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Disney+ promete cobrar “faixa de menor preço da Netflix” no Brasil

Disney+ será cobrado em reais e na "faixa de menor preço da Netflix" no Brasil, de acordo com executivo da Disney

Bruno Gall De Blasi Por

O Disney+ será cobrado na “faixa de menor preço da Netflix” no Brasil e em moeda local. É o que diz Diego Lerner, presidente da The Walt Disney Company para a América Latina, em entrevista à revista Veja nesta quinta-feira (8). O serviço de streaming de filmes e séries da Disney está previsto para chegar ao país em novembro de 2020.

Disney+ na TV

Em relação aos valores do Disney+, Lerner explica que o serviço vai “estar na faixa de menor preço do Netflix (atualmente R$ 21,90), porque queremos uma penetração massiva no Brasil”. A expectativa, de acordo com informações de bastidores reveladas em agosto, é que a plataforma custe R$ 28,90 ao mês.

O executivo também detalhou o acesso aos filmes, séries e documentários da Disney, Marvel, National Geographic, Pixar e Star Wars após o lançamento do serviço no Brasil. Segundo Lerner, os conteúdos estarão disponíveis apenas no Disney+ e de forma reduzida no Disney Channel. “Não haverá mais a opção de aluguel on-line”, disse.

A Disney quer trabalhar com produções feitas por atores e diretores do Brasil, direcionada ao público brasileiro. Além disso, o presidente do grupo na América Latina afirma que os brasileiros terão acesso a todos os conteúdos do Disney+ disponíveis em outros países, inclusive Mulan, sem qualquer taxa extra, a partir de 4 de dezembro.

Lerner ainda explicou à Veja a importância do Brasil para a Disney: “Primeiro porque o brasileiro tem uma alta adesão à tecnologia. O entusiasmo de vocês é impressionante. Segundo porque há uma clara diminuição da indústria de TV paga no mercado nacional, como consequência da migração de consumidores para as ofertas digitais”.

Disney+

Disney+ chega em novembro no Brasil

Falta pouco para o Disney+ chegar ao Brasil. Segundo a companhia em meados de agosto, a plataforma de streaming da Disney será lançada no país em 17 de novembro de 2020, com filmes, séries e documentários da Disney, Marvel, National Geographic, Pixar e Star Wars. A pré-venda deve começar em outubro.

Espera-se que o serviço desembarque no país por R$ 28,90 ao mês ou R$ 294,90 ao ano, conforme indicado pelo app do Disney+ para Android em agosto. Já na página de assinatura da plataforma de streaming no Google Play Store, os pacotes deram as caras por R$ 28,99 e R$ 289,99, respectivamente.

Caso confirmado, o valor mensal entra na faixa de seus concorrentes no Brasil. A Netflix, por exemplo, cobra R$ 21,90 em seu plano básico, sem reprodução HD, enquanto o Globoplay custa R$ 22,90 em seu pacote inicial, sem canais da Globosat. O Prime Video, porém, é encontrado por R$ 9,90 no pacote Amazon Prime enquanto a Apple TV+ é ofertada pelo mesmo valor no país, fora do Apple One.

“Não estou desmerecendo os outros concorrentes, mas não posso colocar nossos produtos no mesmo nível. Netflix e Amazon Prime criaram um hábito de consumo digital com personalidades próprias. Mas, se você vai ao Netflix, procura por filmes e séries, não pela marca em si. É diferente do nosso caso”, afirmou Lerner à Veja quando questionado sobre a concorrência do Disney+.

Conforme revelado com exclusividade pelo Tecnoblog em setembro, a Sony homologou o controle remoto do PlayStation 5 com botão Disney+ no Brasil. Espera-se que o console seja lançado junto com o serviço de streaming ou depois de 17 de novembro.

A plataforma de streaming alcançou 60 milhões de assinantes.

Com informações: Veja

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Caleb Enyawbruce (@Enyawbruce)

Não haverá mais a opção de aluguel on-line

Isso me preocupa um pouco. Primeiro que quanto mais opções, melhor. Segundo que os aluguéis on-line de VOD preenchiam um espaço entre o fim da exibição nos cinemas e a entrada do conteúdo nos serviços de streaming. A não ser que quando os filmes da Disney saírem dos cinemas já entrem em seguida no serviço deles, mas acho difícil. Vou aguardar as cenas dos próximos capítulos pra ver se essa situação no mínimo estranha se confirma ou não.

Eu (@Keaton)

porque queremos uma penetração massiva no Brasil

Quinta série adorou essa parte. hahaha

Leandro Amaral (@Leandro_Amaral)

Ter tudo concentrado num local só, com uma mensalidade só e não precisar ficar pagando (absurdos) aluguéis por contéudo pra mim é bem mais vantajoso.

Josué Junior (@Josue.Jr)

Depois dessa notícia fiquei até mais esperançoso que o preço venha melhor que esse que vazou. Agora é aguardar o dia 17 de novembro pra saber o preço final

Diogo Silva (@uzu)

“Pentração massiva no Brasil” ( ͡͡͡͡O ͜ʖ ͡͡͡͡O)

Felipe Ferraro (@Felipepperoni)

Os caras já aprenderam a ser zoeiros kkkk então, talvez o preço seja bacana meeesmo. Aguardemos.