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iPhone 11 começa a ser vendido no Brasil em 18 de outubro

Apple iPhone 11, iPhone 11 Pro e iPhone 11 Pro Max já estão homologados na Anatel para venda no Brasil

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25/09/2019 às 11h08

Os últimos lançamentos de smartphones da Apple já têm data para chegar. A empresa iniciará as vendas do iPhone 11, iPhone 11 Pro e iPhone 11 Pro Max no Brasil em 18 de outubro. Os preços ainda não foram divulgados.

iPhone 11 Pro Max

Os aparelhos começaram a ser vendidos em 20 de setembro em alguns países, como os Estados Unidos. Este é um dos menores “atrasos” de lançamento da Apple no mercado brasileiro: em 2018, o iPhone XR e XS tiveram as vendas iniciadas no dia 21 de setembro nos primeiros mercados e só chegaram ao Brasil no dia 9 de novembro daquele ano.

Em nota, a Apple afirma que os aparelhos estarão disponíveis nas lojas físicas e virtual da empresa, além de parceiros varejistas e operadoras selecionadas. Não deve deve demorar muito para que surjam os primeiros cadastros de pré-venda.

iPhone 11 já está homologado na Anatel

Todos os modelos do iPhone 11 e suas respectivas baterias já estão homologados na Anatel. Serão vendidas no mercado nacional as variantes A2221 (iPhone 11), A2215 (iPhone 11 Pro) e A2218 (iPhone 11 Pro Max), que são os mesmos modelos da Europa, Ásia e Oceania.

Quem comprar um iPhone 11 na América do Norte poderá ter problemas para usar o 4G no Brasil. Os Estados Unidos e o Canadá contam com um modelo próprio que não possui suporte a LTE na banda 28, que corresponde a frequência de 700 MHz no Brasil.

Isso significa que o iPhone americano continuará funcionando com o 4G brasileiro, mas não necessariamente terá a mesma qualidade de sinal de outros smartphones. Nas principais cidades, as operadoras Claro, TIM e Vivo atuam tanto com 700 MHz como em outras frequências. Clientes da Oi não precisam se preocupar, uma vez que a operadora não arrematou o espectro de 700 MHz durante o leilão da Anatel.

A banda 28 é importante por ter maior penetração de sinal, o que beneficia a cobertura em locais fechados e permite que as operadoras cubram mais áreas com menos antenas. É bem provável que as operadoras optem pela frequência de 700 MHz em cidades com menor densidade populacional ou em estradas.