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Google promete mais tablets e notebooks da linha Pixel

O lançamento pode ser focado no mercado corporativo, mas pode atrair o consumidor final também

André Fogaça Por

O Google afirmou ao site The Verge que está produzindo novos tablets e notebooks, em um movimento que contradiz rumores sobre diminuição do empenho do gigante das buscas em sua divisão de hardware, e que não trabalha exatamente na fabricação de smartphones da linha Pixel.

Os dispositivos são focados no Pixelbook, que é um Chromebook com hardware de computador bastante potente e que ainda assim roda o Chrome OS – que exige pouco desta área. A afirmação aconteceu em uma sessão que falava de hardware do Google para o mercado corporativo, dentro do evento Cloud Next 2019, que aconteceu nesta semana, em São Francisco.

A empresa diz que um novo dispositivo pode ajudar colaboradores de empresas que trabalham fora de escritórios, ajudando de uma forma que o Pixelbook e o Pixel Slate não conseguiram. O último dos dois, o Pixel Slate, é um tablet que roda o Chrome OS e dispensa o visual mais tradicional de um computador portátil.

“Acreditamos que há algumas coisas exclusivas que podemos fazer de forma diferente que o Pixelbook e o Pixel Slate, que realmente ajudarão a dar a eles o que buscam quando estão trabalhando nesta nova era da nuvem”, comentou Steve Jacobs, gerente de produto para o Pixelbook – e que também lidera o desenvolvimento do Pixel Slate.

Este produto pode ser focado no mercado corporativo e não para o usuário final, ou pode ser uma solução que abrange os dois mundos.

Com informações: The Verge.

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Carlin

Tava pensando justamente na IBM!

Luizão

na minha opinião a única coisa que mantém a microsoft perto de usuários finais é a plataforma Xbox, se isso falhar, ela vira uma IBM 2 (importante para vários segmentos B2B, compraram a red hat por 34 bilhões, o prova q tem mta grana em caixa, mas totalmente irrelevante e fantasmagórica para o usuário comum)

Carlin

Sobre o textão, sem problema, informação nunca é demais!

Faz sentido, e reconheço que o Google tem o pé em diversas áreas, a um bom tempo diversificam os negócios, e isso é necessário. Enfim se hoje a Microsoft consegue viver quase que apenas oferecendo serviço a empresas, acredito que não seja tão difícil para a Google fazer o mesmo!

Luizão

Carlin vc está correto quando diz que é muito perigoso ter sua fonte de renda somente em anúncios, por isso que o google também vende o google apps para empresas (ter um e-mail, o office online deles, o forms, e diversas ferramentas online com o @suaempresa.com.br), eles tem uma cloud muito boa, compete de igual pra igual com a AWS e Azure (se vc for em eventos de venda do google cloud vc vai ver que eles estão batendo numa tecla muito forte chamada inteligência artificial), essas clouds são focadas no B2B, principalmente programadores e engenheiros de software (web, iot e mobile principalmente), eles estão investindo no mercado de jogos via streaming (estão apostando alto, mas se der certo eles podem tomar o lugar de gigantes como Microsoft ou Sony, lembra quando sega e nintendo sucumbiram para sony e microsoft), tem a play store onde 30% do dinheiro que circula por lá fica com o google, ela vende melhores posicionamentos, isso inclusive foi alvo de denúncias onde os 2 candidatos a nossa presidência pagaram o google para favorecer certas páginas e isso vai contra a legislação eleitoral, enfim o google não vive somente de anúncios, mas nós consumidores finais enxergamos apenas isso já que os outros mercados são todos B2B (Exceto o Stadia que ainda é uma aposta).

desculpa ai pelo textão

Carlin

Mais o mercado vem mudando, se torna cada vez mais perigoso ter como fonte de renda apenas (na sua grande maioria) anúncios. A estrategia é interessante, assim como eram os Nexus os Pixel continuam oferecendo ao usuário o que deveria/poderia ser um smarphone na visão da empresa dona do Android! Mas vamos ver até que ponto isso vai continuar sendo uma boa ideia.

Guilherme Soares

Concordo que Google é uma gigante do mercado corporativo, porem o Office 365 é um produto bem melhor que o GSuite, não sei dizer em vendas ou lucro, mas é uma ferramenta muito mais completa.

Zé Colmedia

E o Chrome book? Ainda existe?

Frederico Martins

Vai fazer uma diferença medonha..... 😂😂😂

Rafael Moreira

Ela ja participa do mercado corporativo com o Gsuite e servidores cloud. De serviços ela está muito bem e a frente da Apple e MS. Já na parte de produtos eletrônicos é complicado, porque tem o iPad, Mac e Surface na frente.

Rafael Moreira

iPad e Mac não tem concorrência a realidade é essa. Na questão do sistema para celular a história muda, existe varias alternativas do que usar um iPhone, uma opção é os próprios aparelhos Google. iOS é bom só no "iPad". Outra questão que precisa ser levada em consideração, é que as vezes alguns aplicativos rodam melhor no iOS pelo fato da dedicação do desenvolvedor para aquele sistema. Acredito que recebem mais também por isso. E tem a politica de publicação na loja da Apple, que é mais rigorosa do que a Google.

Rafael Moreira

Lembre-se que a Google tem seus parceiros (fabricantes) que aderem o uso do sistema Android. Sendo assim ela não vai "fazer acontecer"com o Pixel, para não ofuscar as vendas da Samsung por exemplo. Acho que a proposta é justamente como falaram, ela lança conceitos e algumas novidades no sistema, para outras empresas se inspirarem. Já na questão de usuários que compra os seus aparelhos, são entusiastas na visão dela e que gostam de rodar o sistema puro, e receber atualizações em primeiro lugar.

Eduardo Braga

Pois é

Luizão

eu penso que todas as empresas deveriam focar nos ARM para notebooks/ultrabooks voltado para escritório e consumo de internet.
a gente poderia ter facilmente notebooks com baterias de 20h

Luizão

isso acontece pq o google não é uma empresa de hardware, ela lança conceitos e espera que outras empresas se inspirem, criem modelos e vendam no mundo todo.

Eric Viana

Não sou fanboy da Apple. De verdade.
Mas é fácil perceber como tablets com Android ainda estão muito atrás dos iPads com iOS.
A qualidade dos apps e das interações no iPad realmente fazem você utiliza-los como substitutos de um notebook em situações em que é exigida certa mobilidade. Os apps do Android parecem não receber o cuidado necessário mesmo em aplicativos análogos. O Office da Microsoft, por exemplo, é mais fluído e estável no iPad do que sua contrapartida Android. Obviamente, existe espaço para melhoria e no momento em que ela ocorrer com certeza o aparelho da Apple, muito mais caro, vai ter uma concorrência forte. No momento, não vejo isso.

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