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Motorola Moto E6S com 4 GB de RAM chega ao Brasil por R$ 1.299

Motorola Moto E6S ganha “versão turbinada” com 4 GB de RAM e armazenamento de 64 GB, além de novas cores, no Brasil

Bruno Gall De Blasi Por

A Motorola apresentou uma “versão turbinada” do Motorola Moto E6S: a edição com 4 GB de RAM e armazenamento de 64 GB do celular chega às lojas do Brasil nesta terça-feira (21) com preço sugerido de R$ 1.299. A fabricante ainda revelou as novas opções de cores (cinza titanium e pink) para a variante tradicional do smartphone.

Motorola Moto E6S com 4 GB de RAM chega ao Brasil por R$ 1.299

A nova variante dá mais poder de fogo ao Moto E6S, anunciado em março com especificações do Moto E6 Plus e Android 9 Pie. As diferenças entre as versões ficam pela RAM de 4 GB e o armazenamento de 64 GB. De resto, a ficha técnica do lançamento traz o mesmo processador MediaTek Helio P22 e a bateria de 3.000 mAh.

As demais características também permanecem inalteradas, como a tela de 6,1 polegadas com resolução HD+ (1560 x 720 pixels) e notch em forma de gota. Além disso, a câmera dupla marca presença na parte de trás, com 13 e 2 megapixels, com modo retrato. Para selfies, o sensor tem resolução de 5 MP.

O smartphone ainda possui porta microUSB, entrada dedicada para fone de ouvido de 3,5 mm, Bluetooth 4.2, Wi-Fi b/g/n 2,4 GHz e slots para cartão de memória microSD e dois chips de operadora (Dual SIM). Completam as especificações do lançamento o leitor de impressões digitais, posicionado na traseira.

Ao Tecnoblog, a Motorola afirma que a nova versão do Moto E6S sai da caixa com Android 9 Pie de fábrica, assim como a variante mais simples do smartphone. Não há previsão de atualização do celular para o Android 10.

A variante do Moto E6S com 4 GB de RAM e 64 GB de memória interna já está à venda na loja da fabricante e no varejo brasileiro por R$ 1.299. A Motorola ainda revelou as novas cores cinza titanium e pink para a “versão tradicional” do celular (2 GB + 32 GB), com preço sugerido de R$ 1.099.

Motorola Moto E6S ganha novas opções de cores: cinza titanium e pink (Foto: Divulgação/Motorola)

Motorola Moto E6S ganha novas opções de cores: cinza titanium e pink (Foto: Divulgação/Motorola)

Motorola Moto E6S – ficha técnica:

  • Tela: LCD TFT IPS de 6,1 polegadas, HD+ (720 x 1560), 19,5:9
  • Processador: MediaTek Helio P22 octa-core de 2 GHz
  • RAM: 2 GB ou 4 GB
  • Armazenamento: 32 GB ou 64 GB, suporte a microSD
  • Câmera traseira dupla: 13 megapixels (1,12 µm) f/2,2 + 2 megapixels
  • Câmera frontal: 5 megapixels (1,12 µm) f/2,2
  • Bateria: 3.000 mAh
  • Sistema operacional: Android 9 Pie
  • Conectividade: microUSB, entrada de fone de ouvido de 3,5 mm, Bluetooth 4.2, Wi-Fi b/g/n 2,4 GHz, dual-chip
  • Sensores: leitor de digitais na traseira, acelerômetro, proximidade (sem NFC)
  • Dimensões: 155,6 x 73,0 x 8,5 mm; 160 g

Comentários da Comunidade

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John Smith (@john)

1300 conto num mediatreco com uma bateria pífia, tela HD e conectividade inteiramente desatualizada.

Tá de sacanagem, hein, Motorola?

Reginaldo Ribeiro (@Reginaldo_Ribeiro)

O mercado está se inundando de aparelhos ruins a preços absurdos, já não tem mais Covid que justifique.

Diego Nascimento (@Dieg0)

Que absurdo esse preço! Celular básico em tudo!

@ksio89

Estou ficando muito preocupado com os lançamentos do fim do ano passado pra cá, pois estão tirando recursos essenciais como resolução, WiFi 801.11ac, conector USB-C, 4GB de RAM e SoCs Snapdragon e aumentando os preços. Tudo começou com o maldito G8 Plus, em que a Motorola removeu o NFC que havia nas três gerações anteriores.

Acho que as fabricantes perceberam que o consumidor brasileiro exige muito pouco, aceitando pagar caro em produtos ruins, e começaram a depenar os novos modelos para lucrar mais, os smartphones Android no Brasil estão retrocedendo, lixo de país. Pelo visto está dando certo essa estratégia.

No começo do mês passado tinha Moto G6 Plus 4/64 por pouco menos de 800 no boleto na loja da Motorola. Quem pegou fez ótimo negócio. Eu tenho um e não sei o que vou fazer se ele estragar durante essa pandemia, hoje eu não compro nada que preste pelo valor pago nele.

Matheus Motta (@Matheus_Motta)

DEFINITIVAMENTE não vale a pena

CAV (@cav)

O brasileiro reclama muito, mas reclama pouco onde deveria realmente reclamar, que é diretamente para o foco da reclamação.
O que o brasileiro realmente faz pouco é boicotar.
Boicote na maioria dos casos já provocaria mudanças à médio prazo.

@ksio89

Eu faço boicote na medida do possível, o problema é que como diz aquele ditado, uma andorinha só não faz verão, boicote só funciona se for generalizado. Nos sites de promoção, quando critico o aparelho por custar muito e ainda faltar NFC, faltar WiFi 802.11ac, faltar USB-C e ter resolução porca, ainda tem quem ache frescura e fica debochando de mim, complicado. É por causa desses tapados que os aparelhos estão encarecendo ao mesmo tempo em que perdem recursos.

Notebook, webcam e cadeira até entendo o aumento na demanda devido ao home working/schooling, mas smartphone, da onde que a demanda aumentou? Acho que as lojas estão aproveitando que a fronteira com o Paraguai está fechada, desabastecendo o mercado cinza. Dólar chegou a subir 50% mas já baixou, e mesmo assim lojistas brasileiros malandros quase que duplicaram os preços.

Lojista brasileiro é osso, só sabem chorar pro governo pra aumentar protecionismo mas não repassam redução de preços para o consumidor quando há uma rara desoneração, e quando a demanda cai, aumentam os preços para compensar a queda nas vendas, ao contrário do que acontece lá fora.

@ksio89

Se o consumidor aceita, as fabricantes vão continuar lançando aparelhos cada vez piores e mais caros. Só boicote para dar o recado, mas é uma palavra que o consumidor brasileiro médio parece desconhecer.