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Tecnocast 164 – O Google Pixel ainda faz sentido?

Paulo Higa Por

O Google renovou toda a linha de eletrônicos em um dos eventos mais rápidos que já assistimos. Em meia hora, a empresa confirmou os detalhes do novo smartphone Pixel 5 e mais: também fomos apresentados ao novo Chromecast, que ganhou um controle remoto e um sistema operacional mais completo, e conhecemos o Nest Audio, smart speaker que já está homologado para venda no Brasil.

Tecnocast 164 - O Google Pixel ainda faz sentido? (Imagem: Leandro Massai)

Tecnocast 164 – O Google Pixel ainda faz sentido? (Imagem: Leandro Massai)

No segundo bloco, continuamos o papo do Tecnocast 160: como foi o primeiro dia de cadastro do Pix? Como esperado, os bancos estão brigando para conquistar as chaves dos usuários. Só que muito bancão por aí não aguentou a demanda e ficou fora do ar em um dia decisivo.

Oferecimento: Prêmio Alexa de Acessibilidade

Este Tecnocast é um oferecimento do Prêmio Alexa de Acessibilidade. A Alexa já ajuda todo mundo nas tarefas diárias, mas ela pode simplificar ainda mais a vida de pessoas com deficiência física, visual ou mental. Por isso, a Amazon criou um prêmio para incentivar o desenvolvimento de skills de Alexa acessíveis, oferecendo até 10 mil reais em dinheiro e dispositivos Echo para a melhor ideia.

Além da premiação em dinheiro, os três primeiros colocados poderão escolher ONGs participantes para que a Amazon faça doações que totalizam R$ 100 mil. Lembrando que a Alexa está em todo lugar, não só no Amazon Echo: você pode usar a assistente virtual no seu Android, no iPhone, na TV ou até em alguns fones de ouvido.

Então dá para fazer muita coisa: imagina uma skill que mostra locais acessíveis para pessoas com deficiência física? Ou então uma skill que ajude uma pessoa com deficiência visual a escolher uma roupa na cor certa?

São inúmeras ideias e a Amazon realmente quer fomentar essas criações, por isso, os 300 primeiros que tiverem uma skill acessível aprovada pela Amazon recebem logo de cara um Echo Dot. Não tem sorteio: só de estar entre os 300 primeiros, você já ajuda a melhorar a vida de milhares de pessoas e ainda ganha um mimo.

Confira todos os detalhes em premioalexa.com.br. Lá tem o regulamento e até algumas ideias enviadas por pessoas com deficiência que estão só esperando para se tornarem realidade.

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Leandro Hartmann (@leandrohartmann)

Eu queria entender do fundo do meu coração, o que o grupo de design da Google tem na cabeça a respeito da identidade do google, a cada geração de pixel você vê um smartphone mais infantil visualmente que o outro, sem contar aos ícones e identidade que o google trabalha, que era bem prazerosa e está ficando mais colorida. Como profissional de design, só me vem a ideia de que a google nunca almejou crescer, mas ser sempre a “outra opção”.

André Gorgen (@Banana_Phone)

Na época que o Android Lollipop foi lançado, o Google lançou uma “apostila” de como adotar o Material Design nos aplicativos. O problema é que nem os aplicativos do Google seguiam as regras da apostila.
Alguns apps como o Keep atualizavam o design o tempo todo, mudando de lugar o botão de criar uma nova nota.
O menu hamburguer (que eu gostava muito) foi descontinuado na maioria dos apps, mas as soluções adotadas para substituir foram péssimas. Até hoje ainda tenho dificuldades para encontrar certas funções no Google Maps.
Apps como o Inbox que tinham um visual bacana e com vários recursos, também foram descontinuados.
O Google perdeu completamente o respeito. Quando o Stadia foi anunciado, o povo só falava de quanto tempo iria demorar para o Google desistir do serviço e que não iria dar certo.
Nem serviços populares como o YouTube conseguem gerar um retorno financeiro esperado ao Google.