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Windows 10 reduz prazo para adiar atualizações em PCs de empresas

Microsoft altera Windows Update e reduz prazo para adiar atualizações do Windows 10 Pro, Enterprise e Education

Bruno Gall De Blasi Por

A Microsoft reduziu o prazo para adiar atualizações no Windows 10 Pro, Enterprise e Education. A partir de agora, as versões corporativas seguirão o mesmo período da edição residencial do sistema operacional, de cerca de um mês. A mudança já está disponível no Windows 10 May 2020 Update, liberado em maio pela companhia.

Windows 10

A atualização do sistema operacional para empresas altera os ajustes presentes no Windows Update. Com a versão 2004 do sistema operacional, a Microsoft passa a permitir o adiamento em até 35 dias nas edições Pro, Enterprise e Education, em vez de 365 dias, como era praticado desde o ano passado.

Segundo a Microsoft, a mudança chegou para “evitar confusões”: “no ano passado, alteramos as políticas de instalação de atualização do Windows 10 para segmentar apenas dispositivos executando uma versão de atualização que está chegando ao fim do serviço. Como resultado, muitos dispositivos são atualizados apenas uma vez por ano”.

Apesar das alterações, os usuários das versões corporativas do sistema operacional ainda podem ativar o adiamento de atualizações em até um ano. Para isto, segundo a Microsoft, é preciso alterar as Diretivas de Grupo do Windows 10, alternativa ausente para quem utiliza o Windows 10 Home.

A versão 2004 está disponível aos usuários desde o fim de maio de 2020. Entre as novidades estão melhorias no pareamento de dispositivos via Bluetooth, novas funções e recursos no Bloco de Notas, Gerenciador de Tarefas, entre outras.

Com informações: Microsoft, Engadget, Bleeping Computer

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Sérgio (@trovalds)

Na prática: apenas dificultaram adiar as atualizações.

E sobre coisas que eu não concordo como argumentos CONTRA a atualização: as empresas tem como (e até devem) aderir ao programa de Insiders pra poder testar com antecedência se as mudanças que vão chegar nos próximos updates/upgrades vão obrigar a haver mudanças e com isso se prepararem e mudarem suas plataformas. E a MS não faz mudanças tão radicais a ponto de haver uma mudança radical por parte das empresas (não mais, pelo menos). E para os serviços mais críticos que dispensem a “perfumaria” existe o Windows 10 LTSB, que é uma versão reduzida e que só recebe atualizações críticas e está em uma versão relativamente antiga em comparação com o Windows “normal”.

“Ah, mas custa caro fazer mudança a cada upgrade/update”. Bom, custa mais caro NÃO fazer e estar sujeito a ter a empresa paralisada por causa de um malware que explora vulnerabilidade que já tinha correção faz tempo mas que a empresa não fez porque “custa caro atualizar”.

ochateador (@ochateador)

@trovalds
O que você falou é um cenário ideal e correto.

Mas a maioria das empresas preferem comprar computadores prontos com o WIndows 10 Pro e fazer uma GPO para desativar o serviço de windows update ou usar o WSUS para instalar atualizações de maneira seletiva.
Aí não tem TI que ajude na hora que ocorre problema.