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iFood revela clientes recordistas em pedidos durante pandemia

Um único usuário de São Paulo foi responsável por mais quase mil pedidos no aplicativo entre março e agosto de 2020

Ana Marques Por

O iFood divulgou, nesta sexta-feira (16), um relatório que mostra os hábitos de consumo de seus usuários durante a pandemia da COVID-19. Os dados revelam o aumento de pedidos no app nos meses de março a agosto de 2020, bem como as informações sobre os clientes recordistas em pedidos nesse período.

iFood tem aumento em pedidos na pandemia. (Imagem: Divulgação)

iFood tem aumento em pedidos na pandemia. (Imagem: Divulgação)

De acordo com o iFood, o usuário que fez mais pedidos durante os seis primeiros meses de pandemia mora em São Paulo. Ele foi responsável por 983 pedidos de março a agosto. Logo em seguida, temos um cliente do Rio de Janeiro, com 879 pedidos, e em terceiro, mais um usuário de São Paulo, com 817 pedidos.

O número total de entregas na pandemia ultrapassou a marca de 100 milhões. Em agosto, o iFood registrou um pico de 44,6 milhões de pedidos, e o número de restaurantes na plataforma também cresceu – no mesmo mês, a empresa contava com 236 mil estabelecimentos cadastrados (contra 131,2 mil, em novembro de 2019).

Hambúrguer foi o alimento mais pedido na pandemia

A permanência em casa parece não ter bastado para a adoção de hábitos mais saudáveis. O alimento mais pedido no iFood no Brasil foi o hambúrguer (primeiro colocado em quase todas as regiões do país) – somente no sudeste o lanche foi ultrapassado pela esfirra.

O Top 10 nacional, segundo a empresa de entregas, foi:

  1. Hambúrguer
  2. Esfirra
  3. Carne
  4. Sanduíche e wrap
  5. Sobremesa
  6. Sushi e sashimi
  7. Pão
  8. Frango e ave
  9. Açaí
  10. Bolo e torta doce

Fazendo um recorte para o aumento no número de pedidos, os pães foram recordistas. O iFood registrou crescimento de 277% para esse tipo de delivery. Já a demanda por sobremesas cresceu 203%, e os pedidos de peixes e frutos do mar aumentaram 148%.

Crescimento por tipos de refeição no iFood. (Imagem: Reprodução)

Crescimento por tipos de refeição no iFood. (Imagem: Reprodução)

A empresa divulgou ainda os números para períodos do dia, que mostra crescimento em demanda em todas as refeições – mas é o café da manhã que mostrou maior aumento no número de pedidos entre março e agosto. A variação é ainda maior no final de semana, onde todas as refeições crescem mais de 50%.

O iFood não revelou os números absolutos para cada tipo de refeição, mas a porcentagem é compreensível: pedir café da manhã pelo app não devia ser muito comum antes do isolamento, e com as recomendações da OMS para evitar a saída de casa, a prática passou a ser comum entre os clientes do aplicativo. Já aos finais de semana, a saída para um almoço em família ou jantar com amigos foi substituída por delivery em muitas residências.

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Sérgio (@trovalds)

Pizza não se sobressai porque a maioria dos pedidos do iFood é individual. E o preço de uma pizza pequena (ou brotinho) normalmente não compensa frente a um hamburger ou a um kit com 2 ou 3 esfirras.

Eu (@Keaton)

Vixi, my bad. Eu li errado a matéria. To sem dormir direito desde sexta e sem dormir desde ontem. hahaha