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Xiaomi anuncia nova marca e pode lançar CC9 com câmera giratória

Rumores dizem que Xiaomi CC9 tem câmera tripla de 48 MP, semelhante ao Asus Zenfone 6; empresa tem parceria com Meitu

Felipe Ventura Por

A Xiaomi CC será uma nova marca de celulares focados em câmeras e embelezamento, anunciou nesta sexta-feira (21) o CEO Lei Jun. Ele não revelou nenhum aparelho específico, mas rumores dizem que teremos o Xiaomi CC9 com câmera tripla giratória — semelhante ao Asus Zenfone 6 — além de um Xiaomi CC9e. Este é um fruto da parceria com a chinesa Meitu.

Xiaomi CC9 Meitu

Imagem vazada do Xiaomi CC9 com câmera giratória

No ano passado, a Xiaomi fechou um acordo de cooperação estratégica com a Meitu, marca bastante popular entre mulheres na China, para se expandir no mercado de smartphones. Ela é conhecida especialmente por seu aplicativo de embelezamento.

O que significa CC? Isso faz referência a “câmera + câmera”, ou seja, espere ver câmeras duplas nessa linha de celulares. A sigla “também se refere a uma variedade de significados, incluindo chique, cool, colorido e criativo, mirando na geração jovem global com seu design moderno e recursos de câmera”, explica a Xiaomi em comunicado.

A empresa vai começar com o modelo CC9, em referência aos 9 anos de existência da Xiaomi. (Ela já fez algo parecido antes, pulando o Mi 7 e indo direto para o Mi 8 no ano passado.) Na rede social Weibo, a Meitu diz que a linha CC terá “mais de um” lançamento.

Xiaomi CC9 Meitu

Os aparelhos serão projetados pelo “Laboratório de Beleza e Inteligência Artificial Xiaomi x Meitu”, combinando hardware avançado de câmera e algoritmos de embelezamento. Mais da metade da equipe responsável pelos celulares CC é formada na área de artes.

Xiaomi CC9 deve ter câmera giratória de 48 megapixels

Rumores dizem que o Xiaomi CC9 possui uma câmera giratória e motorizada, assim como o Asus Zenfone 6. Esse módulo deve ter um sensor primário de 48 megapixels, assim como um sensor ultrawide e um sensor com lente teleobjetiva para zoom óptico.

Por dentro, esperamos ver o processador Snapdragon 730, o mesmo do Redmi K20 e Xiaomi Mi 9T. A bateria de 4.000 mAh deve ter suporte a carregamento rápido de 27 W. Ele viria com até 8 GB de RAM e até 256 GB de armazenamento.

Xiaomi CC9e na TENAA

Xiaomi CC9e na TENAA, a “Anatel da China”

Enquanto isso, o Xiaomi CC9e teria uma câmera tripla fixa com sensores de 48 megapixels, 8 MP e 13 MP. Por dentro, haveria o processador Snapdragon 712 e uma bateria de 4.000 mAh com suporte a carregamento de 18 W.

Ele pode ter aparecido na TENAA (equivalente chinesa da Anatel) com tela de 6,38 polegadas e notch em forma de gota. O entalhe supostamente abriga uma câmera de 32 megapixels para selfies. O leitor de digitais estaria integrado ao display AMOLED.

Com informações: Xiaomi, Gizmochina, GSMArena.

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Franco Luiz

no publico fanboy que compra ate caneta da xiaomi

dherii

de fato
e eu tenho esse mesmo dilema só q com relação a motorola
surpreende negativamente cada vez mais

João

Da Zenfone além de ser o pioneiro não é feio igual isso aí.

marcos

Podiam copiar o moto açoes

leoleonardo85

Marca pra quem não toma banho, era realmente um nicho não explorado

Ronaldo Gogoni

CC = Cheap Clone

LekyChan

custo

ばか

Se isso aí tem foco no público jovem, os demais xiaomi tinha foco no que?

odnlo

CC sigla para Crtl + C kkkk Asus temos visitas

José Vieira

A coisa ainda vai melhorar, a Samsung e a Sony já têm prontinhos sensores de 64megapixel, ou 16mp de 1.6 micrômetros, a revolução da qualidade em vídeo mobile começa agora, até hoje era a fotografia que fazia os sensores evoluírem...

Emanuel

Muito obrigado pela explicação, muito boa mesmo. Vlw!

Franco Luiz

nunca duvide da xiaomi hahaha

José Vieira

Imagem é luz, quanto maior a superfície em que você capta luz melhor e mais detalhada será a sua imagem. Ocorre que na ausência de algo tão avançado como o olho humano, e suas células especialistas em captar luz, os sensores precisam de alguns truques para funcionar melhor. Ter um pixel gigantesco de 1,6 micrômetros será uma maravilha para captar imagens estáticas, contudo para fazer registros de imagem em movimento algo tão "grande" vai demandar um hardware absurdamente capaz para tratar os vídeos que este sensor pode gerar; ou seja: pixels grandes geram muito "blur" - imagens desfocadas ou mesmo efeitos fantasmas ante a impossibilidade da maioria dos hardwares de lidar com tanta informação. Porém, superado isso, a principal perda será energética, vez que hoje alguns SOCs podem fazer isso com um pé nas costas, mas... e sempre tem um "mas", gravar um vídeo de poucos minutos com tanta qualidade (digo qualidade e riqueza de informação não apenas a referendada pela escala 720, 1080, 2K ou 4K) pode custar a carga da bateria em pouquíssimo tempo, e esse é o tipo de luxo que um smartphone não pode prescindir: energia. Portanto, a capacidade de somar pixels menores para fazer um pixel maior é o truque eletrônico para metamorfosear as células especialistas do olho humano, assim podemos ter fotos de tamanho mediano e qualidade excelente, e vídeos medianos de tamanho e custo energético razoável... Tá longe do ideal, mas ainda chegaremos lá. rs

dherii

n dá pra copiar a motorola kkkjkjk ela n inova em nada
além daquele design horrível de moto g/z/e

dherii

o sensor acaba captando mais luz

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