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Instagram vai alertar usuários antes de enviarem comentários ofensivos

O Instagram usará inteligência artificial para identificar comentários impróprios antes que eles fiquem visíveis

Victor Hugo Silva Por

O Instagram entende que a sua missão é ligar usuários a pessoas e coisas de seu interesse e, por isso, práticas nocivas como o bullying devem ser combatidas. Para enfrentar a questão, a rede social anunciou novas medidas que podem ajudar a evitar a publicação de comentários ofensivos.

Uma delas está relacionada à análise feita sobre comentários antes deles serem publicados. O Instagram usará inteligência artificial para verificar se a mensagem é ou não ofensiva. Caso a encontre algo impróprio, a plataforma sugere que o autor desfaça o comentário.

“Tem certeza de que deseja publicar isso?”, pergunta a rede social, nessa situação. O objetivo é dar uma chance para a pessoa refletir sobre o que acabou de escrever e evitar que o dono do perfil receba um comentário ofensivo.

Outra mudança realizada tenta ajudar quem está sendo vítima de bullying. O Instagram diz que muitos usuários não se sentem à vontade para bloquear, deixar de seguir ou denunciar quem comete bullying contra eles.

Em alguns casos, especialmente quando precisam encontrar a pessoa na vida real, as vítimas preferem não tomar nenhuma ação para evitar que o problema se torne maior. Nesses casos, o Instagram poderá ajudar com o recurso de restringir contas.

Ele serve para impedir interações indesejadas, mas não é tão rígido quanto o bloqueio de contas. Ao restringir uma pessoa, os comentários ficam, por padrão, visíveis somente para ela. O conteúdo pode ser liberado para outros usuários caso seja aprovado pelo dono do perfil.

O recurso também ajuda a vítima de bullying no Direct. Quando está habilitado, ele não indica para o autor do bullying quando a outra pessoa está online ou quando as mensagens enviadas por ele foram lidas.

Com informações: Instagram.

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Rafael P. Sá Brito

Cara, sou ótimo em português, se não eu não estudaria linguagens, de qualquer forma, eu li seu comentário/resposta e sinceramente eu te entendo, entra um princípio de Buda nessa questão, o equilíbrio, as extremidades (eu prefiro esta palavra) fazem mal, tanto pouco quanto muito faz mal.

Quanto a geração de gente que criou os filhos dizendo "não quero que passem pelo que passei", eles estão errados. Viver uma vida sem sofrimento é muito entediante fora que cria pessoas mimadas que ao mínimo sinal de "NÃOS" na vida adulta, seja em trabalho, relacionamentos e amizades, começam a fazer birra, reclamar e etc. Eu te entendo completamente mas acho que até esse ponto já fugimos do assunto do Instagram e estamos comentando outras coisas, de qualquer forma, pessoas sendo birrentas ou não, uma hora levam um choque de realidade. Mas elas não tem um parafuso a menos e nem são piores que um "raiz" e eu acho esse negócio de raiz uma idiotice, porque a geração anterior sempre critica a outra?

Da mesma forma, eu não gosto de sofrer, ninguém gosta, complementando com futuro e tecnologia ao assunto, pensemos no futuro, algum dia a tecnologia vai evoluir tanto a um tempo que não precisaremos fazer quase nada, apenas falar para um assistente ou robô e este fará tudo por nós, daí, vai existir pessoas como você que dirão que estas pessoas serão/são mimadas ...

Uma pessoa "mimada" tecnicamente não existe, ela simplesmente não está acostumada a sofrer ou sofre pouco e aí acham que ela tem um parafuso a menos quando se trata de um sofrimento grande que está prestes a acontecer ou aconteceu. OBS: Ela não tem um parafuso a menos. Eu tenho orgulho de nascer num bairro não muito pobre e nem muito rico, mas da mesma forma, eu odiaria nascer no pobre e me gratificaria por nascer no rico, pois dinheiro é na realidade o caminho pra felicidade. Sem dinheiro, você não é nada.

Eu só espero que você mude um pouquinho sua opinião depois disso e que não esqueça do que eu comentei anteriormente, bullying não é brincadeira, e não se resolve metendo apelidos também ou brigando, é com diálogo. Pra comprovar meu argumento, basta ver o que acontece ao se misturar fogo com fogo ... fogo. Enfrentar violência com violência causa ... violência.

A humanidade já deveria ter entendido há séculos que nada se resolve "na mesma moeda", sempre se gera mais problemas desse jeito, porém a "sabedoria popular" nos ensina que não. Se um cara te bater, bata também, se um cara te xingar, xingue também. Sempre foi assim, e eu odeio esse tipo de coisa. Eu mesmo fui ensinado assim, mas obviamente me senti na obrigação de negar, pois não sou violento.

Eu sou contra xingamentos e violência, diálogo e paz são as melhores soluções. Eu sou adepto de revoluções e resistências sem violência, assim como Mahatma Gandhi fez na Indía, o mundo não se tornará um lugar melhor governado ou liderado por brutamontes.

José Vieira

Pra começo de conversa, sou responsável pelo que escrevo não pelo que você entende; a aprovação automática, além da superproteção, também é uma chaga infamante dessa geração.

Pra meio de conversa, O instagram não se preocupa PARTICULARMENTE com seus usuários. O instagram se preocupa apenas com o ENGAJAMENTO que eles geram, porque é isso que a empesa capitaliza e monetiza.

Pra fim de papo, leia minha resposta ao Matheus Gonçalves, contém a interpretação completa do texto de duas linhas que, para a geração a "leite com pera" é gramatical e semanticamente quase, senão, impossível de entender.

Mas leia com atenção, a sua geração tem problema de foco e com a língua portuguesa.

Rafael P. Sá Brito

José, bullying não é brincadeira, e não se resolve metendo soco ou apelidando também, diálogo é sempre a solução! E em vez de zombar da solução a chamando de "muleta" por que não aplaude a ótima solução do Instagram? O Instagram diferente de outras redes sociais está se preocupando com os seus usuários, o YouTube, por exemplo, está cagando pra isso, tanto que pessoas que pesquisam "LGBT" logo logo recebem anúncios homofóbicos. Inacreditável esse comentário, sério.

José Vieira

Hoje em dia se uma criança respirar mais rápido que o coleguinha, o que respira mais lentamente pode se sentir ofendido porque logicamente o outro tem uma vantagem relativa em relação a ele... Igualdade é o mantra, embora não veja ninguém abrindo mão de nada em prol do menos favorecido. É muita bobagem que recebe uma importância absurda. #zulive

Freeman

Eu fui criado na base do "Dá que eu te dou outra", das piadas entre Didi e Mussum na qual Didi chamava o Mussum de "Frango da Macumba", ele respondia "é a mãe" e vida que seguia com humor e amizade.

Tomava biotônico pra dar fome e mertiolate nos machucados...

A vida era mais legal sem mimimi.

José Vieira

"Véi", minha geração - não eu, garanto; estragou os filhos... Quiseram tanto proteger os filhos a qualquer custo de tudo que acabaram com sua capacidade de lidar com problemas, e o maior deles para crianças e adolescentes: a não aceitação. Nem precisa ser rejeição, basta que não aceite suas ideias ou suas intenções e ações. Sei que repertir aquele ambiente dos 80 hoje é praticamente pedir para ser execrado, mas não precisava suavizar tudo, pelo menos não tanto assim...

José Vieira

Mano do céu! rs... (expressão tipicamente paraense); rs...

Chamei de muletas porque parece quase impossível para alguns usar a opção de "block" (se algo não me agrada, deixa pra lá) das redes sociais, rs... É a galera que diz ser oprimida dentro de um meio que é OPCIONAL; mas faz questão de buscar aceitação sem saber lidar com rejeição.

É pras pessoas que percebem que há gente tosca até no Japão, mas querem mudar as ações dos toscos ao invés de mudar seu jeito de lidar com a tosquice do desafeto, rs... Entenda, é pra essa gente que quer moldar o mundo a si, ao invés de dar um jeito de superar as próprias limitações e adaptar-se ao mundo.

E não, não foi o discurso do "eu sou mais velho", foi só pra você fazer um pouquinho de conta e entender que cresci nos famigerados anos 80, na época que as pessoas sabiam (e não se horrorizavam com isso) que a natureza humana é ruim, e que criança é naturalmente ainda mais direta e reta porque não aprendeu a dissimular, crianças são cruéis MESMO. E éramos!

Então, crescemos sob zoação pesada (hoje isso virou algo muito danoso chamado bullying, praticamente um mal fragilizante incurável). Então se era pra resolver no braço, resolvíamos no braço (e se apanhasse na rua, tomava uns esbregues em casa pra deixar de ser "frouxo"); se era pra resolver na zoeira, fazíamos zoeira; e foi essa geração, que também tinha gente "que não lidava bem com os próprios problemas", que criou a geração "não me toque", os milennials que sabem tudo sem saber de nada.

Erramos feio, talvez porque não percebemos que alguns zoados iriam pirar com seus filhotes, colocando-os numa redoma para "não passarem pelo que eu passaram", Tenha santa paciência...

Freeman

O bom senso não morreu! Grande comentário! 80/90's alive...

phsodre

Então já entendi seus motivos. Eu também sou do Nordeste (do Maranhão, mais precisamente). Eu particularmente não preciso de ações desse tipo, não necessito das tais "muletas". Mas como o que é bom pra mim não é bom pra todo mundo, tenho aprendido a não julgar tanto esse tipo de situação até por ter visto os efeitos negativos do bullying muitas vezes e bem de perto. Não é necessário pra mim, mas se ajuda outros mesmo que um pouco eu acho válido!

P.s.: Qnd falei da minha idade, eu já sabia que vc era mais velho do que eu. Só comentei a título de informação, pq é comum nos comentários por aqui, alguns invalidarem qualquer comentário com a desculpa da maior idade. Apenas por isso!

José Vieira

em tempo, rs... massacres de inocentes sem dar a eles a menor chance de defenderem-se, tanto aqui quanto fora, por exemplo os USA (o grande satã promovido a mal exemplo de tudo) são cometidos, via de regra, por adolescentes problemáticos, ou adultos igualmente "pancada do juízo";ou , pior, por ideologias toscas.

https://www.google.com.br/s...

José Vieira

Aqui no Norte, como também no Nordeste, existem várias crendices populares a respeito da mistura de certas comidas (e acredite, não é um privilégio ter o que comer por aqui, mas escolher O QUÊ e COMO comer era algo impensável e já fez parte da minha vida e de muitas crianças do meu tempo)... Mas retomo, existia - por parte da minha mãe a crendice de que leite com manga fazia mal, rs... Acho que nessa geração a mistura de alimentos que fez mal, foi a de leite com pera. Leia tudo o que escrevi, contextualize, entenda os motivos de eu ter escrito e só depois faça um comentário que não tenha a pretensão de me contradizer DIZENDO EXATAMENTE O QUE EU DISSE. rs... e tenho mais de 40 rs... Apesar deste rostinho angelical e essa cútis bem tratada (como diriam por aí, apesar de, e por causa deles, os pesares, rs...)

phsodre

Tanto no seu tempo, quanto no tempo atual, existe um grande número de pessoas que não conseguem resolver os próprios problemas. Vide que os atentados de atiradores em escolas e outros locais públicos, foram feitos por pessoas com mais de 25 anos, ou até por idosos, como no caso recente dos EUA, que o cara atirou do alto de um prédio num pessoal que estava em alguma festa na praça. A diferença é que naquela época as pessoas por ignorância ou por simplesmente não dar a importância apropriada, tratavam como "frescura", "loucura" ou "demência" em alguns casos. A partir do momento que o conhecimento se tornou muito mais amplo do que no seu tempo e no meu tempo (já que tenho 30+, logo não sou novinho), há uma crescente corrente em prol de proteger a vida e evitar que essas coisas se repitam. Não vejo necessidade alguma de invalidar esse tipo de esforço, pelo contrário. Na era da visibilidade e do grande mau da saúde ser a depressão, não vejo porque não lutar contra esses males!

José Vieira

As flores de nossos jardins eram de cacto, não eram campânulas.

Como disse anteriormente, foi a superproteção dos pais e parentes transformou essa geração na "rosa" de "O Pequeno Príncipe" (antes do diálogo que mudaria a vida dos dois), uma molecada emocionalmente incapaz.

E assim o são pois estão sendo manipulados, mesmo que inconscientemente pelos pais, para se tornarem dependentes deles o máximo possível - foram transformados nos bonequinhos da geração "eu posso tudo" (inclusive viver a vida do outro); a geração do "meu filho não vai passar pelo que eu passei", está sequestrando as vivências dos filhos esquecendo-se que as experiências ruins são uma parte tão importante da vida como ir à Disney, morar fora e/ou ter um emprego bacana nos U.S.A. rs...

Desculpe se minha infância/adolescência, e a de grande parte das pessoas que conheço, criadas em bairros "carentes" de cidades nos cafundós do Norte/Nordeste, fere suas suscetibilidades, rs...

No entanto, só pra aclarar, mesmo assim, nunca batemos nas mães dos coleguinhas, no máximo no irmão mais velho metido a machão, rs...

Matheus Gonçalves

Verdade! No meu tempo, a gente resolvia na porrada, no fogo. É mais fraco? Não consegue se garantir sozinho? Paciência, a gente descia a porrada.

Rasgava a roupa e fazia voltar pelado pra casa. E se a mãe viesse reclamar, a gente dava porrada na mãe também, não tem essa. Ela que se acostume com isso.

Não tinha redes sociais, o olho roxo ficava por bastante tempo sem mimimi, sem reclamar com ninguém.

E morrer morreu. Se matou de vergonha, de tristeza? Um a menos. Tem que morrer mesmo.

No meu tempo que era bom!

/s

José Vieira

Paulão, rs... no meu tempo, a coisa funcionava assim: me apelida, te apelido. Não aguenta "a corda", larga a mão no sujeito; é menor e mais fraco que ele? Dava-lhe com um porrete! rs... A coisa era meio violenta no início, mas funcionava... O bordão era: "Remédio pra doido, é doido e meio!" rs...

Não estou subestimando ninguém, estou constatando. Os problemas de autoafirmação das crianças e adolescentes de hoje são resultado do ambiente superprotegido no qual são criados. Todos os problemas são terceirizados para o pai, mãe, avó, padrasto, avô... qualquer um, menos o interessado direto resolver.

Crescem achando que alguém sempre estará lá para resolver seus problemas, quando falta pai, mãe, avó, padrasto, avô ou qualquer outro vão pras "mídias sociais" cobrar do Estado oportunidades e direitos iguais, rs... Na verdade, querem mesmo é uma vantagem que lhes ajude a superar suas frustrações e incapacidades.

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