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iFood e Uber Eats tomam medidas de prevenção ao coronavírus

iFood, Rappi e Uber Eats prometem auxílio financeiro para os entregadores

André Fogaça Por

O iFood divulgou nesta segunda-feira (16) que criou um fundo de R$ 1 milhão para compensar os entregadores parceiros que ficarão fora das ruas durante o surto de coronavírus, causador da doença Covid-19. Outras empresas de delivery seguem o mesmo caminho, mas de formas diferentes, como acontece com o Uber Eats e até mesmo a Rappi.

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A startup brasileira iFood foi a única que divulgou algum valor: ela terá a quantia de R$ 1 milhão em um fundo que será gerido pela ONG Ação da Cidadania, diz a empresa em comunicado ao Tecnoblog. O objetivo é oferecer apoio financeiro para os entregadores que não estarão nas ruas.

“Após demonstrar por atestado médico ou via telemedicina que está com sintomas, o entregador vai receber alimentos ou uma quantia, para sua subsistência alimentar e a de sua família, com ajuda da ONG, durante 14 dias”, afirma Diego Barreto, diretor financeiro do iFood, ao Estadão. Mais detalhes “serão definidos e anunciados em breve”, diz a empresa.

O iFood vem testando entregas com menor contato: o usuário pode combinar com o entregador via chat onde deixar o pedido. A empresa promete anunciar em breve outras ações para entregas sem contato (contactless). Ela também implementou medidas em seus escritórios: os funcionários vão trabalhar em home office total; reuniões deverão ser realizadas por videoconferências; viagens e eventos presenciais foram suspensos.

Uber Eats e Rappi seguem no mesmo sentido

Outras empresas que contam com entregadores também estão mobilizando ajuda financeira. A Uber reiterou que trabalha com uma equipe de apoio 24 horas por dia e que será responsável até mesmo pela suspensão temporária de contas, caso o usuário ou o motorista parceiro esteja contaminado.

Já para os motoristas e entregadores do Uber Eats, a empresa também prometeu assistência financeira durante o mesmo período do iFood, que abrange a quarentena do coronavírus. O isolamento nestes casos será forçado, já que a conta do profissional ficará suspensa. Além disso, será possível deixar instruções para que o entregador evite contato com quem pediu uma encomenda, ao deixar o pacote em uma área externa. Por fim, a Uber distribuirá desinfetantes para motoristas limparem os carros.

A Rappi informou que está com um fundo de assistência financeira, mas não divulgou o valor e nem mesmo o período que ele poderá ser solicitado pelo entregador. Para os funcionários que fazem as compras e deixam os produtos para os entregadores, a empresa está oferecendo máscaras e álcool em gel. O mesmo kit será disponibilizado para quem faz a entrega, que poderá também poderá ser finalizada sem contato físico – assim como a Uber fez para o Uber Eats.

Com informações: Estadão e Uber. Atualizado em 17/03.

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