes sociais. Se assemelham e muito com o gladiadores e justiceiros da internet.
Bruno
Acho desnecessário uma discussão sobre banalização de violência nos jogos. Se a pessoa é influenciável por esse tipo de conteúdo, qualquer coisa vai surtir efeito nela, seja um filme, uma música, um livro... Acho que isso já é uma questão que envolve transtornos mentais e deve ser direcionada ao indivíduo, não ao nicho. Outra coisa, jogos tem classificações indicativas - poderiam se preocupar em respeitá-las. Isso vai desde os órgãos reguladores do governo, passa pelas empresas que os desenvolvem/distribuem e termina nos pais. É violento? Classifica para maiores de 18, proíba a venda para menores e criem um sistema de confirmação de idade para cadastros em sistema de jogos (PSN, Steam, Live, etc).
Keaton
É o chamado desvio de culpa. É mais fácil e rápido (alem de mais barato) você encontrar um bode espiatório que fazer uma pesquisa e descobrir o que levou ao problema.Se video games tivessem alguma culpa, as grandes guerras que aconteceram foram culpa de Call of Duty, né...? Não, pera....
Ler o comentário abaixo.
Epic Mac Fadden - ODZ -
Posso pagar em bala?
Talvez você não saiba, mas não temos uma first amendment na constituição Brasileira. Infelizmente, temos uma liberdade de expressão bem limitada por aqui...Fica a dica: https://www.gazetadopovo.co...
Diogo
Já jogou Kingdom Rush?
Epic Mac Fadden - ODZ -
Batata.
Epic Mac Fadden - ODZ -
O meu sem mostarda.
Epic Mac Fadden - ODZ -
Nem vou continuar, senão a 5ª série ataca..;)Mas não me leve a mal não cara, não estou pra discordar de ninguém (a não ser que o argumento seja absurdo).Minha escrita ficou confusa justamente por ter de explicar tanta coisa das entrelinhas (vide minhas aspas frenéticas) que acaba tudo ficando uma esbórnia.Estamos apenas expondo opiniões...
Will
quais os melhores para smartphone?
Paulo Pilotti Duarte
Atrás do tonel.
Jefferson Silva
obrigado
Epic Mac Fadden - ODZ -
Você é engraçado.Onde você mora mesmo?
Paulo Pilotti Duarte
O fato de você esconder-se atrás de uma grossa parede de ironias já evidencia que você tem alguns bons e sérios problemas de aceitação pessoal.Você também tem uma redação desconexa, quase de livre associação, o que pode evidenciar alguns problemas psicológicos menos graves ou algum falha educacional (pessoas de baixo letramento tendem e ter dificuldades de encadear ideias e apontar claramente as correlações que ocorrem no seu raciocínio).Eu recomendaria uma ida ao psiquiatra a cada 15 dias e algum regulador de humor (Litio, possivelmente).
Caleb Enyawbruce
parabens, ótima forma de debater#sqn
Epic Mac Fadden - ODZ -
Claro que não aprendi a lidar com isso, tenho depressão e pensamentos suicidas a cada quinze segundos. Ímpetos homicidas é o que não faltam.Jogando Tetris descobri que preciso impor respeito ante outrem massacrando clientes numa carrocinha de cachorro quente.Claro.As facilidades da vida moderna nos proporcionaram dois efeitos colaterais: problemas psiquiátricos generalizados e câncer por longevidade.Algo que reparava nos "grandes psicopatas americanos" era o tempo livre que o "'Muricah's Dream" proporcionava criava muita gente ruim com folga no relógio.... e nos parafusos. Era algo como "mente vazia, oficina do diabo".Falta mesmo é parar de "proteger" tanto a "infância" e voltar a deixar o "maldito trabalho infantil", que fazia o "coitado" trabalhar meio período e estudar no outro.Preencher o tempo com tarefas úteis ou resolvendo pepinos seria o "tratamento" que é necessário.Martinho Lutero falou algo que não era apenas favorável ao "pensamento capitalista" - algo que não existia até o socialismo ser criado - que "o trabalho enobrece o homem" não apenas no sentido de "condicionar o rebanho de trabalhadores", mas também pelo ditado que citei acima.Tratar todo mundo como coitado é que os enfraquece, não disse em nenhum momento que seria necessário "fazê-los sofrer" e largar. Isso seria a inclusão social.Os poucos que não se ajustam é que precisariam de orientação psicológica, e talvez psiquiátrica.
Paulo Pilotti Duarte
Hoje, na geração nutela, onde o politicamente correto é a lei, os acéfalos e imbecis prosperam com facilidade.Essa é exatamente a visão daqueles que cometerem o crime em Suzano.
Paulo Pilotti Duarte
Ninguém deu bola pros meus problemas na minha "época zoada", aprendi a lidar sem ter de ficar berrando pra todo mundo que existir dói e não fazer nada (ou consertar o que poderia haver de errado comigo)...Tenho minhas dúvidas se você realmente aprendeu a lidar com isso ...Ainda tenho contato com meu primeiro amigo, desde a época que as mães trocavam nossas fraldas. Ele nunca passou por problemas reais, pois fora "protegido" das dificuldades que resultam no crescer.Nunca trabalhou e há um ano e meio os pais faleceram (semanas de diferença). Agora fica sozinho todos os dias sem perspectiva e sem saber o que fazer - pois nem emprego sabe procurar.Tratar doença mental como "geração floquinho de neve" é exatamente o que causa os atentados e tiroteios que o channers planejam e executam.Uma pessoa com os problemas que você falou não precisa "ser posta em frente à adversidades" e sim tratada e inserida socialmente para se tornar uma pessoa produtiva na sociedade. Se os pais dele não fizeram isso é um problema, mas tratar como se fosse cavalo brabo não resolve o problema.
Paulo Pilotti Duarte
Jgar a carta a liberdade de expressão mostra que você não saber o que é liberdade de expressão.Fica a dia: https://xkcd.com/1357/
Voce nao entendeu.A partir do momento em que uma pessoa se sente ofendida por alguma coisa que eu digo ou faço que não seja obvio (um xingamento direto por exemplo , ou uma agressão física), então minha liberada de expressão esta em risco e pra mim isso é um dos perigos da geração snowflake / policamente correta.
Leandro Nascimento
Orgulho do jornalismo sério! Parabéns!
Seraph
Se ofender vai de cada um. Se o cara se sente ofendido em ser xingado, não é frescura dele, é desrespeito mesmo. Se isso vai ter consequências pra ele no futuro ou não é um problema unicamente dele, não cabe a ninguém decidir isso
Epic Mac Fadden - ODZ -
...ahhhhh....:(
Epic Mac Fadden - ODZ -
Bem, já que a gente joga videogame, bora atirar em todo mundo?
Epic Mac Fadden - ODZ -
EU SEI....mas não consigo parar.Aliás, tem Worms pra Android?
Que nem muito aqui falaram, eu ate posso concordar que video game possa influenciar alguma coisa, que nem uma igreja/religião faz com outras. Mas jamais transformará alguém em um assassino. Se alguém se torna um assassino vc pode ter certeza que teve muitas outras coisas no psicologico/vida dessa pessoa pra acontecer isso. Vide o caso dessa semana, onde a mãe é drogada e o próprio vô diz que os pais não dão bola pro garoto. Ai junta buling, isso e aquilo e vc tem um potencial assassino.Se o menino tivesse uma estrutura familiar, convívio social ele poderia jogar 15 hrs de jogo violento e nao teria feito o que fez.Alias existem varias pessoas antisociais, sem familia e com educação limitada que jogam jogos violentos e nem por isso se tornam assassinos.
Depende, bulling é errado e pronto. Nesse ponto concordo com vc e discordo do comentario acima. Levar uma zuada ou outra porem ja é parte da vida e te constrói pro mundo. Mais se ofender por qualquer brincadeira, principalmente as politicamente incorretas é realmente coisa de geração snowflake. Ai não da. (na minha opinião, claro)
Epic Mac Fadden - ODZ -
É gente que se ofende com absolutamente qualquer coisa, não preciso (também) ficar explicando.Ninguém deu bola pros meus problemas na minha "época zoada", aprendi a lidar sem ter de ficar berrando pra todo mundo que existir dói e não fazer nada (ou consertar o que poderia haver de errado comigo)... hoje há uma "extensão da adolescência", comportamentos beirando o infantilóide por muitos não ser apresentados "à vida" mais cedo. A frase sobre homens fortes/fracos que coloquei é justamente isso: falta de adversidades faz falta, precisamos ser desafiados para evoluir.Ainda tenho contato com meu primeiro amigo, desde a época que as mães trocavam nossas fraldas. Ele nunca passou por problemas reais, pois fora "protegido" das dificuldades que resultam no crescer.Nunca trabalhou e há um ano e meio os pais faleceram (semanas de diferença). Agora fica sozinho todos os dias sem perspectiva e sem saber o que fazer - pois nem emprego sabe procurar.Há sim uma geração Floquinho imensa e que "não sabe o que fazer/como reagir" ante a muitas das adversidades do "mundo adulto". Eles sim são os que critico e que "faltou cinta" (não preciso interpretar né?) dos pais pra dar calos à personalidade e não se importarem com nuances irrisórias da vida.
Seraph
é mais fácil culpar jogos do que prover segurança e educação
Raphael Valente
Concordo plenamente sobre as questões ressaltadas no texto.Agora sobre as palavra do nosso vice-presidente só digo uma coisa....quando for seguro deixar os nossos filhos na rua para empinar pipa, jogar bola, me avisa... Porque se jovens conseguem tão facilmente acesso a armamento e entram e uma escola, o que o nossos filhos podem encontrar na rua?
Seraph
"Geração floquinho"É bastante desonesto você tratar quem sofre dos com os problemas e reage de forma diferente da sua, assim.
Epic Mac Fadden - ODZ -
https://www.youtube.com/wat...
Seraph
Ei não aguento mais os Kingdom Rush (Zerando o Vegeance de novo pela 3º vez)
Paul
Eu acredito que tenha influência, mas só em pessoas com problemas psicológicos já com certas tendências. Ela se isola ali e meio que começa a viver num mundo "paralelo" dado que fica exposta àquilo por muito tempo.Agora realmente, associar tal problema aos games assim de forma direta sem considerar esses "porém", acho irresponsável.Se for assim era pra eu ter virado um lutador de UFC: Desde pequeno sempre joguei e gostei de jogos de luta. Mas nem por isso vivia dando hadouken nos coleguinhas do bairro/escola.
Seraph
Burro não, só explanou melhorVou pesquisar esse ae, faz tempo que não jogo nada
Epic Mac Fadden - ODZ -
PARE!Acabei de terminar todos os Kingdom Rush. De novo. Pela oitava vez.
Helmut
Sim, e eu burro e fico explicando coisas que já estão claras =/Sobre Tower Defense, tinha um muito bom para Nintendo DS chamado "Ninjatown". Deve rodar em algum emulador para PC.
Epic Mac Fadden - ODZ -
É aquele velho experimento da colônia de bactérias no tubo de ensaio - se proliferando exponencialmente até à saturação - onde todas morriam.
Mickão
Hitler nunca jogou videogame na vida e deu no que deu. Esse vice presidente é tão ignorante e leviano na hora de se posicionar quanto o chefe dele.
Jefferson Silva
Igreja universal do viés de confirmação
Epic Mac Fadden - ODZ -
;)
Epic Mac Fadden - ODZ -
Já discutimos com um dos "mentores" (não adm de lá, mas um dos "exemplos" que eram seguidos pelos retardados que frequentavam o lugar) do tal fórum no MeioBit, o Emerson Setim (foragido).É um cara sujo e ridículo, e se utiliza de subterfúgios racistas e mirabolantes falsas acusações aos desafetos pra encher seu ego como se fosse poder. Alguém com baixa autoestima dessa maneira pode ser moldada para o mal com uma facilidade tremenda - cobiça pelo poder e bem provavelmente vingança.Voltando ao assunto... tudo que é "novo" (videogames) assusta quem é mais velho, gerando dúvidas (religião é o comparativo exato) e medo. E como os "mais antigos" são os "sábios" das sociedades, arrumam pretexto para manter sua linda e harmoniosa sociedade em que cresceram.Sofri bullying de formas terríveis (durante dois anos fisicamente), mas como não fui da Geração Floquinho™ isso moldou meu caráter, o que hoje não ocorre, pois tudo é ofensivo e agressivo (de um pescotapa à um "seu bobo e feio"). O Politicamente Correto começou a exacerbar o que é "certo" do que é "errado" sem levar em conta os pontos de vista e senso comum.Tempos difíceis fazem homens fortes, estes fazem tempos fáceis.Tempos fáceis fazem homens fracos, que por sua vez fazem tempos difíceis.- Não sei quem disseE jogo em média umas três horas por dia e tô aqui, normalzinho da silva, polindo minhas escopetas e.... não, pera.
Seraph
Acho Uno dependente demais da sorte. War nunca joguei (Espero que vcs tenham pegado a ironia pq sinceramente)
Rodrigo Sidney
No futuro, que tal uma pauta positiva sobre games e gamers? Focando em eventos de caridade como AGDQ e Zeldaton?
Epic Mac Fadden - ODZ -
Jogar War ou Uno é mais eficiente no quesito.
Seraph
pior que ontem passei o dia buscando uma matéria com leitura fácil e bem mastigadinha. Hoje me deparo com essa beleza aqui
Seraph
mas foi isso que eu disse...
Caleb Enyawbruce
Que materia sensacional!! Bastante equilibrada e embasada. Show de bola! Vou indicar pra várias pessoas que tem dúvidas ou questionamentos e pré-julgamentos sobre o tema.
Helmut
Aí é que tá. Ser um exímio estrategista de guerra se colocado para fazer o papel de um, é diferente de buscar se tornar um estrategista de guerra por influência do Tower Defense.É natural que você absorva e aprenda a partir de qualquer foco de informação, seja um game, filme, livro, etc.
JeronimoPW
Acredito sim que os video games podem trazer influencia para cometer crimes, assim como qualquer outra mídia. Porém, ai entra a pauta dos problemas mentais. Muitos jovens e adultos que cometem essas atrocidades têm problemas psiquiatros e/ou familiares. Basta analisar todos os casos. Aliás, esse tipo de crime poderia ser premeditados com a ajuda de uma tecnologia pra analisar comportamentos online - mas creio que hoje ainda não há tecnologia em potencial para tal, talvez em 500 anos. A questão de posse/porte de armas é uma falácia. Quando o ser humano quer matar ele vai encontrar outras formas de cometer o ato (faca, pedra, atropelamento, com as próprias mãos, veneno, etc), talvez ate mais brutal, como bombas, etc. E isso só vai piorar: com a população chegando a 10 bilhões em 2050, segundo estimativas... Será preciso atitudes bem radicais pra conseguir prever crimes massivos assim - como o poder computacional pra analisar comportamentos online em questão de segundos.
Seraph
Enquanto ignorarem problemas psicológicos e sites como o Chan, vão buscar um culpado fácil. De qualquer forma espero ser um estrategista exímio na guerra depois de anos jogando Tower DefensePs: Aceito indicação para tower defense de pc/Smartphone pq já zerei todos que conheço