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Gorilla Glass Victus promete resistência a quedas de até 2 metros

Novo vidro da Corning para smartphones melhora proteção contra arranhões e será superior ao Gorilla Glass 6

Paulo Higa Por

A Corning anunciou nesta quinta-feira (23) o sucessor do Gorilla Glass 6, que será batizado de Gorilla Glass Victus. O vidro reforçado para celulares promete resistência a quedas de até 2 metros de altura, além de melhorias significativas na proteção contra arranhões em relação à geração passada.

Gorilla Glass Victus (Foto: Divulgação/Corning)

O Gorilla Glass não evoluiu uniformemente nos últimos anos. As primeiras versões eram conhecidas por resistirem mais a arranhões que os vidros convencionais. Foi só no Gorilla Glass 4, lançado em 2014, que a Corning decidiu incluir proteção contra quedas. Mas isso causou outro problema: a resistência a riscos piorou e não passou por avanços significativos desde então.

Gorilla Glass Victus (Foto: Divulgação/Corning)

O novo vidro quer melhorar os dois pontos. A Corning diz que o Gorilla Glass Victus sobreviveu a quedas de dois metros de altura em testes de laboratório — na geração passada, a promessa era de que o vidro não estilhaçava com 15 quedas seguidas a uma altura de um metro. Além disso, o material suporta até o dobro de pressão em relação ao Gorilla Glass 6 sem sofrer riscos.

É claro que o estilhaçamento de um vidro também depende da maneira como o smartphone é construído e da forma como você derruba o celular — quedas de quina costumam ser fatais. A Corning não dá detalhes sobre os testes, mas o vídeo de anúncio da tecnologia mostra um apenas modelo desconhecido sendo derrubado por um robô, então precisamos aguardar mais testes para tirar conclusões.

Segundo a Corning, o primeiro dispositivo com o novo vidro Gorilla Glass Victus será fabricado pela Samsung e terá lançamento “em um futuro breve”.

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Marcos Tony (@Marcos_Tony)

Só sei que um smartphone lançado por 4 mil reais, s10 lite, tem Gorila Glass3

 • 令和 • Ward'z de Souza 🇯🇵🎌🦊🔥 - Risonho e Límpido (@Wardz_de_souzA)

Deixa esse vidro 2 minutos na minha mão pra ver se realmente funciona.

Jedielson (@Jedielson)

Nem queria tanto de queda que dá pra resolver com capa/bumper de boa qualidade. Queria mesmo era a resistência contra risco melhoradas já que não uso película por diminuir bastante a qualidade do touch no meu uso.

Igor Lana de Melo (@igor_meloil)

Pra quem usa capa bumper de qualidade (o q costuma ser caro) é só comprar uma boa película que vc nem nota q ela existe.

Igor Lana de Melo (@igor_meloil)

Já prevejo o Zack do Jerry rig everything falando
“Glass is glass, and glass can break.” e claro “Scratches at level 6 with deeper grooves at level 7”

No fim a todo novo gorilla glass a promessa é sempre a mesma de mais resistência a riscos e tal, e no mundo real continua riscando como qualquer vidro. Quedas de até dois metros? Eu duvido mto.

Guilherme Machado (@meioprato)

Eu acredito que essas empresas deveriam ser proibidas de dar essas estimativas porque é sempre uma parada hipotética e que só resiste em condições ideais de ângulo e blá blá blá.

Douglas Knevitz (@Douglas_Knevitz)

Quando eles falam em resistência a quedas, não quer dizer que não irá quebrar, mas na durabilidade maior por número de quedas. Cada vez que vc derruba o smartphone, esse impacto modifica a estatura do vidro e torna ele cada vez mais suscetível danos. Hoje o gorilla glass 6, aguenta umas 15x se n me engano.

E quando mais durável a quedas, mais se sacrifica em resistência a arranhões.

Felipe Insfran (@felipous)

Que teste mais fajuto. Pq não simplesmente soltar o celular lá de cima? Agora a máquina descer com o celular e só solta-lo faltando 20 cm do chão não prova nada…

Douglas Knevitz (@Douglas_Knevitz)

São vários testes e todos controlados. Esse é só um exemplo. Acontece que na vida real a gente deixa o smartphone cair as vezes de maneiras inimagináveis.

Felipe Insfran (@felipous)

Esse é meu ponto. Os testes deveriam ser feitos para simular ao máximo o uso real do aparelho. Qual a chance dos nossos aparelhos cairem como nos testes feitos em laboratório?

Lembra dos testes do Motorola razr e do Galaxy Fold? Eram feitos com robôs e quando foram lançados deu no que deu. Pessoas não abrem e fecham os aparelhos como robôs… Por isso digo que esses testes são “fajutos”.

Douglas Knevitz (@Douglas_Knevitz)

Mas o teste precisa ter metodologia técnica/ científica, e padronizada para ter comparação entre gerações.

Deixa os testes de queda para os YouTubers.

Igor Lana de Melo (@igor_meloil)

O caso dos dobráveis é um teste de estresse dos componentes, e é exagerado justamente pra ser mais severo que um humano abrindo o celular ao longo do dia.

Igor Lana de Melo (@igor_meloil)

Um teste desse tipo deve representar o pior cenário possível, se não é praticamente inútil no mundo real.

Felipe Insfran (@felipous)

Esse é meu ponto

Jedielson (@Jedielson)

ah, eu noto =/

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