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Hublot usa Google Wear OS em novo smartwatch de US$ 5,8 mil

Hublot Big Bang e custa até US$ 5,8 mil e traz Google Wear OS e ficha técnica com processador Qualcomm Snapdragon Wear 3100

Bruno Gall De Blasi Por

A Hublot revelou um novo smartwatch de luxo. Trata-se do Hublot Big Bang e, um relógio com Google Wear OS que custa até US$ 5,8 mil. Ou seja: cerca de R$ 30.260 em conversão direta. Ainda não se sabe quando as vendas do gadget terão início.

Hublot Big Bang e (Foto: Divulgação/Hublot)

O Hublot Big Bang e é um smartwatch de luxo. Com diâmetro de 42 mm, o relógio possui um visual esportivo e tela OLED com resolução de 390 x 390 pixels. O gadget ainda é resistente à água (3 ATM).

A ficha técnica do relógio é formada pelo processador Snapdragon Wear 3100, memória RAM de 1 GB e armazenamento de 8 GB. Em relação à bateria, são 300 mAh, cuja capacidade é suficiente para oferecer cerca de um dia de uso, segundo a fabricante.

O relógio sai da caixa com o sistema operacional do Google para wearables, o Wear OS. O diferencial fica pelos watch faces exclusivos da Hublot, como visual de relógio analógico da marca ou até mesmo calendário lunar.

O Hublot Big Bang e estará à venda nas edições titânio e cerâmica, com preços sugeridos de US$ 5.200 (cerca de R$ 27.130 em conversão direta) e US$ 5.800 (R$ 30.260). Segundo a fabricante, o smartwatch é compatível com celulares Android 6.0 em diante e iPhone com iOS 12 ou mais recente.

Este é mais um relógio de luxo com Wear OS apresentado no primeiro semestre de 2020. Em março, a Montblanc e a TAG Heuer também anunciaram seus próprios smartwatches com o sistema operacional do Google, com preços a partir de US$ 1.170 (cerca de R$ 6.105 em conversão direta) e US$ 1.800 (R$ 9.390), respectivamente.

Com informações: The Verge e Android Police

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Sérgio (@trovalds)

Tudo bem que um Hublot “de verdade” não é exatamente barato, a exemplo do modelo de US$ 220.000 que eles tem (não lembro de cabeça agora qual é) que o Fausto Silva inclusive ostentou um numa edição do seu programa. Mas US$ 5.800 em algo que tem que ir pro carregador todo dia e ainda por cima vai ficar defasado em questão de meses…

Se não me engano uma dessas marcas mais sofisticadas parecem que ofereciam a troca da caixa por uma mecânica depois que o suporte do SO findasse.

Felipe Insfran (@felipous)

Google Wear OS ainda é atualizado?

Gabriel Arruda (@gdarruda)

Relógios automáticos que ficam nesse preço não são os mais práticos também, precisam ser “carregados” dando corda ou serem deixados naqueles “winders” se você não usar regularmente. Praticidade mesmo é relógio de quartzo da Casio haha.

Não acho que o público alvo se importe, pessoal gosta de falar que Apple é uma grife de luxo, mas se você for ver essas grifes que ela é comparada é outro patamar. O preço delas é 10x o de um parecido.

Bruno Gall De Blasi (@brunogdb)

Costumo sempre a dizer o seguinte: se existe e está à venda, é porque tem quem compre.

Sérgio (@trovalds)

Isso é o “de menos”. Um relógio sofisticado é igual a uma joia: não perde valor com o passar dos anos. É como um investimento. Tanto que o mercado desses relógios usados tem relativa demanda.

Sérgio (@trovalds)

Não necessariamente. Às vezes a marca lança algo como “prova de conceito” mesmo pra ver se o público aceita. Dificilmente eles vão vender mais do que 1.000 unidades de um smartwatch, ainda mais nesse valor. Ao contrário de um relógio “normal”, um smartwatch não agrega valor com o tempo. Ele vai defasar e uma hora apenas não vai mais ter serventia nenhuma a não ser como um item de coleção. Como eu disse noutro comentário, se eles oferecerem a conversão futura pra uma máquina mecânica, aí até pode ser que se valha o investimento. Mas em se tratando de Hublot, duvido muito já que os preços deles são pra endinheirados aficionados mesmo.

Gabriel Arruda (@gdarruda)

Isso é relevante para entusiastas, mas quantos % do público de relógios de luxo são de pessoas que ficam discutindo tipos de movimentos e herança da marca?

Acho que o grande mercado dessas marcas são pessoas simplesmente ricas que gostam de coisas de grife, ai essa parte técnica é de menos. Serve ao propósito de ter um smartwatch exclusivo, depois de 1-2 anos é só trocar.