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Asus Zenfone 7 chega em 26 de agosto e pode ter Snapdragon 865+

Lançamento de Asus Zenfone 7 está marcado para agosto; celular pode trazer Qualcomm Snapdragon 865 Plus em ficha técnica

Bruno Gall De Blasi Por

A Asus revelou a data de lançamento do Asus Zenfone 7 nesta segunda-feira (17): 26 de agosto de 2020. Espera-se que o sucessor do Zenfone 6 seja anunciado com ficha técnica avançada, incluindo o processador Snapdragon 865+. O smartphone ainda deve manter a câmera giratória de seu antecessor.

Evento de lançamento do ASUS Zenfone 7 (Foto: Reprodução/XDA-Developers)

O Zenfone 7 está cotado para suceder a linha Zenfone 6, anunciada no Brasil em outubro de 2019. A expectativa é que o novo smartphone chegue com tela maior, de 6,7 polegadas. Além disso, a câmera giratória, que permite usar o mesmo conjunto fotográfico tanto na porção frontal quanto na parte de trás, tende a continuar.

Em relação à ficha técnica, o celular deve ter uma edição com 8 GB de RAM e o processador Snapdragon 865+, de acordo com testes de benchmark. O componente com suporte a 5G, anunciado no começo de julho de 2020, é formado pelo núcleo Kryo 585 Prime de 3,1 GHz, chip gráfico de Adreno 650 e o modem Snapdragon X55.

Completam as possíveis especificações a bateria com capacidade de 5.000 mAh e suporte a recarga rápida de 30 watts. O novo smartphone da Asus ainda deve ser anunciado com Wi-Fi 6, Bluetooth 5.0 e NFC.

Não há previsão de preço e data de lançamento do Asus Zenfone 7 no Brasil.

Com informações: Gizmochina (1 e 2) e XDA-Developers

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Fabio Neves (@Fabio_Neves)

Tenho a impressão que a Asus, por melhor que seja o lançamento, nunca consegue emplacar.
Parece que falta algo pro marketing…
Eles não conseguem consolidar um público.
Os digital influencers parecem sempre “comprados”, a publicidade é forçada (Ou alguém acredita que determinada pessoa trocou o iPhone por um Asus?) …
Sei lá.

Douglas Knevitz (@Douglas_Knevitz)

Acho que o único mercado que eles tem um público genuíno é o de smartphones gamers. Ai até faz sentido um usuário Samsung ou Apple, migrar se for muito fan de games.

Talvez seja porque na maioria das vezes que se fala de Asus, é uma exposição artificial.

Não acredito que sejam comprados, muito menos pela Asus, que e a que tem menos budget pra gastar com influencer.

Breno Ribeiro (@BrenoDJ)

São sim. Os caras do Ilha de Barbados, que hoje não existe mais, já até falaram sobre isso.

Douglas Knevitz (@Douglas_Knevitz)

A palavra referida foi “comprar”, induzindo má fé. Então nesses termos, não acredito que façam isso. A linha ROG por exemplo patrocina alguns gamers abertamente. A própria Asus frequentemente usa atrizes da globo para eventos e propagandas. Mas eles não tem o budget que a Samsung tem para fechar exclusividade com um nome de peso.

O que fazem muito é enviar unidades de review, hoje menos, mas ainda mandam. Um ou outro convite para evento global. Isso acaba gerando no convidado um sentimento positivo, mas pela natureza do meio tech, fica implícito que é pra fazer conteúdo sobre.

Acontece que alguns, tentam ganhar o jogo e chamar atenção da marca dando mais relevância do que realmente tem. Aconteceu muito disso na época das lojas de produtos chineses, não é uma exclusividade da Asus atrair esse tipo de pessoa.

Tendo a achar que isso é mais uma característica do brasileiro. Porque a mídia estrangeira tem um tratamento diferente. Mas pode ser também em função do posicionamento de marketing ser diferente para a língua inglesa.

Fabio Neves (@Fabio_Neves)

Na verdade o termo comprar (entre aspas) foi para generalizar, já que não se compra só com dinheiro, mas com influência e etc.
E o Marcel que gosta dessa proximidade com youtubers, acaba levando atrás dele pessoas que estão dispostas a fazer qualquer coisa para receber um smartphone de teste, um convite para um evento na Malásia… Ou mesmo uma simples participação num vídeo.
E, sim, tem até briga por isso entre os youtubers.
Lógico que não é só a Asus que faz isso, por conta do perfil do Marcel com a galera mais desconhecida cria esse fenômeno.
Não vejo CEO da Samsung ou Motorola batendo boca com adolescente na Internet.

Breno Ribeiro (@BrenoDJ)

Não entendi dessa maneira, mas entendo seu pensamento.

No caso deles, a Asus foi até a Snack, que é a produtora, e a produtora usou os três para falar sobre o ROG Phone 2, lançamento na época. E, nesse caso, foi uma “compra”, uma prestação de serviço, não uma análise imparcial.

Fabio Neves (@Fabio_Neves)

Exato.
Sem falar que “comprar” nem sempre é pejorativo.
Faz parte do negócio.

Douglas Knevitz (@Douglas_Knevitz)

Se for review é. Se for campanha publicitária não.
E depende de quem está fazendo o review também. Se for do meio tech, review comprado não é review. Se for alguém de fora do meio tech, até vai, por não ser uma atividade primária e não tem uma obrigatoriedade em informar.

Fabio Neves (@Fabio_Neves)

“Se for review é. Se for campanha publicitária não”

Respondeu exatamente o que eu disse.
“nem sempre é pejorativo”

CAV (@cav)

A coisa está tão feia que ela está tendo que relançar aparelho antigo como se fosse novo, apenas melhorando o armazenamento, pra dizer que é um aparelho novo.
Como é o caso dos básicos Zenfone Max M3 e Zenfone Shot Plus.
Se bobear, tem mais LG K na praça do que qualquer Zenfone Max que ela lançou desde 2017.