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As empresas que brasileiros mais sonham em trabalhar, segundo o LinkedIn

Em 2019, o ranking realizado pelo LinkedIn é liderado por Itaú Unibanco, Santander e Movile

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03/04/2019 às 18h13

O LinkedIn divulgou a nova edição do Top Companies, um ranking que aponta as 25 empresas em que as pessoas mais gostariam de trabalhar. No quarto ano da versão brasileira, a lista aponta que várias companhias do setores financeiro e de tecnologia estão entre as mais sonhadas por profissionais.

O Itaú Unibanco conquistou o primeiro lugar do ranking pelo segundo ano consecutivo e é seguido pelo Santander, que em 2018 ocupava a 21ª posição. A Movile, proprietária do iFood, apareceu na lista pela primeira vez e garantiu o 3º lugar.

As empresas que brasileiros mais sonham em trabalhar, segundo o LinkedIn (Foto: Flickr/thomashobbs)

No setor financeiro, estão empresas como Grupo XP, Safra, BTG Pactual e Bradesco, que não estavam no levantamento passado. A lista também apresenta as startups Nubank e Stone, que ocupavam 1º e 5º lugares, respectivamente, em 2018.

Além da Movile, o setor de tecnologia é representado por IBM, TOTVS, Oracle e Resultados Digitais. Veja as empresas que os brasileiros mais sonham em trabalhar, de acordo com o LinkedIn:

  1. Itaú Unibanco
  2. Santander
  3. Movile
  4. Grupo XP
  5. Safra
  6. Bayer
  7. Raízen
  8. IBM
  9. Oracle
  10. BTG Pactual
  11. Resultados Digitais
  12. Bradesco
  13. Vivo
  14. GPA
  15. Suzano
  16. TOTVS
  17. Johnson & Johnson
  18. Grupo HEINEKEN
  19. Stone Pagamentos
  20. GOL Linhas Aéreas Inteligentes
  21. brMalls
  22. Syngenta
  23. Nestlé
  24. Nubank
  25. AmBev

O LinkedIn afirma ter chegado à lista com base no comportamento de seus 36 milhões de usuários no Brasil. A análise é feita pela equipe editorial da plataforma, que também faz versões para México, Estados Unidos, Canadá, França, Alemanha, Reino Unido, Índia, China, Japão e Austrália.

“Nossa classificação baseia-se no que os usuários estão fazendo, e não apenas dizendo, em sua busca por uma carreira de sucesso”, explica Rafael Kato, editor-chefe do LinkedIn para a América Latina. “Dentre os fatores analisados estão o interesse na empresa, interação com os funcionários da empresa, demanda por vaga e retenção de funcionários”.

A rede social considera apenas empresas que tinham mais de 500 funcionários ao fim do período analisado, entre 1º de fevereiro de 2018 e 31 de janeiro de 2019. Além do próprio LinkedIn e de sua controladora, a Microsoft, a lista não inclui subsidiárias e agências de emprego, organizações sem fins lucrativos, agências governamentais e outras entidades públicas.