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Facebook mantém exclusividade de alguns jogos da Libertadores após pressão

A Conmebol teria decidido manter os jogos com o Facebook e frustrado os planos de Globo e Fox Sports

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30 semanas atrás

A discussão a respeito do fim da exclusividade do Facebook na transmissão de alguns jogos da Libertadores parece ter chegado ao fim. De acordo com o UOL, a rede social continuará como a única detentora dos direitos dos jogos de quinta-feira da competição.

O Facebook teria exigido o cumprimento dos termos do contrato e lembrado que pagou um valor alto justamente para ter exclusividade de algumas partidas. A empresa teria prometido, ainda, acionar a Justiça caso a mudança na distribuição fosse concretizada.

Facebook

Agora, o Facebook seguirá como único lugar para os torcedores acompanharem os jogos de seus times, caso eles aconteçam na quinta. É o caso de Grêmio, Flamengo, Palmeiras e Athletico Paranaense, que ainda têm um jogo da primeira fase neste dia da semana.

Ao mesmo tempo em que decidiu cumprir as exigências do contrato, a Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol) teria pedido para o Facebook melhorar suas transmissões. Nos primeiros jogos do torneio, torcedores criticaram a qualidade da imagem e as interrupções frequentes.

Na semana passada, a confederação teria informado Globo, proprietária do SporTV, e Fox Sports sobre a possibilidade de liberar os jogos de quinta-feira para outras empresas. As emissoras teriam se animado com a proposta, mas deverão continuar com o pacote que adquiriram antes do início da Libertadores.

Ainda de acordo com o UOL, a decisão de manter a exclusividade dos jogos que ocorrem na quinta não foi bem recebida pelas duas emissoras. Executivos de Globo e Fox Sports teriam classificado a administração da Conmebol como “uma zona”.

Ao Tecnoblog, o Facebook afirmou que a informação de que a rede social perdeu a exclusividade das partidas de quinta-feira é falsa. “A Conmebol nunca retirou os direitos do Facebook, que permanece seu detentor oficial até 2022”, afirma a companhia.

A Conmebol não enviou seu posicionamento até a publicação deste post.

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