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Apple troca iPhones falsos e tem prejuízo de quase US$ 1 milhão

A Apple teria sido vítima de um esquema de estudantes que trocaram 1.493 iPhones falsos por originais

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19 semanas atrás

Apesar de todas as medidas para se precaver de golpes, os procedimentos dentro de empresas não estão livres de falhas. Prova disso é a Apple, que teve prejuízo de US$ 895 mil após permitir a substituição de centenas de iPhones falsos.

O caso está na Justiça e envolve dois estudantes chineses que moram em Oregon, nos Estados Unidos. De acordo com a investigação, eles recebiam iPhones falsos da China e acionavam a garantia da Apple com a alegação de que eles não estavam funcionando.

Apple

O Oregon Live informa que a Apple recebeu 3.069 celulares falsos. A companhia substituiu 1.493 deles por modelos originais e rejeitou o restante. Um dos estudantes enviava os aparelhos de volta para a China, onde eram revendidos, e ainda recebia uma comissão.

Mas como eles conseguiram enganar a Apple e receber centenas de celulares? Aos investigadores, um represente da companhia afirmou que os aparelhos são analisados para garantir que realmente são verdadeiros.

No caso de uma falsificação, a empresa rejeita o pedido de troca e devolve o aparelho com uma carta de explicação. Como os modelos enviados pelos estudantes não estavam funcionando, a empresa decidiu resolver rapidamente o problema dos supostos consumidores e enviar um iPhone novo.

O esquema foi descoberto em abril de 2017 pelo serviço de Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA. O órgão ligou a um dos estudantes remessas de celulares que usavam a marca da Apple e pareciam ser falsificados.

Em seu depoimento, ele relatou que recebia regularmente de 20 a 30 iPhones da China, mas que não sabia que os celulares eram falsos. Ele afirmou, ainda, não ter sido informado pela Apple de que os aparelhos não eram originais.

A empresa, no entanto, garante ter enviado, em junho e julho de 2017, ordens para que a prática fosse interrompida. A alfândega americana também teria informado ao estudante, em abril e outubro daquele ano, que aparelhos destinados a ele tinham sido apreendidos.

Segundo investigadores, os estudantes usaram endereços de amigos e parentes em cidades próximas para receber tanto os aparelhos da China, quanto os da Apple. Eles serão julgados nas próximas semanas e, como têm visto para estudos, poderão ser levados de volta ao seu país.

Com informações: MacMagazine.

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