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The Last of Us Part II, Rainbow Six Quarantine e Watch Dogs Legion são adiados

Sony e Naughty Dog adiam The Last of Us Part II para maio; Ubisoft muda cronograma de Gods & Monsters e Rainbow Six Quarantine

Felipe Ventura Por
24/10/2019 às 16h24

Hoje foi um dia curioso para quem acompanha o mercado de games: quatro lançamentos de jogos foram adiados. A Sony e a Naughty Dog anunciaram que The Last of Us Part II chegará em maio, dois meses depois do previsto. Por sua vez, a Ubisoft mudou o cronograma de Watch Dogs Legion, Gods & Monsters e Rainbow Six Quarantine.

The Last of Us Part II

No caso de The Last of Us Part II, o diretor de criação Neil Druckmann explica no blog da Naughty Dog que será necessário fazer alguns ajustes na qualidade do jogo antes de seu lançamento. Ele seria lançado para PlayStation 4 em 21 de fevereiro de 2020; a nova data é 29 de maio.

"Foi nas últimas semanas, quando estávamos finalizando seções do jogo, que percebemos que simplesmente não tínhamos tempo suficiente para elevar o jogo inteiro a um nível que poderíamos chamar de qualidade Naughty Dog", diz Druckmann.

Ubisoft adia jogos após recepção fraca de Breakpoint

Enquanto isso, a Ubisoft tirou o dia para adiar três de seus futuros jogos. Gods & Monsters estava previsto para 25 de fevereiro de 2020, enquanto Watch Dogs Legion viria em 6 de março e Rainbow Six Quarantine seria vendido no primeiro trimestre.

Agora, esses títulos ficarão para o próximo ano fiscal da empresa, ou seja, serão lançados em algum momento entre abril de 2020 e março de 2021.

Yves Guillemot, CEO da Ubisoft, explica porque decidiu adiá-los: "embora cada um desses jogos já tenha uma identidade forte e alto potencial, queremos que nossas equipes tenham mais tempo de desenvolvimento para garantir que suas respectivas inovações sejam perfeitamente implementadas, a fim de proporcionar experiências ideais para os jogadores".

Ele tomou essa decisão após o desempenho "muito decepcionante" do recém-lançado Ghost Recon Breakpoint, tanto em vendas como na recepção da crítica especializada. Para o CEO, o jogo não traz fatores suficientes de diferenciação e não implementa direito suas tentativas de inovação.

Com informações: The Verge.