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KDE sugere migrar para Linux após fim de suporte ao Windows 7

Organização iniciou campanha para incentivar uso do KDE Plasma como opção ao Windows 7

Emerson Alecrim Por

Esta terça-feira (14) marca o fim de uma era: o Windows 7 deixou de receber suporte oficial da Microsoft, o que significa que a companhia não irá mais liberar atualizações de segurança para o sistema operacional. A solução é migrar para o Windows 10. Ou para o Linux: a KDE recomenda o seu próprio ambiente de trabalho, o KDE Plasma, como alternativa ao Windows 7.

KDE Plasma

KDE Plasma

O KDE Plasma suporta uma grande diversidade de temas, inclusive opções que são inspiradas no macOS ou no próprio Windows. Então, pelo menos com relação ao visual, o usuário não teria grande dificuldade para se adaptar.

Mas essa não é a principal razão para a KDE promover essa campanha, por assim dizer. A organização destaca que o Windows 7 ainda está presente em quase 30% dos desktops, por isso, o fim do suporte à versão pela Microsoft representa um risco de segurança para um grande número de pessoas que pode ser resolvido com o Linux.

"Ajudar os usuários a recuperar o controle sobre seus sistemas e proteger seus dados é precisamente o que as comunidades de Software Livre fazem de melhor, o que torna esta a oportunidade perfeita para ajudar os usuários do Windows 7 a migrar para algo mais interessante: a área de trabalho Plasma".

A KDE não só convida os interessados a migrarem para o Linux como também pede que eles incentivem colegas, amigos e familiares a fazê-lo.

Que fique claro, para quem não está por dentro desse universo, que o KDE Plasma não consiste no sistema operacional em si, mas em um ambiente de trabalho com o qual você pode acessar numerosos recursos e softwares, como o LibreOffice, o Firefox e o Krita (para ilustração).

Quem quiser experimentar o KDE Plasma precisa rodar em seu computador uma distribuição Linux que traz esse ambiente como padrão ou permita a sua ativação durante o processo de instalação, por exemplo. Há várias delas. Entre as mais populares estão Debian, Fedora, Ubuntu (Kubuntu) e openSUSE.

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