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Samsung Galaxy Note 20 Ultra: para quem já era fã

Galaxy Note 20 Ultra traz recursos para quem já conhecia a linha Note e adiciona câmeras melhores, funções de software e 120 Hz

Nos últimos anos, a Samsung conquistou um público fiel na linha Note, que segue sem concorrência direta no mercado. O Galaxy Note 20 Ultra é a versão mais completa da nova geração, trazendo os melhores recursos para quem já era fã do segmento. Ele oferece uma tela maior de 6,9 polegadas, novas possibilidades com a S Pen e refinamentos nas câmeras traseiras.

O preço de lançamento continua alto e chega em R$ 7.999 no Brasil. Por esse valor, a Samsung entrega câmera traseira tripla, incluindo uma de 108 megapixels, painel com taxa de atualização de até 120 Hz e conexão 5G, além do modo DeX, que transforma o celular em um desktop, agora sem precisar de nenhum fio. Vale a pena? Eu usei o Galaxy Note 20 Ultra nas últimas semanas e conto minhas impressões nos próximos minutos.

Análise do Galaxy Note 20 Ultra em vídeo

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Nenhuma empresa, fabricante ou loja pagou ao Tecnoblog para produzir este conteúdo. Nossos reviews não são revisados nem aprovados por agentes externos. O Galaxy Note 20 Ultra foi fornecido pela Samsung por empréstimo. O produto será devolvido à empresa após os testes.

Design (e um papo com Hongmin Kim)

Na versão bronze, o Galaxy Note 20 Ultra é elegante e foge da mesmice dos eletrônicos sem ser muito apelativa; com certeza é a cor que eu escolheria. As bordas metálicas são brilhantes, enquanto a traseira de vidro é mais discreta, com um acabamento fosco, que não deixa as marcas de dedo muito visíveis. Na lateral esquerda (e não na direita, como nas gerações anteriores) fica o compartimento para a caneta S Pen.

É impossível não perceber o grande calombo na câmera traseira, que consegue ser tão ou mais pronunciado que no Galaxy S20 Ultra. O problema é que, no caso da linha Note, a protuberância atrapalha na hora de escrever com a S Pen, já que o celular não fica seguro sobre uma superfície. Por isso, o uso de uma capinha é obrigatório até por questões ergonômicas, não apenas para proteger o smartphone contra quedas.

Eu vou me estender no visual do Galaxy Note 20 Ultra porque tive a oportunidade de conversar com o vice-presidente de estratégia global de design da Samsung, Henry Hongmin Kim. Em uma entrevista exclusiva de meia hora, entre São Paulo e Seul, pude esclarecer dúvidas não só relacionadas à linha Note, mas também de outros produtos da nova geração, como o Galaxy Buds Live e o Galaxy Watch 3.

Uma das minhas curiosidades estava relacionada ao formato dos dois flagships da Samsung. O Galaxy Note 20 Ultra é um celular mais quadradão, com ângulos retos, assim como outros aparelhos da linha Note, mas é diferente do Galaxy S20, Galaxy S10 e anteriores, que são mais arredondados e cheios de curvas. Por que isso acontece? Eis a explicação de quem entende:

O Galaxy S é o nosso principal flagship, nós queremos que ele seja usado por qualquer pessoa. Ele é quase universal, não é direcionado para nenhuma faixa etária, gênero ou região. Temos que garantir que ele encaixe na palma da mão e no bolso da calça de todo mundo. Ele é ergonômico, é arredondado e não tem nenhuma borda rígida.

Já o Note é muito diferente. O próprio nome vem da intenção do produto. Pense no seu próprio caderno: você quer ele com bordas arredondadas, ou então em formato triangular? Não! Produtividade é a principal característica de venda do Note. O objetivo do Note é encaixar tanto conteúdo quanto possível, então você precisa organizar as informações da maneira mais eficiente que puder. Por isso, o retângulo é o formato mais apropriado para a linha Note.

Esse objetivo também está alinhado com outra mudança que eu estava percebendo nos últimos topos de linha da Samsung: enquanto a Huawei e a Motorola passaram a lançar celulares com laterais mais curvadas, a tela do Galaxy Note 20 Ultra veio com curvas menores que na geração anterior, enquanto o Galaxy Note 20 é o primeiro desde o Galaxy Note 5, excluindo as versões Lite, a ser equipado uma tela totalmente plana. Hongmin Kim explica:

No Galaxy Note 20 Ultra, quisemos ter um celular todo tela e usamos nossa tela Edge, que é uma criação nossa e estamos muito felizes por isso. Ao mesmo tempo, temos pessoas que queriam a experiência do Note sem as laterais curvadas. (…) Então decidimos ter duas versões: se você gosta da tela Edge e o máximo de produtividade, aqui está o Ultra, mas se você fica mais confortável com uma tela plana, ei, temos outra versão!

E sobre a cor peculiar, que está em toda a nova linha de produtos da marca:

É muito difícil falar “essa é a melhor cor para todo mundo”. Eu simplesmente admito isso. Mas ao mesmo tempo, tentamos descobrir qual é a cor que oferece a melhor experiência e ao mesmo tempo reflete o espírito da geração. (…) Fizemos várias pesquisas, testamos centenas de cores diferentes e o Mystic Bronze foi a escolha mais sustentável. Por sustentável, quero dizer que não é uma cor da moda, não é efêmera e as pessoas podem apreciar a sofisticação e a elegância dela por muito tempo. É por isso que falamos que ele é um premium sustentável.

Tela

A tela do Galaxy Note 20 Ultra tem 6,9 polegadas e uma resolução gigante. Eu não vou perder tempo detalhando a qualidade de imagem, porque ela continua sendo a melhor do mercado. Os olhos humanos já não eram capazes de notar os avanços na tela do Galaxy Note 10+ e, nesta geração, a Samsung chegou ainda mais perto da perfeição.

Vale destacar a taxa de atualização variável. Diferente do Galaxy S20 Ultra, que suportava 60 ou 120 Hz, o Galaxy Note 20 Ultra pode exibir imagens entre 11 e 120 Hz. Isso significa que as animações são suaves como manteiga, passando uma sensação gostosa de fluidez, mas a tela não bebe a bateria de canudinho quando você estiver vendo um conteúdo estático ou algo que não se movimente tanto.

Muda sua vida? Não. Mas cria um belo impacto nos primeiros momentos: nossos olhos ficaram tão acostumados em ver telas de 60 Hz nos smartphones nos últimos anos que, quando passamos para uma taxa de atualização maior, seja de 90 ou 120 Hz, o novo simplesmente aparenta ser muito mais rápido.

S Pen

A S Pen foi diretamente beneficiada pela tela de 120 Hz do Galaxy Note 20 Ultra, já que a latência caiu para apenas 9 milissegundos. É uma resposta praticamente instantânea entre o momento em que a ponta desliza e o traço aparece na tela, fortalecendo a sensação de que você está escrevendo em um papel, não em um eletrônico. Não que o atraso de 41 ms do Galaxy Note 10 fosse ruim, mas a melhoria para quem faz uso constante da caneta é perceptível.

O formato da S Pen permanece o mesmo, assim como o botão lateral para acionar um comando alternativo ou fazer gestos no ar. Eu mantenho a ressalva de modelos anteriores da linha Note: a S Pen não muda sua vida da noite para o dia; você precisa se acostumar em usá-la e incluir a caneta nas suas tarefas, o que não é tão simples, porque poucos aplicativos suportam as ações suspensas e os gestos não são tão intuitivos.

Mas a S Pen continua sendo um diferencial para usuários avançados, e é por isso que a linha Note continua com um público fiel. Alternar entre câmeras e tirar uma foto sem tocar na tela abre novas possibilidades criativas. O Samsung Notes pode não ser um aplicativo de notas imperdível, mas traz ótimos recursos. E navegar entre fotos ou slides de um PowerPoint usando a caneta como controle remoto é útil, especialmente se você estiver projetando a tela do Galaxy Note 20 Ultra em uma TV.

Software

As novidades da S Pen nos levam a outro recurso do Galaxy Note 20 Ultra: o modo DeX totalmente sem fio. Ele transforma seu celular em um desktop, mostrando uma interface com janelas flutuantes e barra de tarefas em uma tela maior. Você já podia usar mouse e teclado sem fios, mas ainda era necessário pelo menos um cabo USB-C para HDMI para transmitir a tela. Agora, o DeX funciona em qualquer TV compatível com Miracast, sendo que há otimizações de desempenho para TVs da Samsung lançadas a partir de 2019.

A transmissão wireless não é sempre perfeita, mas funciona até bem. Para modificar uma planilha, editar um slide ou navegar de forma mais confortável, o Galaxy Note 20 Ultra tira de letra, inclusive permitindo o uso da S Pen como um mouse. Mas, se você quiser assistir a um vídeo no YouTube, por exemplo, a reprodução fica engasgando. Ainda assim, existe uma maneira mais eficiente de consumir esse conteúdo em uma tela grande, que é usando o botão de transmissão do próprio aplicativo do YouTube.

Quanto ao sistema, eu já rasguei elogios à One UI, que considero ser a melhor experiência disponível no Android e significativamente superior à interface do próprio Google, mas também preciso destacar a nova política de atualizações da Samsung. Na linha Note e até em alguns celulares mais acessíveis, a empresa passou a garantir publicamente atualizações de Android e correções de segurança por três anos.

É curioso ver que esse compromisso surgiu de uma das fabricantes mais criticadas com relação a atualizações de software no passado, mas é ótimo saber que a Samsung tomou essa decisão e que agora existe uma alternativa relevante no mercado além da linha Google Pixel. Espero que outras marcas grandes sigam o mesmo caminho e que algumas delas recuperem esse espírito. Motorola, estou olhando para você.

Câmera

A Samsung não deu muita atenção para a câmera frontal do Galaxy Note 20 Ultra, mantendo um sensor de 10 megapixels e uma lente com abertura f/2,2 que é a mais discreta possível para não atrapalhar o aproveitamento de tela. Apesar disso, a qualidade das selfies continua boa. O modo de embelezamento vem ativado por padrão para remover imperfeições na pele, mas você pode desativar o efeito se preferir. A definição fica dentro do esperado e os tons me agradam.

O que certamente não passa despercebido é o trio de câmeras traseiras, cada uma com um anel brilhante para mostrar que estão ali. O sensor principal, por padrão, tira fotos de 12 megapixels com excelente definição, ótimo alcance dinâmico e quase nenhum ruído mesmo em condições de iluminação bem desafiadoras. Ativando o modo de 108 megapixels, é possível perceber uma pequena melhoria na definição, mas só se você der um zoom na foto e prestar bastante atenção.

A lente da câmera principal tem abertura f/1,8 e me agradou especialmente pela profundidade de campo. Eu tenho ressalvas quanto ao modo de Foco Dinâmico por software da Samsung: mesmo reduzindo a intensidade do efeito do desfoque de fundo, ele ainda me parece um pouco artificial. Mas o bokeh da própria lente do Galaxy Note 20 Ultra é algo bem bonito de se ver.

A lente ultrawide de 12 megapixels não traz grandes surpresas, com alcance dinâmico um pouco mais limitado, mas ainda oferecendo uma ótima qualidade para fotografias de paisagens. E a telefoto com zoom óptico de 5x sofreu um pouco nas minhas mãos para focar objetos mais específicos e distantes, onde o novo foco a laser não alcança, mas surpreende pelas cores equilibradas, boa definição e ruído muito controlado, mesmo com uma abertura pequena de f/3.

O Galaxy Note 20 Ultra vem de fábrica com um modo profissional de gravação, que também chegou a modelos anteriores por uma atualização de software. Esse modo exibe um histograma para ajudar a equilibrar luzes e sombras durante a gravação, além de controles manuais de foco, equilíbrio de branco e ISO. Um recurso bacana é poder escolher quais microfones serão usados (também pode ser um modelo Bluetooth) e ajustar o ganho do som.

Para testar as capacidades de gravação, usei o próprio aparelho para filmar meus últimos reviews: tanto no Galaxy Buds Live quanto no Galaxy Watch 3, o novo celular da Samsung foi adotado como segunda câmera, gravando em 4K a 60 quadros por segundo e sem nenhuma correção de cor na edição. Nesta análise do Galaxy Note 20 Ultra, meu ângulo secundário foi capturado originalmente em 8K a 24 fps.

Gente, eu preciso falar desse processador

Como de costume, a Samsung optou por lançar versões com dois processadores diferentes. Em poucos países, como Estados Unidos e Coreia do Sul, o Galaxy Note 20 Ultra é equipado com o Snapdragon 865 Plus, da Qualcomm, enquanto o resto do mundo recebeu o modelo com o Samsung Exynos 990, exatamente o mesmo chip que equipa o Galaxy S20.

Em topos de linha anteriores da Samsung, eu não dei importância ao tema porque o Snapdragon e o Exynos da mesma geração eram equivalentes. Para pessoas normais, não faz diferença alguma ter 300 pontos a mais em um aplicativo de benchmark ou 27 minutos a menos em um teste de bateria que não reproduz condições reais. São apenas números para satisfazer o ego de quem não compraria o produto de qualquer forma: a experiência permanecia ótima, não importando o chip.

Mas a situação é diferente desta vez: entre o Galaxy S20 Ultra e o Galaxy Note 20 Ultra, o hardware em alguns países evoluiu de Snapdragon 865 para Snapdragon 865 Plus, que oferece frequência maior e um chip gráfico até 10% mais rápido para jogos, enquanto o Exynos 990 ficou no mesmo lugar. Nem um overclock, nem uma otimização, nada. Ao fazer isso, a Samsung desrespeita os consumidores do Brasil, da Europa e de outras regiões, além de ficar um passo atrás da concorrência.

Obviamente, não estou dizendo que o desempenho do Galaxy Note 20 Ultra é ruim. Na verdade, é um dos celulares Android mais rápidos que eu já testei. No entanto, quando uma fabricante lança um topo de linha, esperamos que ele venha com o melhor processador do momento, não um modelo reaproveitado de um produto anterior.

Hardware e conectividade

A diferença no processador em diferentes países cria outro problema: a Samsung tende a não lançar um recurso que funcione apenas em um dos chips, o que acaba nivelando o produto por baixo. No Galaxy Note 20 Ultra, uma ausência notável é o Wi-Fi 6E, a maior novidade em décadas no Wi-Fi, que é compatível com o Snapdragon 865 Plus, mas não com o Exynos 990.

Talvez para não desequilibrar o leque de recursos oferecidos pelas diferentes versões, nenhuma delas possui Wi-Fi 6E. Isso é um problema se considerarmos que a Anatel já aprovou as frequências da nova tecnologia e que o Galaxy Note 20 Ultra é um produto caro, feito para durar vários anos. Espera-se que ele seja compatível não só com o que já é popular, mas com tudo o que existe de mais moderno no mercado.

A conectividade celular foi mantida, pelo menos. O Galaxy Note 20 Ultra é o primeiro aparelho da Samsung no Brasil com 5G. Ele funciona nas redes DSS (com compartilhamento dinâmico de espectro) e nas frequências abaixo de 6 GHz que serão leiloadas para as operadoras nos próximos meses. Infelizmente, assim como no Motorola Edge+, a variante nacional não tem suporte às ondas milimétricas, que estão previstas no edital da Anatel.

Bateria

Já a bateria do Galaxy Note 20 Ultra é boa, embora deixe aquele gostinho de decepção. Primeiro porque ela só suporta carregamento de 25 watts, um limite que já foi ultrapassado dentro da própria Samsung no Galaxy S20 Ultra. Segundo porque a capacidade de 4.500 mAh poderia ser maior, ainda mais considerando o calombo enorme nas câmeras traseiras; eu aceitaria um ganho de um milímetro na espessura em troca de mais bateria.

No meu teste padrão de quarentena, com três horas de reprodução de vídeo na Netflix, uma hora de navegação na web e 30 minutos de Asphalt 9, sempre no Wi-Fi e com brilho no máximo, a bateria foi de 100% para 49%. É uma queda em relação ao Galaxy A71, por exemplo, que tem a mesma bateria, mas um hardware mais econômico. Ainda assim, o Galaxy Note 20 Ultra deve aguentar até o final do dia na maioria das ocasiões.

Vale a pena?

O Galaxy Note 20 Ultra é um produto para fãs. Uma grande questão da linha Note é que ela não possui nenhum concorrente direto no mercado. Então, apesar de ter alguns pontos negativos, como qualquer outro smartphone, este é o melhor Note já lançado e traz avanços em relação às gerações anteriores. Só resta a dúvida: é suficiente para alguém trocar um Note antigo pelo novo?

Depende. Do Galaxy Note 9 para o Galaxy Note 20 Ultra, eu vejo belas melhorias nas câmeras, na bateria e, para quem joga, no desempenho, o que faz o upgrade valer a pena em muitos casos. Entre o Galaxy Note 10+ e o Galaxy Note 20 Ultra, as diferenças são bem menores: não é uma tela de 120 Hz que vai te trazer uma experiência de outro mundo, por isso, dá para aguentar mais um bom tempo com o aparelho atual.

Quem não se importa muito com os diferenciais da linha Note pode ficar mais feliz com o Galaxy S20 Ultra ou, se estiver disposto a experimentar outra plataforma, o iPhone 11 Pro Max. Por um preço ligeiramente menor, tem ainda o Motorola Edge+, que traz câmeras inferiores, mas entrega bastante desempenho bruto e uma bateria de respeito.

Independente das alternativas, o Galaxy Note 20 Ultra é um celular bastante completo, com ótimo desempenho, excelentes câmeras, acabamento sofisticado e um software bem cuidado. Ele não é uma revolução, mas é uma evolução muito bem-vinda na linha de produtos mais única da Samsung. No momento, minha mente só imagina outra coisa: já pensou um Galaxy Note com tela grande dobrável?

Especificações técnicas

  • Tela: Dynamic AMOLED 2X de 6,9 polegadas (3088×1440 pixels) com laterais curvadas e taxa de atualização de até 120 Hz;
  • Processador: Samsung Exynos 990 octa-core de 2,7 GHz;
  • Conectividade: 5G sub-6, 5G DSS, Wi-Fi 6, UWB, NFC, MST;
  • RAM: 12 GB;
  • Armazenamento interno: 256 GB;
  • Câmera frontal: 10 megapixels (f/2,2);
  • Câmeras traseiras:
    • Principal: 108 megapixels (f/1,8);
    • Telefoto: 12 megapixels (f/3,0) com zoom óptico de 5x;
    • Ultrawide: 12 megapixels (f/2,2);
    • Sensor de profundidade;
    • Foco automático a laser;
  • Sistema operacional: Android 10;
  • Bateria: 4.500 mAh com carregamento rápido de 25 watts;
  • Cores: Mystic Bronze (bronze), Mystic Black (preto) e Mystic White (branco);
  • Dimensões e peso: 164,8 x 77,2 x 8,1 mm, 208 gramas.

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