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AliExpress controla preço de máscaras; vendas crescem 500%

AliExpress adota medidas contra vendedores que tentam inflar preços de máscaras e outros produtos de higiene durante pandemia

Felipe Ventura Por

A demanda por máscaras protetoras cresceu no mundo todo enquanto lidamos com a pandemia do novo coronavírus (COVID-19): plataformas como Amazon, Mercado Livre e OLX estão barrando anúncios com preços abusivos, e o AliExpress afirma que está fazendo o mesmo. A empresa também promete medidas para auxiliar pequenas e médias empresas neste momento complicado.

AliExpress

Foto por Marco Verch/CC

O AliExpress explica em comunicado que, para “assegurar preços justos em sua plataforma”, vem adotando medidas contra vendedores que tentem inflar preços de máscaras e outros produtos de higiene pessoal durante a pandemia.

Entre fevereiro e março, a venda de máscaras protetoras para o Brasil teve aumento de 500% no AliExpress. No geral, produtos voltados para higiene pessoal e de proteção à saúde tiveram alta de 200% nas vendas aos brasileiros.

“À medida que o COVID-19 continua se desenvolvendo no Brasil e no mundo, produtos para ajudar a prevenir a contaminação e a disseminação desse vírus, como luvas e máscaras, são essenciais”, diz Ken Huang, líder do AliExpress para a América Latina. “Continuamos pensando em alternativas, planos e esperamos ajudar continuando com as entregas no Brasil.”

Além disso, o AliExpress — plataforma de e-commerce do Alibaba — vem facilitando o fornecimento de equipamentos de saúde e proteção, como máscaras e luvas, a preço de custo em alguns casos. Jack Ma, cofundador do Alibaba, doou máscaras, kits de teste e respiradores mecânicos para países da América Latina, incluindo o Brasil.

AliExpress adota medidas para PMEs

Para ajudar PMEs (pequenas e médias empresas) no AliExpress, a plataforma tem algumas iniciativas: taxas reduzidas ou zerada para realizar vendas; empréstimos com juros baixos ou sem juros; e criação de vagas flexíveis de emprego.

Desde 2019, o AliExpress permite que vendedores fora da China se inscrevam e realizem vendas locais e globais. Dessa forma, a empresa quer concorrer mais diretamente com a Amazon, maior varejista do mundo segundo a Forbes.

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