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Desmanche do Samsung Galaxy Watch 3 revela facilidade em reparo

Smartwatch ganhou pontuação 7/10 na escala do iFixit, e se mantém à frente do Apple Watch Series 5

Ana MarquesPor

Uma boa notícia para quem pretende comprar o novo smartwatch da Samsung: o Galaxy Watch 3 passou por testes de desmanche no iFixit e recebeu nota 7 (em uma escala de zero a 10) no quesito reparabilidade. Essa é a mesma marca feita pela geração anterior, lançada em 2018, e indica que, ao ter qualquer problema com componentes internos – como a bateria do relógio – não deverá ser tão difícil consertá-lo.

galaxy watch 3 é desmontado pelo ifixit

A avaliação fica apenas um ponto atrás da marca obtida pelos novos fones de ouvido totalmente sem fios da empresa, os Galaxy Buds Live, e além de facilitar a vida de técnicos especializados, deve ser um prato cheio para aqueles que têm experiência com desmonte de eletrônicos por conta própria. O dispositivo também fica à frente do Apple Watch Series 5, que marcou 6 pontos.

desmanche do samsung galaxy watch 3

De acordo com o iFixit, a maioria dos componentes do Galaxy Watch 3 é modular – o que indica que podem ser substituídos de forma relativamente fácil. É o caso do alto-falante, da placa-mãe e até da bateria, que pode ser removida facilmente, sem a necessidade de aplicação de calor (o que poderia ser perigoso, devido à natureza deste elemento).

Apesar de trazer novos recursos, o smartwatch é mais leve e mais fino do que o modelo da geração anterior. No entanto, os diversos sensores alocados na capa traseira do relógio e a tela fundida ao digitalizador de vidro podem acabar elevando os custos de reparo, já que exigem maior trabalho e cuidado.

O Galaxy Watch 3 foi apresentado pela Samsung no início de agosto e ainda não tem data de lançamento no Brasil. Entre as novidades, estão o novo medidor de saturação de oxigênio e o recurso de eletrocardiograma (ECG).

As especificações incluem tela de 1,4 polegadas, com resolução de 360 ​​× 360 pixels, além do processador Exynos 9110 Dual-core de 1,15 GHz, que trabalha em conjunto com 1 GB de memória RAM. O relógio tem certificação IP68 de resistência à água e à poeira, além de certificação militar (MIL-STD-810G) contra impactos.

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Vítor Gomes Neves Oliveira (@vctgomes)

Excelente notícia. Eu possuo smartwatchs desde 2014 e posso afirmar: são praticamente descartáveis graças a bateria que, em um ano, já tem a duração absurdamente afetada (e ainda tem gente q compra smartwatch usado)…

Atualmente estou com um Galaxy Watch que comprei a pouco mais de um ano e sofro com a bateria dele descarregando 15% em uma simples noite.

André Gorgen (@Banana_Phone)

Meu Moto 360 Sport quando era novo durava 21 horas com bateria 100% ativa, hoje dura umas 5 horas com ela apagada e ativando com gestos. Fazendo o acompanhamento de corrida, a bateria não aguenta nem 45 minutos.

imhotep (@imhotep)

Essa questão da bateria é um dos motivos que me faz desanimar desse tipo de gadget.
Sei que milagre não existe e que é simples colocar pra carregar qd for dormir.
Mas, por enquanto, não é o tipo de equipamento pra mim.

Emmanuel Carvalho (@seomanel)

Eu pensava isso até ter um Amazfit GTR. Normalmente fico 1 mês sem carregar , e olha que eu uso bastante.

Não tem taaaantos recursos e o GPS dele não tem tanta precisão, mas eu tô muito satisfeito.

Nunca tive de outras marcas. Comprei uma Mi Band 4, gostei e “evoluí” pra um GTR.