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Google Pixel 5 terá suporte a 5G e recarga reversa de bateria

Ficha técnica de Google Pixel 5 é revelada, com suporte a 5G, recarga reversa de bateria e processador Qualcomm Snapdragon 765G

Bruno Gall De Blasi Por

O Google Pixel 5 deve ser anunciado só na semana que vem. Mas a ficha técnica do celular já deu as caras: segundo o site alemão WinFuture nesta terça-feira (22), o próximo celular do Google chegará às lojas com processador Snapdragon 765G, câmera dupla e marcará o retorno do leitor de digitais. O preço sugerido pode ser de 629 euros.

Possível Google Pixel 5 (Foto: Reprodução/WinFuture)

As bordas finas tendem a desembarcar no próximo celular do Google. Conforme mostra o site alemão e vazamentos anteriores, o smartphone terá tela de 6 polegadas com um pequeno furo para abrigar a câmera frontal, como o Pixel 4a. A resolução Full HD+ e a taxa de atualização de 90 Hz também devem marcar presença.

O sucessor do Google Pixel 4 ainda deve trazer de volta o leitor de impressões digitais, removido na safra de smartphones da companhia anunciados no ano passado. Além disso, o lançamento pode deixar o sensor de gestos de lado em 2020. Espera-se, também, que a entrada dedicada para fones de ouvidos fique de fora no Pixel 5.

Outro repeteco é o conjunto fotográfico duplo, com câmera principal de 12,2 megapixels, com otimizações de software para melhorar a qualidade das fotos. O sensor secundário, porém, terá resolução de 16 megapixels e lente ultrawide, em vez da lente teleobjetiva do ano passado. A câmera frontal deve ser de 8 MP.

O 5G é uma das grandes possíveis novidades do lançamento. Além disso, a ficha técnica deve ser formada pelo processador Qualcomm Snapdragon 765G de até 2,4 GHz, em vez do Snapdragon 865, que sucede o Snapdragon 855 da linha Pixel 4. Já a memória RAM e o armazenamento tendem a ser de 8 GB e 128 GB, respectivamente.

Em relação à bateria, é esperado um componente de 4.080 mAh, com recarga rápida de 18 watts (USB-C), carregamento sem fio e carregamento reverso wireless, como em celulares da Samsung (Wireless PowerShare) e Huawei, por exemplo. O telefone ainda pode sair da caixa com Android 11 de fábrica, certificação IP68, NFC e o módulo de segurança Titan M.

Possível Google Pixel 5 (Foto: Reprodução/WinFuture)

Google Pixel 5: quando e quanto?

Na semana passada, o Google anunciou que marcou um evento de hardware para 30 de setembro de 2020. A expectativa é que a companhia revele seu novo celular, cujo lançamento foi confirmado em agosto, ao lado do Google Pixel 4a 5G, novo auto-falante Nest e Chromecast com Google TV.

Ainda segundo o WinFuture, o Pixel 5 deve chegar às lojas da Alemanha com preço sugerido de 629 euros, o equivalente a cerca de R$ 4.025 em conversão direta. A cargo de comparação, o possível valor do lançamento é significativamente abaixo dos preços praticados durante o anúncio do Google Pixel 4 e Pixel 4 XL na Europa: 749 e 899 euros, respectivamente.

Assim como os demais smartphones do Google, não há previsão de data e preço de lançamento do Google Pixel 5, Google Pixel 4a e Google Pixel 4a 5G no Brasil.

Com informações: Android Police e WinFuture

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Juliano Machado Olivetti (@Juliano_Machado_Oliv)

Eu particularmente acho positivo essa virada de jogo no Pixel 5. Tive o Nexus 6P, 2XL, hoje o 3 XL e nunca foi uma compra baseada na necessidade/desejo de um Snap série 800, e sim em câmeras e construção topo, além da experiência de ecossistema que só a linha Pixel trás, me parece ser mesmo uma mudança bem acertada.

Reginaldo Ribeiro (@Reginaldo_Ribeiro)

Faz todo sentido abrir mão do Snap. 865 para baratear o aparelho, visto que é um chip extremamente caro. Se ficar nessa faixa de 600 Dolares/Euros será a melhor compra disparado.

Juliano Machado Olivetti (@Juliano_Machado_Oliv)

Concordo! E quem não abre mão de desempenho máximo bruto, vai ter que buscar outra opção nos concorrentes.

Douglas Knevitz (@Douglas_Knevitz)

A Google deveria focar no pixel de 400 dólares. Já que a única coisa boa que ela consegue fazer é a câmera. O resto é igual ou inferior a concorrência. E levando em consideração que a penetração de mercado dela é baixa, insistir em flagship vai resultar em ainda mais fracasso.

Esse ano vemos esse movimento ainda mais claro. Porém, 600 dólares já vemos processadores topo de gama. O que pode passar a sensação de estar perdendo algo e não ganhando.

Juliano Machado Olivetti (@Juliano_Machado_Oliv)

A Google aposta no seu ecossistema e fotografia, e não depende muito que seus aparelhos sejam sucesso de vendas como a Apple. É mais um local onde pode demonstrar seu ecossistema e disponibilizar a desenvolvedores a última versão do SO.
E não vejo nada da série topo de linha na faixa de 600 dólares, pelo contrário, Samsung e cia oferecem seus topos acima de 1.200 dólares…Se está tentando colocar o SE 2020 nessa posição de alta gama de desempenho e baixo custo, isso somente se dá no processamento bruto, de todo o restante o SE 2020 é um aparelho de entrada no ecossistema e bem de nicho.

Daniel Correia (@Daniel)

Assim como os demais smartphones do Google, não há previsão de data e preço de lançamento do Google Pixel 5, Google Pixel 4a e Google Pixel 4a 5G no Brasil.

Essa é a pior parte de toda matéria que fala do Pixel

Douglas Knevitz (@Douglas_Knevitz)

Não, estava me referindo ao XR. Mesmo um A12, ainda é mais poderoso que um snapdragon da série 700. Se a pessoa busca performance pelo menor preço, ele entrega isso. Pode não ser atual, porém em muitos cenários compensa, ainda mais que americano tem muito costume de comprar direto com a operadora, atrelado a um plano.

Juliano Machado Olivetti (@Juliano_Machado_Oliv)

Minha opinião vai até meio que divergente da maioria, mas realmente não vejo modelos da Apple e Android como “concorrentes”. A primeira questão que muitos vão se fazer na hora de migrar de um para outro é o ecossistema.

Douglas Knevitz (@Douglas_Knevitz)

Também não vejo. É mais uma questão de preferência. Quem já tem sua lado formado permanece. Agora existem aqueles que transitam do Android para a Apple e vice versa. Para essas pessoas, preço é um fator primeiro, e traçam toda sua justificativa de compra com base nele.

No Brasil vemos muito isso. Pessoas comprando o que podem pagar e não o que gostariam realmente.